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TUB  

Espaço para a discussão sobre os transportes.

Re: TUB

Mensagempor karlussantus » quarta abr 13, 2016 11:56 pm

A- Reformular a rede (evitando aumento de custos)

Meireles88 Escreveu:1- Tranformar uma diametral em duas radiais implica:
+ motoristas
+ viaturas
+ gasóleo
+ manutenção
+ custos
- linearidade

Já para não dizer que as pessoas têm rotinas e hábitos. Quebrando essas rotinas tens, nos primeiros anos, perda de passageiros.

2- A linha 43 é um Shuttle, não serve a cidade, não dá serviço! Precisa de parar no cruzamento da Avenida, na rotunda das piscinas e atravessar a UM sim, sabe-se disso, mas é preciso mais do que saber isso

1- Se cortas percurso no centro que é mais lento e saturado, para drenar para uma linha que faz o mesmo percurso no centro, é fácil perceber porque se ganha viaturas, gasóleo, manutenção e se reduz custos. Mas se for necessário faço um esquema e uma tabela...
2- Boas medidas. De encontro ao que se tem dito no fórum...

B- A Hierarquia da Rede Rodoviária e vantagens do prolongamento do Túnel
Meireles88 Escreveu:1- NÃO há tráfego de pesados na Júlio Fragata!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Se esses números são nacionais, então estão mal. Basta passares na VCI ou na A3 para perceberes que lá andam MUITOS mais carros do que na Júlio Fragata. Eu contei os carros na Júlio Fragata!


1- Não há!? Tráfego Pesado Braga

A circular do Porto (VCI) tem mais TMD que a nossa circular. Nas mensagens anteriores podes ver onde a A3 passa a ter menos TMD que o eixo Fragata-Bartolomeu.
Agora, imaginem semáforos e cruzamentos à superfície na VCI do Porto, porque esta está a cortar a cidade, portanto há que repor os eixos citadinos!!! :ROFL:
Para Braga seria excelente, ...

Meireles88 Escreveu:1- Não podes fazer essas classificações assim Carlos, tu não consideras múltiplos fatores que desconheces. Estás a pensar em como fazer que o tráfego flua mais, atravesse mais rápido, quando tu ali tens que acalmar o tráfego e garantir que a Economia naquela zona exista. Se pões o tráfego apenas a passar ali rápido matas tudo à volta!

2- Em nenhuma cidade em que foi dada prioridade semafórica aos TPs se verificou uma perda da qualidade de vida ou do ambiente económico ou perda da potência da cidade, nenhuma! Colocar uma trincheira ali é ainda mais matar todo aquele ambiente. Fazemos assim, fazes ali a trincheira e vais para lá morar! Se já hoje o ruído é insuportável naquelas casas, se fazes uma trincheira é o deus me livre.


1- O tráfego fica igual...
O metro de Lisboa passa na Praça do Comércio, o metro do Porto passa nos Aliados, deixam ruído, destroem tudo na superfície!? Claro que não, estão no subsolo...
Em Vigo e em Madrid com a transformação da M30, morreu alguma coisa na superfície, claro que não, floresceu a superfície...
Se colocas em túnel o tráfego passa a ser zero, e o ruído também é zero. Desapareceu a via, onde está a dúvida!? A superfície e a economia naquela zona fica incomparavelmente melhor com o túnel do que com uns semáforos. Isto é inegável.

2- Dar prioridade semafórica aos TPs nas vias citadinas está correto, estamos todos de acordo, não percebo porque insistes em misturar. Não é isto que estão a fazer, estão a cortar a via de articulação regional para introduzir um cruzamento que não existe. Isto é que está completamente errado...

Meireles88 Escreveu:Abrandamento do tráfego (50 km/h) com semáforos a criar pelotões:
+ fluidez
+ capacidade
- ruído
- velocidade
- sinistralidade


----- Fluidez/Capacidade: Não tens ali um cruzamento, tens 8 vias onde o tráfego flui ininterrupto. Se colocas semáforos e fechas o fluxo durante x tempo, obviamente perde capacidade e fluidez. Se assim não fosse, bastava colocar semáforos nas vias saturadas e tínhamos o milagre dos automóveis...

+++ Sinistralidade: Como se pode dizer que a sinistralidade vai diminuir... Colocas um cruzamento de superfície a cortar 8 vias, com um TMD absurdo, vais colocar modos suaves e transportes públicos a intercepta-las, como é evidente serão vários os acidentes...

-- Ruído/ -----Velocidade: Destruindo a capacidade da circular, a velocidade será quase zero, milhares de carros a quererem seguir para a região ou para outras freguesias do município, ali parados a largar poluição, misturados com o transito local...
Tudo isto para termos uma ligação fraca entre a Rua D.Pedro V e a Nova de Santa Cruz...

Meireles88 Escreveu:1- E isto com MUITO menos dinheiro.
Com o dinheiro do túnel fazes a rede ciclável toda e ainda te sobra dinheiro.
2- O problema é que a hierarquia funcional NÃO é aplicada em nenhum lado do mundo porra! Nenhum! Isso não existe!
Conheces esta matriz? É a que, hoje em dia, nos PDM's atuais, definem as hierarquias da rede viária:
Imagem


1- O custo é o único ponto Meireles, onde se pode argumentar.
Mas é dinheiro investido em corredores dedicados aos TP e modos suaves, numa praça que qualquer morador dará as boas-vindas, pois a circular ficará exatamente com a mesma capacidade, as mesmas vias sem cruzamento, apenas desaparece da superfície. Permitindo que floresça a cidade naquele local.

2- Tu pegas nessa matriz que te classifica e distingue uma Via Arterial de ligação regional, de uma via local e citadina onde se pretende ter peões, modos suaves e economia local, e aplicas precisamente no sentido oposto...
Já agora classifica com base nessa matriz, as atuais vias existentes e que classificação terão após a intervenção.

C - O BRT e os erros da linha circular apresentada, alternativas
Meireles88 Escreveu:1- Vê bem o mapa da página 12: http://blog.tub.pt/wp-content/uploads/2014/09/BragaMobilidade2014_2025.pdf
2- Com esta afirmação digo que, claramente, nunca andaste na 24. Se tivesses andado NUNCA dirias esse absurdo.
3- A discussão começou em 2012 Carlos. Andas desatento.


1- Pelo que estás a dizer só pode ser a pior de todas...
Ou seja, na Rua do Souto e Avenida Central (Rua da Igreja dos Congregados) fica o corredor do sentido Estação-UM. Enquanto que no Campo da Vinha e Rua dos Capelistas fica o corredor do sentido UM-Estação. Agora é imaginar estes dois corredores de 3 metros a passarem no centro, nomeadamente em pontos como o Arco da Porta Nova que tem uns 4 metros.
2- Apenas citei informação fornecida pelos TUB.
3-A mobilidade sempre se discutiu agora o plano concreto a passar pelo centro só começou a ser conhecido mais recentemente. Se eu ando desatento imagina os restantes 99% da população de Braga.

Meireles88 Escreveu:"O estudo dos TUB"
1- O estudo NÃO é dos TUB. Vê bem os autores.
No Porto não existem Tram Trains.
2- A circular norte não permite ter estações que sirvam a cidade. Ias voltar a contornar a cidade? Era para matar o centro de vez?????? Sabes onde estão as paragens com mais validações nos TUB? Na parte histórica da cidade!


1- Referi estudo dos TUB, porque foi feito para eles...
Tram-train Porto

2- Com as devidas intervenções a Rodovia norte podia ter estações em "S.Martinho viaduto/Mercado", "Estação de Camionagem", "Quinta do Mundo/Fontainhas", "Nó de Infias", "Quartel/Areal", "Retail Center", "Hospital".
Parece-me uma linha interessante, e uma linha circular é isso mesmo, se queremos interligar de forma rápida os diversos eixos e pólos importantes.
Tendo uma linha linear que passa no centro não lhe devemos chamar de anel de mobilidade, nem que ela o seja... Mas, como é evidente o centro pode e deve receber linhas lineares.
É possível fazer uma linha linear pelo centro, sem cruzar área pedonal e com apenas mais 110 metros que o trajeto pelo Campo da Vinha e mais 250 metros que o trajeto pela Rua do Souto. Mas com uma velocidade comercial muito superior.
Meireles88 Escreveu:Os fundos serão para melhorar a cidade! Para revitalizar a economia. Sabes que os fundos só vêm se aliares 3 coisas não sabes? E não consegues alias essas três coisas a enterrar as vias.
P.S. Não existem ali oito faixas de rodagem. Existe uma faixa de rodagem com oito vias de trânsito (um absurdo, diga-se!)

Sim, mas com este projeto os fundos serão para estourar com a cidade.
Vão estourar a zona pedonal, a circular e vão implementar 2 linhas de BRT que têm áreas de cobertura sobrepostas em grande parte do percurso, para lhe chamarem de anel de mobilidade....
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Re: TUB

Mensagempor Meireles88 » quinta abr 14, 2016 9:47 am

karlussantus Escreveu:A- Reformular a rede (evitando aumento de custos)

1- Se cortas percurso no centro que é mais lento e saturado, para drenar para uma linha que faz o mesmo percurso no centro, é fácil perceber porque se ganha viaturas, gasóleo, manutenção e se reduz custos. Mas se for necessário faço um esquema e uma tabela...
2- Boas medidas. De encontro ao que se tem dito no fórum...


1- Não podes simplesmente cortar uma linha pá! Isso é dares cabo de todo um serviço. Tu não estás bem a ver o comportamento das pessoas quanto a isso, é que não estás mesmo!
2- Falta o resto...

karlussantus Escreveu:B- A Hierarquia da Rede Rodoviária e vantagens do prolongamento do Túnel

1- Não há!? Tráfego Pesado Braga

A circular do Porto (VCI) tem mais TMD que a nossa circular. Nas mensagens anteriores podes ver onde a A3 passa a ter menos TMD que o eixo Fragata-Bartolomeu.
Agora, imaginem semáforos e cruzamentos à superfície na VCI do Porto, porque esta está a cortar a cidade, portanto há que repor os eixos citadinos!!! :ROFL:
Para Braga seria excelente, ...

1- Quando digo "não há" digo que não é significativo. Se tiveres em conta que só Porto de Leixões movimenta mais de 2000 camiões por hora percebes o que digo...

2- Incomparável a VCI com a Júlio Fragata, incomparável. A VCI tem muito mais tráfego! Basta parares por lá umas horas para perceber isso!

karlussantus Escreveu:1- O tráfego fica igual...
O metro de Lisboa passa na Praça do Comércio, o metro do Porto passa nos Aliados, deixam ruído, destroem tudo na superfície!? Claro que não, estão no subsolo...
Em Vigo e em Madrid com a transformação da M30, morreu alguma coisa na superfície, claro que não, floresceu a superfície...
Se colocas em túnel o tráfego passa a ser zero, e o ruído também é zero. Desapareceu a via, onde está a dúvida!? A superfície e a economia naquela zona fica incomparavelmente melhor com o túnel do que com uns semáforos. Isto é inegável.

2- Dar prioridade semafórica aos TPs nas vias citadinas está correto, estamos todos de acordo, não percebo porque insistes em misturar. Não é isto que estão a fazer, estão a cortar a via de articulação regional para introduzir um cruzamento que não existe. Isto é que está completamente errado...


1- O problema é que a via à superfície NÃO DESAPARECE NUNCA porque há lá pessoas que moram e que precisam dessas ligações! Ou vais simplesmente desligar a rotunda das piscinas da parte Norte? Isso é surreal. Enterras tudo tu. É só dinheiro e problemas. Repara no túnel da Avenida. Nos últimos 3 anos quantas vezes foi fechado para manutenção? Para aí umas 20, no mínimo!

2- Não está não completamente errado! Os estudos e as boas práticas tiram-te toda a razão. Está na literatura.

karlussantus Escreveu:
Meireles88 Escreveu:Abrandamento do tráfego (50 km/h) com semáforos a criar pelotões:
+ fluidez
+ capacidade
- ruído
- velocidade
- sinistralidade


----- Fluidez/Capacidade: Não tens ali um cruzamento, tens 8 vias onde o tráfego flui ininterrupto. Se colocas semáforos e fechas o fluxo durante x tempo, obviamente perde capacidade e fluidez. Se assim não fosse, bastava colocar semáforos nas vias saturadas e tínhamos o milagre dos automóveis...

+++ Sinistralidade: Como se pode dizer que a sinistralidade vai diminuir... Colocas um cruzamento de superfície a cortar 8 vias, com um TMD absurdo, vais colocar modos suaves e transportes públicos a intercepta-las, como é evidente serão vários os acidentes...

-- Ruído/ -----Velocidade: Destruindo a capacidade da circular, a velocidade será quase zero, milhares de carros a quererem seguir para a região ou para outras freguesias do município, ali parados a largar poluição, misturados com o transito local...
Tudo isto para termos uma ligação fraca entre a Rua D.Pedro V e a Nova de Santa Cruz...



Claramente não sabes do que falas. Com o semáforo e com o abrandamento de tráfego aumentas a fluidez e o fluxo. Dizeres que o fluxo hoje é ininterrupto é uma falácia enorme! Não tens. É mentira!

Hoje as pessoas passam ali a + de 90 km/h. Isso implica que as distâncias entre os automóveis sejam grandes. Se reduzes as velocidades essas distâncias diminuem, logo, no mesmo espaço, "cabem" mais automóveis. Consegues perceber esta coisa básica?????

A sinistralidade diminui porque as velocidades diminuem! É elementar para quem estuda a mobilidade!

Não estarão parados!

Podes usar o exemplo da VCI (onde há muitos mais milhares de carros do que na Avenida de Braga) que estava sempre encravada e que aumentaram a fluidez simplesmente reduzindo as velocidades!!!!

karlussantus Escreveu:1- O custo é o único ponto Meireles, onde se pode argumentar.
Mas é dinheiro investido em corredores dedicados aos TP e modos suaves, numa praça que qualquer morador dará as boas-vindas, pois a circular ficará exatamente com a mesma capacidade, as mesmas vias sem cruzamento, apenas desaparece da superfície. Permitindo que floresça a cidade naquele local.

2- Tu pegas nessa matriz que te classifica e distingue uma Via Arterial de ligação regional, de uma via local e citadina onde se pretende ter peões, modos suaves e economia local, e aplicas precisamente no sentido oposto...
Já agora classifica com base nessa matriz, as atuais vias existentes e que classificação terão após a intervenção.


1- Não vais ter ali nunca nenhuma praça se enfiares um túnel e muito menos uma trincheira. Nunca! E nada ali florescerá com um túnel! Tal como não floresce no centro, por onde passa o túnel.

2- Que sentido oposto pá? É uma IId, tanto agora como depois da intervenção. Tem importância para a cidade, mas tem estatuto de lugar ao nível do Neighbour.

karlussantus Escreveu:1- Pelo que estás a dizer só pode ser a pior de todas...
Ou seja, na Rua do Souto e Avenida Central (Rua da Igreja dos Congregados) fica o corredor do sentido Estação-UM. Enquanto que no Campo da Vinha e Rua dos Capelistas fica o corredor do sentido UM-Estação. Agora é imaginar estes dois corredores de 3 metros a passarem no centro, nomeadamente em pontos como o Arco da Porta Nova que tem uns 4 metros.
2- Apenas citei informação fornecida pelos TUB.
3-A mobilidade sempre se discutiu agora o plano concreto a passar pelo centro só começou a ser conhecido mais recentemente. Se eu ando desatento imagina os restantes 99% da população de Braga.


1- Não digas asneiras Carlos, não digas asneiras.

Não sei se sabes mas os veículos podem ter o seu gabari dinâmico mais estreito. Aliás uma das coisas ditas em Gaia foi que os veículos da linha a norte terá, obrigatoriamente, que ser diferente, mais amigável, mais estreito, do que o do sul que terá maior capacidade.
O Arco tem 6 metros, no mínimo.

2 - Essa informação é criada pela Google, mas não tem em conta o tráfego, como é óbvio. Enfia-te lá no autocarro.

3- Não, isso é mentira. A mobilidade nunca se discutiu tanto quanto agora. E já desde 2012 que isto vem sendo publicamente discutido e falado. Não tens ido a todas as palestras sobre o tema...

karlussantus Escreveu:1- Referi estudo dos TUB, porque foi feito para eles...
Tram-train Porto

2- Com as devidas intervenções a Rodovia norte podia ter estações em "S.Martinho viaduto/Mercado", "Estação de Camionagem", "Quinta do Mundo/Fontainhas", "Nó de Infias", "Quartel/Areal", "Retail Center", "Hospital".
Parece-me uma linha interessante, e uma linha circular é isso mesmo, se queremos interligar de forma rápida os diversos eixos e pólos importantes.
Tendo uma linha linear que passa no centro não lhe devemos chamar de anel de mobilidade, nem que ela o seja... Mas, como é evidente o centro pode e deve receber linhas lineares.
É possível fazer uma linha linear pelo centro, sem cruzar área pedonal e com apenas mais 110 metros que o trajeto pelo Campo da Vinha e mais 250 metros que o trajeto pela Rua do Souto. Mas com uma velocidade comercial muito superior.


1- "Um estudo feito para" é diferente de "Um estudo dos". Muito diferente. Até porque pode não se concordar com o "para".
Se está na net é verdade... não é? xD Nossa senhora...

2- A circular Norte é MUITO longe dos pontos geradores de mobilidade e das paragens com mais movimento. Ou seja, é muito longe do sítio para onde se quer ir. Já para não falar que a António Macedo é variante. Da CP até às Infias é uma variante.

karlussantus Escreveu:
Meireles88 Escreveu:Os fundos serão para melhorar a cidade! Para revitalizar a economia. Sabes que os fundos só vêm se aliares 3 coisas não sabes? E não consegues alias essas três coisas a enterrar as vias.
P.S. Não existem ali oito faixas de rodagem. Existe uma faixa de rodagem com oito vias de trânsito (um absurdo, diga-se!)

Sim, mas com este projeto os fundos serão para estourar com a cidade.
Vão estourar a zona pedonal, a circular e vão implementar 2 linhas de BRT que têm áreas de cobertura sobrepostas em grande parte do percurso, para lhe chamarem de anel de mobilidade....


Não vão estourar cidade nenhuma! Vão melhorar, e muito, a qualidade de vida da população.
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Re: TUB

Mensagempor CesarGomes » quinta abr 14, 2016 11:14 am

Meireles88 tens um problema no teu discurso, não fundamentas as tuas afirmacoes! Tens um discurso um pouco autoritário e isso não abona nada quando estás numa discussão pública.

Não entendas isto como um ataque, mas se reparares o teu discurso não está a convencer ninguem, só estás a provocar exactamente o inverso.
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Re: TUB

Mensagempor Meireles88 » quinta abr 14, 2016 2:57 pm

A fundamentação está mais que feita CesarGomes. Não há nenhum autoritarismo.

Aqui há uma questão de opção:
-ou querias uma cidade mais enterrada, com mais carros e com mais problemas de poluição, tráfego, ruído, sem transportes públicos e sem qualidade de vida
-ou queres uma cidade "livable", amiga das pessoas, desenhada para as pessoas e não para o carro, que dê prioridade a quem anda a pé, de bicicleta e de transporte público, que promove o uso do transporte público.

A verdade é que se queres aumentar o uso dos Modos Ativos e do Transporte Público tens que deixar de dar prioridade ao carro e limitar o seu uso ao essencial, e quando digo essencial é viagens longas, onde não há alternativa, ou para cargas pesadas, ou outro motivo válido que não seja ir ao café ou dar um passeio ao centro ou ir para o trabalho e voltar para casa dentro de um espaço onde pode haver uma alternativa mais sustentável para a pessoa e para a cidade.

É uma questão de opção. Para continuares a enterrar tinhas o Vitor Sousa. Para fazer diferente tens o Ricardo Rio. E quanto a fundamentar o meu discurso, basta estudar o tema da Mobilidade a sério e não andar a falar por palpites. Ler a sério as questões das "cidades para as pessoas". É isso que se pretende ter. Uma cidade para as pessoas.

Repara que 61% das deslocações são feitas no interior ao Concelho, sem sair dele, num raio de 15 km. Faz sentido usar o carro nestas deslocações? Talvez em 10% delas faça, no resto não.
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Re: TUB

Mensagempor Degolador » quinta abr 14, 2016 8:13 pm

Apesar de eu não concordar com o modelo apresentado, pois não me parece que duas linhas paralelas entre si e, ainda por cima, a seguirem a tão curta distância uma da outra (chegam a ser 400m), o que quero é ver uma solução implantada no terreno, até porque, dado tratar-se de um BRT, as linhas são mais facilmente reformuláveis.

Quanto às bicicletas, não me parece que Braga seja suficientemente plana para isso e pior do que isso vai ser a chuva que por aqui abunda.

Ainda assim, que avance, que apresentem rapidamente datas concretas para a abertura dos primeiros troços de BRT, em vez da abundante geração de notícias sem sumo nenhum!
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Re: TUB

Mensagempor Meireles88 » sexta abr 15, 2016 7:38 am

Degolador dois mitos:

"Braga não é suficicentemente plana" - Braga apresenta, entre São Pedro D'Este e Ferreiros e entre os estádios, declives abaixo dos 6%. Aqui moram cerca de 100 000 pessoas, ou seja, 55% dos residentes. 6% de declive não é praticamente nada e está dentro dos declives previsíveis para se pedalar.

Quanto à chuva, posso dizer que em Basel chove mais que em Braga e mais de 20% da população anda de bicicleta. Podemos ainda dizer que em Copenhaga neva durante 3 meses seguidos por ano, os ventos são gélidos e existe também muitos períodos de chuva. Neste momento 35% da população desloca-se de bicicleta e a meta deles é de 75% para 2030...

Eu ando de bicicleta em Braga faça chuva ou faça sol, ando de camisa e sobretudo. Nada que uma capa impermeável e umas calças impermeáveis por cima da roupa normal não resolvam.

Relativamente aos túneis e mais túneis e ao tráfego ser o mesmo, deixo aqui isto:

"Despite the fact that the only damned thing we've learned from a century of traffic engineering is that when you create more space for cars, more cars appears."

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Re: TUB

Mensagempor Degolador » sexta abr 15, 2016 10:14 am

Meireles88:

- Braga não ser suficientemente plana não é mito, é apenas a minha opinião. Há uns 18 anos atrás tinha o hábito de ir da casa do meu pai - nas Enguardas - até à casa da minha mãe - junto da estação da CP de Maximinos, de bicicleta - e a viagem de regresso custava-me a valer! Ainda assim, apesar dessa opinião pessoal, sou de acordo em experimentar no terreno a solução do bike sharing.

Eu já estou é farto de toda a campanha publicitária em torno do BRT e do novo paradigma de transportes públicos quando, na prática (no terreno) não se vê nada.
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Re: TUB

Mensagempor Meireles88 » sexta abr 15, 2016 6:54 pm

Degolador Escreveu:Meireles88:

- Braga não ser suficientemente plana não é mito, é apenas a minha opinião. Há uns 18 anos atrás tinha o hábito de ir da casa do meu pai - nas Enguardas - até à casa da minha mãe - junto da estação da CP de Maximinos, de bicicleta - e a viagem de regresso custava-me a valer! Ainda assim, apesar dessa opinião pessoal, sou de acordo em experimentar no terreno a solução do bike sharing.

Eu já estou é farto de toda a campanha publicitária em torno do BRT e do novo paradigma de transportes públicos quando, na prática (no terreno) não se vê nada.


Talvez estivesses a utilizar o percurso errado!
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Re: TUB

Mensagempor Degolador » sexta abr 15, 2016 8:59 pm

Meireles88 Escreveu:
Degolador Escreveu:Meireles88:

- Braga não ser suficientemente plana não é mito, é apenas a minha opinião. Há uns 18 anos atrás tinha o hábito de ir da casa do meu pai - nas Enguardas - até à casa da minha mãe - junto da estação da CP de Maximinos, de bicicleta - e a viagem de regresso custava-me a valer! Ainda assim, apesar dessa opinião pessoal, sou de acordo em experimentar no terreno a solução do bike sharing.

Eu já estou é farto de toda a campanha publicitária em torno do BRT e do novo paradigma de transportes públicos quando, na prática (no terreno) não se vê nada.


Talvez estivesses a utilizar o percurso errado!


Ia da estação da CP até à rodoviária (aonde chegava já com língua de fora) pela Av. António Macedo, depois seguia pela Domingos Soares até ao Sá de Miranda - cemitério de Mte. de Arcos. O prémio era descer a D. António Bento Martins Júnior...
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Re: TUB

Mensagempor Meireles88 » sábado abr 16, 2016 8:42 am

O caminho mais fácil é ir pela Andrade Corvo - Rua do Souto - D.Pedro V e virar na Prof. Dr. Elísio de Moura.

Ir pela António Macedo... corajoso.
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Re: TUB

Mensagempor karlussantus » segunda abr 18, 2016 4:52 am

Além do que o CesarGomes já disse, deves respeitar opiniões contrárias, mesmo que não concordes, deixando de dizer coisas deste género :
“Claramente não sabes do que falas”, “Não digas asneiras Carlos, não digas asneiras.”
Isto não fica bem a ninguém, limita-te a apresentar argumentos que defendam a tua tese.

A- Reformular a rede (evitando aumento de custos)
Meireles88 Escreveu:1- Não podes simplesmente cortar uma linha pá! Isso é dares cabo de todo um serviço. Tu não estás bem a ver o comportamento das pessoas quanto a isso, é que não estás mesmo!
2- Falta o resto...

É isso que está escrito, “simplesmente cortar”!? ...

B- A Hierarquia da Rede Rodoviária e vantagens do prolongamento do Túnel
Meireles88 Escreveu:1- Quando digo "não há" digo que não é significativo. Se tiveres em conta que só Porto de Leixões movimenta mais de 2000 camiões por hora percebes o que digo...
2- Incomparável a VCI com a Júlio Fragata, incomparável. A VCI tem muito mais tráfego! Basta parares por lá umas horas para perceber isso!


1-Disseste que não havia, quando na verdade, no distrito de Braga, poucas são as estradas com mais tráfego pesado. Sendo que a Rodovia Norte desde a Estação até ao Nó do Hospital é o local com maior tráfego pesado do distrito.

2- Vivi lá 6 anos, mas isso nada interessa. Azar dos Távoras, a VCI também é monitorizada pelo IMT... Além de comparável, apenas em Paranhos se aproxima do dobro.
A isto acresce, que depois do Freixo, em Gaia, e após o nó com a A44 (AE que "corta" Gaia a meio, têm que colocar cruzamentos e semáforos, ao invés de continuarem a construir cidade sobre ela), a A20 como podes ver já tem menos tráfego que o eixo Fragata-Bartolomeu. De referir que a A20 é só a ligação A3-A1...

Meireles88 Escreveu:1- O problema é que a via à superfície NÃO DESAPARECE NUNCA porque há lá pessoas que moram e que precisam dessas ligações! Ou vais simplesmente desligar a rotunda das piscinas da parte Norte? Isso é surreal. Enterras tudo tu. É só dinheiro e problemas. Repara no túnel da Avenida. Nos últimos 3 anos quantas vezes foi fechado para manutenção? Para aí umas 20, no mínimo!
2- Não está não completamente errado! Os estudos e as boas práticas tiram-te toda a razão. Está na literatura.


1- Desaparece a via arterial de ligação nacional/regional..., na superfície fica a via de ligação local de acesso aos prédios, perfeitamente compatível com um cruzamento com semáforos. E ficam as vias dedicadas aos transportes públicos e modos suaves.
Se não concordas, assinala onde está a via regional/nacional na superfície.
Antes / Depois

Meireles88 Escreveu:1- Claramente não sabes do que falas. Com o semáforo e com o abrandamento de tráfego aumentas a fluidez e o fluxo. Dizeres que o fluxo hoje é ininterrupto é uma falácia enorme! Não tens. É mentira!
Hoje as pessoas passam ali a + de 90 km/h. Isso implica que as distâncias entre os automóveis sejam grandes. Se reduzes as velocidades essas distâncias diminuem, logo, no mesmo espaço, "cabem" mais automóveis. Consegues perceber esta coisa básica?????
2- A sinistralidade diminui porque as velocidades diminuem! É elementar para quem estuda a mobilidade!
Não estarão parados!
3- Podes usar o exemplo da VCI (onde há muitos mais milhares de carros do que na Avenida de Braga) que estava sempre encravada e que aumentaram a fluidez simplesmente reduzindo as velocidades!!!!

1- Aqui ficam os cálculos da capacidade das vias de fluxo livre 1, 2 e as referências de 1, 2. Quando o volume de tráfego se aproxima da capacidade máxima, os veículos tendem a circular em pelotões.
Qualquer pessoa tem a noção que se numa auto-estrada ou via arterial, for lá introduzido um cruzamento com semáforos, e se fecha o sinal durante x tempo (fluxo descontínuo/interrompido), a capacidade diminui… Mas para quem não tem essa noção, existem documentos/teses sobre o cálculo da capacidade das vias com fluxo interrompido.

Nos TUB andam a versar sobre o milagre dos automóveis, colocar semáforos e criar pelotões…
Além disso, se passam a 90km/h como dizes, passam em transgressão.

2- Quanto à sinistralidade não diminui porque estão a introduzir um cruzamento que obviamente introduz conflitos. Neste caso interromper o fluxo de uma via arterial para colocar um cruzamento com uma via local ou no máximo uma distribuidora local. Os argumentos que usas, só se aplicavam se já existisse um cruzamento sem semáforos.

Tipologia dos cruzamentos vs capacidade potencial, de referir que o TMD é superior a 70.000
Relação entre a hierarquia viária e a tipologia dos cruzamentos


3- Já está respondido no ponto 1.

Meireles88 Escreveu:1- Não vais ter ali nunca nenhuma praça se enfiares um túnel e muito menos uma trincheira. Nunca! E nada ali florescerá com um túnel! Tal como não floresce no centro, por onde passa o túnel.
2- Que sentido oposto pá? É uma IId, tanto agora como depois da intervenção. Tem importância para a cidade, mas tem estatuto de lugar ao nível do Neighbour.

1- Toda a gente sabe que no centro temos uma praça, que em Vigo, Madrid, Lisboa, Porto, ... por cima dos túneis onde circulam o metro ou tráfego automóvel temos praças com qualidade.
2- Falta a classificação das restantes vias. Em Braga o eixo Fragata-Bartolomeu que se interliga com o Fojo é a ligação regional e nacional, para os movimentos com origem/destino na Povoa de Lanhoso, Vieira do Minho e zona Este da cidade. Toda a cidade e pólos de dimensão regional perderão, mas em especial esta área da cidade e da região. É este tráfego que estão a misturar e a fazer colidir com vias citadinas onde se pretende ter cidade e economia local. Se classificas esta via como II, que vias classificas como nível I!?
Como sabes, no âmbito da revisão do PDM a circular externa (Variante da Encosta do Bom Jesus), que serviria para desclassificar este eixo, foi abandonada, portanto andar artificialmente a passar esta via de I para II é um erro crasso.

C - O BRT e os erros da linha circular apresentada, alternativas
Meireles88 Escreveu:1- Não digas asneiras Carlos, não digas asneiras.
Não sei se sabes mas os veículos podem ter o seu gabari dinâmico mais estreito. Aliás uma das coisas ditas em Gaia foi que os veículos da linha a norte terá, obrigatoriamente, que ser diferente, mais amigável, mais estreito, do que o do sul que terá maior capacidade.
O Arco tem 6 metros, no mínimo.
2 - Essa informação é criada pela Google, mas não tem em conta o tráfego, como é óbvio. Enfia-te lá no autocarro.

3- Não, isso é mentira. A mobilidade nunca se discutiu tanto quanto agora. E já desde 2012 que isto vem sendo publicamente discutido e falado. Não tens ido a todas as palestras sobre o tema...

1- Portanto, confirmas que na Rua do Souto e Avenida Central (Rua da Igreja dos Congregados) fica o corredor do sentido Estação-UM. Enquanto que no Campo da Vinha e Rua dos Capelistas fica o corredor do sentido UM-Estação.
Qual será a dimensão do corredor?
Qual será a dimensão do BRT “leve” que lá pretendem colocar?
Qual a sua capacidade?
Qual a velocidade comercial?
Qual a velocidade máxima que pretendem que atinja?


2- Não, esta informação está de acordo com os horários dos TUB. O tempo apresentado entre as estações terminais é o tempo apresentado nos horários dos TUB.

3- Claro, tenho vida profissional. Mas tenho perfeita noção que se todos os bracarenses se interessassem tanto como eu por este assunto, este plano dos TUB já teria sido arquivado.

Meireles88 Escreveu:1- "Um estudo feito para" é diferente de "Um estudo dos". Muito diferente. Até porque pode não se concordar com o "para".
Se está na net é verdade... não é? xD Nossa senhora...

2- A circular Norte é MUITO longe dos pontos geradores de mobilidade e das paragens com mais movimento. Ou seja, é muito longe do sítio para onde se quer ir. Já para não falar que a António Macedo é variante. Da CP até às Infias é uma variante.


1- Net!? Informação Metro do Porto

2- Quanto à classificação da via da CP até Infias, tem que ser a mesma do eixo Fragata-Bartolomeu, uma representa a interligação regional/nacional a norte da cidade e a outra a este, são parte integrante da circular de Braga. Nenhuma tem via alternativa, atual ou prevista.
Quanto aos polos geradores:
- "Estação Ferroviária" um dos principais polos geradores de movimentos da região;
- "S.Martinho viaduto/Mercado" faz a interligação com as linhas da EN201 e tem o mercado a menos de 250metros;
- "Estação de Camionagem" tem a estação a menos de 250 metros e urbanizações densas;
- "Quinta do Mundo/Fontainhas" tem provavelmente a urbanização mais densa da cidade e o Centro de Saúde (USF) de S. Vicente a menos de 250metros;
- "Nó de Infias" interliga com as linhas da EN101 serve a urbanização da “Taberna Belga” e parte nordeste da Urb. Quinta do Mundo;
- "Quartel/Areal" além do Quartel serve as Ruas de Timor, Areal de Cima e Baixo;
- "Retail Center" superfície comercial de média/grande dimensão e área residencial densa a menos 250m;
- "Hospital" um dos principais polos geradores de movimentos da região;
- “UM” um dos principais polos geradores de movimentos da região;

Esta "anel de mobilidade" em forma de linha circular, integra e distribui os diversos eixos que chegam ao perímetro urbano, e serve vários pólos muito importantes. Complementando com outras linhas lineares podia ser a base da reestruturação da rede dos TUB.

Meireles88 Escreveu:Não vão estourar cidade nenhuma! Vão melhorar, e muito, a qualidade de vida da população.


A área pedonal vai ficar muito pior, a infraestrutura rodoviária vai recuar 2 décadas, e as duas linhas BRT terão coberturas sobrepostas, além disso a norte terá menor capacidade e será mais lenta não cumprindo a velocidade comercial os padrões mínimos de qualidade do BRT.
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Re: TUB

Mensagempor pnfernandes » segunda abr 18, 2016 7:51 am

karlussantus Escreveu:1- Portanto, confirmas que na Rua do Souto e Avenida Central (Rua da Igreja dos Congregados) fica o corredor do sentido Estação-UM. Enquanto que no Campo da Vinha e Rua dos Capelistas fica o corredor do sentido UM-Estação.
Qual será a dimensão do corredor?
Qual será a dimensão do BRT “leve” que lá pretendem colocar?
Qual a sua capacidade?
Qual a velocidade comercial?
Qual a velocidade máxima que pretendem que atinja?




Eu, para ser muito sincero, não disponho da mesma capacidade de análise especifica que muitos de vocês possuem, para argumentar sobre os prós e contras de algumas das soluções que foram apresentadas.

Mas, no entanto, a ser verdade que a proposta da TUB atravessa a área pedonal em ruas tão estreitas como a Rua do Souto e Rua dos Capelistas, parece-me que o assunto deve ser mais divulgado e discutido. Garanto que 90% dos bracarenses desconhecem isso. E deviam conhecer.

Penso que bastava 1 ou 2 artigos de opinião dos jornais locais com títulos como "TUB quer passar por dentro do Arco da Porta Nova", "TUB vai atravessar a Rua do Souto", para que muitas mais pessoas se interessassem e obrigassem os dirigentes da empresa a divulgarem os estudos e as suas ideias de forma muito mais clara.

Ninguém quer escrever o artigo, ou lançar um site tipo o da defesa do São Geraldo? Ou outra coisa qualquer?

Parece-me que se isto não é discutido já, enquanto há tempo para corrigir pormenores, o mal estará feito e andar para trás é sempre complicado.
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Re: TUB

Mensagempor Meireles88 » segunda abr 18, 2016 10:43 am

karlussantus Escreveu:Além do que o CesarGomes já disse, deves respeitar opiniões contrárias, mesmo que não concordes, deixando de dizer coisas deste género :
“Claramente não sabes do que falas”, “Não digas asneiras Carlos, não digas asneiras.”
Isto não fica bem a ninguém, limita-te a apresentar argumentos que defendam a tua tese.

Eu respeito opiniões dos outros. E vou continuar a dizer essas coisas quanto te baseias no que te parece e não em factos.

karlussantus Escreveu:É isso que está escrito, “simplesmente cortar”!? ...


Sim, tu queres cortar uma das linhas em duas. Isso leva a muitos problemas que, claramente, desconheces.

karlussantus Escreveu:1-Disseste que não havia, quando na verdade, no distrito de Braga, poucas são as estradas com mais tráfego pesado. Sendo que a Rodovia Norte desde a Estação até ao Nó do Hospital é o local com maior tráfego pesado do distrito.

2- Vivi lá 6 anos, mas isso nada interessa. Azar dos Távoras, a VCI também é monitorizada pelo IMT... Além de comparável, apenas em Paranhos se aproxima do dobro.
A isto acresce, que depois do Freixo, em Gaia, e após o nó com a A44 (AE que "corta" Gaia a meio, têm que colocar cruzamentos e semáforos, ao invés de continuarem a construir cidade sobre ela), a A20 como podes ver já tem menos tráfego que o eixo Fragata-Bartolomeu. De referir que a A20 é só a ligação A3-A1...

1- Quando digo que "não há" é porque ele é tão pouco que nem se considera. É indiferente para as contas.

2-Não interessa nada teres vivido lá ou não. Isso não te dá mais ou menos perspetiva sobre as coisas. Mas se viveste lá ainda menos devias dizer isso, ou então não andavas mesmo atento. A VCI tem mais tráfego do que a Júlio Fragata + Bartolomeu dos Mártires. Se os dados que apresentas demonstras o contrário então, claramente, estão errados e não são de confiança. Há coisas básicas.

karlussantus Escreveu:
1- Desaparece a via arterial de ligação nacional/regional..., na superfície fica a via de ligação local de acesso aos prédios, perfeitamente compatível com um cruzamento com semáforos. E ficam as vias dedicadas aos transportes públicos e modos suaves.
Se não concordas, assinala onde está a via regional/nacional na superfície.
Antes / Depois



Antes de tudo é preciso clarificar uma coisa. Tu ali não tens nem uma auto-estrada nem uma arterial. Isto é um facto tanto pelo que está no PDM como pelo perfil da rua.

O que tu propões é um cruzamento tipo Rodovia/Avenida da Liberdade. [ironia] Muito agradável para os peões e as pessoas que andam de bicicleta e de transporte público... muito[/ironia] Enfim.
Já para não falar que esse teu desenho não é possível. Essa entrada e saída a Norte tem que ser muito mais longo por causa das entradas/saídas que sugeres para o parque do BragaParque! Já para não falar que com essas entradas e saídas que propões para a rotunda das piscinas ainda mais caos ias ter!

Não podes desenhar as coisas assim, sem conhecer o que está no terreno e sem conhecer o que está por baixo da estrada: Um dos maiores lençóis freáticos de Braga. E tens muitas coisas para respeitar. Tu com essas entradas e saídas ias piorar o trânsito e aumentar a sinistralidade! Teres quatro vias, que queres que suportem altas velocidades (que vai contra as regras de segurança dos túneis), enterradas a receber tráfego da rotunda das piscinas numa via descendente com elevado declive... nunca mais consegues fazer a inserção desse tráfego, ias aumentar mais o congestionamento nas piscinas. Muito mais.

karlussantus Escreveu:
Meireles88 Escreveu:1- Claramente não sabes do que falas. Com o semáforo e com o abrandamento de tráfego aumentas a fluidez e o fluxo. Dizeres que o fluxo hoje é ininterrupto é uma falácia enorme! Não tens. É mentira!
Hoje as pessoas passam ali a + de 90 km/h. Isso implica que as distâncias entre os automóveis sejam grandes. Se reduzes as velocidades essas distâncias diminuem, logo, no mesmo espaço, "cabem" mais automóveis. Consegues perceber esta coisa básica?????
2- A sinistralidade diminui porque as velocidades diminuem! É elementar para quem estuda a mobilidade!
Não estarão parados!
3- Podes usar o exemplo da VCI (onde há muitos mais milhares de carros do que na Avenida de Braga) que estava sempre encravada e que aumentaram a fluidez simplesmente reduzindo as velocidades!!!!


1- Aqui ficam os cálculos da capacidade das vias de fluxo livre 1, 2 e as referências de 1, 2. Quando o volume de tráfego se aproxima da capacidade máxima, os veículos tendem a circular em pelotões.
Qualquer pessoa tem a noção que se numa auto-estrada ou via arterial, for lá introduzido um cruzamento com semáforos, e se fecha o sinal durante x tempo (fluxo descontínuo/interrompido), a capacidade diminui… Mas para quem não tem essa noção, existem documentos/teses sobre o cálculo da capacidade das vias com fluxo interrompido.

Nos TUB andam a versar sobre o milagre dos automóveis, colocar semáforos e criar pelotões…
Além disso, se passam a 90km/h como dizes, passam em transgressão.

2- Quanto à sinistralidade não diminui porque estão a introduzir um cruzamento que obviamente introduz conflitos. Neste caso interromper o fluxo de uma via arterial para colocar um cruzamento com uma via local ou no máximo uma distribuidora local. Os argumentos que usas, só se aplicavam se já existisse um cruzamento sem semáforos.

Tipologia dos cruzamentos vs capacidade potencial, de referir que o TMD é superior a 70.000
Relação entre a hierarquia viária e a tipologia dos cruzamentos


3- Já está respondido no ponto 1.


1- E então? Com esses gráficos só me dás razão: Baixas as velocidades -> aumentas a capacidade, logo podes passar a ter semáforos. Carlos eu já lá estive a ver um dia inteiro de tráfego por mais que uma vez, não tens pelotões nem em 10% do tempo. O que esse gráfico te diz é que se conseguires ter pelotões durante mais tempo do dia então vais ter mais capacidade por hora. Ou seja, reduzes as velocidades e a capacidade da via aumenta-te. Se a capacidade da via aumenta e se tiveres o mesmo número de carros, então tens mais carros a debitar por hora, a circularem a uma velocidade menor e a poderem parar por pouco tempo de modo a manter a fluidez.

Não é versar. É básico: Quanto mais espaço e mais condições crias para os carros então mais carros vais ter. E não é isso que pretendes, nem a Europa te deixa.

2- Diminui porque diminuis a velocidade de circulação. A questão é que não colocavas só semáforos nesse cruzamento. Tens que colocar mais ao longo da via por forma a manter os pelotões e controlo de velocidade. E isso é que te permite ter um cruzamento semaforizado ali.

Se na hora de ponta da manhã (pico máximo do dia) tens 2400 carros, como é que tens esse TMD? Esses valores não estão bem. Desculpa mas não estão bem. Contesto completamente esses valores e o meu argumento são contagens que eu fiz in loco durante vários dias.

E mais. Esses gráfico que apresentas são para cruzamentos de todos os tipos de veículos. Aqui não vais ter isso, logo, não não podes usar esse gráfico. Quanto à tabela da distribuidora já te disse que isso é do século passado. Esta fora de uso.

3- Continuo a dizer que não podes comparar o incomparável. A VCI liga auto-estradas e é em trincheira. A Júlio Fragata + Bartolomeu dos Mártires são distribuidoras principais com entradas para apartamentos, passeios, comércio, paragens de autocarro, etc.

karlussantus Escreveu:
1- Toda a gente sabe que no centro temos uma praça, que em Vigo, Madrid, Lisboa, Porto, ... por cima dos túneis onde circulam o metro ou tráfego automóvel temos praças com qualidade.
2- Falta a classificação das restantes vias. Em Braga o eixo Fragata-Bartolomeu que se interliga com o Fojo é a ligação regional e nacional, para os movimentos com origem/destino na Povoa de Lanhoso, Vieira do Minho e zona Este da cidade. Toda a cidade e pólos de dimensão regional perderão, mas em especial esta área da cidade e da região. É este tráfego que estão a misturar e a fazer colidir com vias citadinas onde se pretende ter cidade e economia local. Se classificas esta via como II, que vias classificas como nível I!?
Como sabes, no âmbito da revisão do PDM a circular externa (Variante da Encosta do Bom Jesus), que serviria para desclassificar este eixo, foi abandonada, portanto andar artificialmente a passar esta via de I para II é um erro crasso.



1- Não não temos. Tens um espaço que no verão é impossível de se estar por causa do betão excessivo e da impossibilidade de plantares árvores. Já para não falar que tens um túnel que só lá leva poluição e ainda aquece mais a superfície. Não tens nenhuma praça na Rodovia/Av. Da Liberdade, nem na Rotunda do Santos da Cunha, nem na Rotunda das Piscinas, nem na Av. 31 de Janeiro/Rodovia. Ou tens e eu não sei?!?!?!?!? -.-

2-"Povoa de Lanhoso, Vieira do Minho e zona Este".

Estes usam a Variante do Fojo e não passam pela Júlio Fragata. Estás a falar dos movimentos pendulares Este - Norte? Ainda menos são... E se retirares o tráfego interno ao Concelho que passa por aí ainda mais fluidez tens.

Também estive a estudar a Variante do Fojo e contei carros. Não tens tráfego por aí além. Os que vêm para parar em Braga passarão a ter uma alternativa melhor parando o carro no interface do Novainho.

Não é erro crasso nenhum. Carlos tu chegas à rotunda da Prio, ou à rotunda da Paz e entras na cidade. Chegas a Infias ou ao Minho Center e entras na cidade. Se entras na cidade não podes passar rápido. Não podes, simplesmente porque entraste na cidade. Tens que andar devagar. Senão não tens cidade! Isto é um pressuposto em qualquer parte do mundo!

As ligações maiores são as Norte-Sul e as Oeste-Norte ou Oeste-Sul e essas continuarão a existir. É preciso fazer um trevo em Infias e o tráfego passará a contornar a cidade apenas por Oeste. O tráfego proveniente de Este e que não quer ficar na cidade é pouco e esse conseguirá passar por ela confortavelmente se tiveres velocidades constantes agradáveis, mesmo com semáforos. O que precisas é de diminuir o número de carros que circulam desnecessariamente e que deixariam de circular se tivessem uma alternativa melhor, que é o que se pretende com isto tudo.

karlussantus Escreveu:1- Portanto, confirmas que na Rua do Souto e Avenida Central (Rua da Igreja dos Congregados) fica o corredor do sentido Estação-UM. Enquanto que no Campo da Vinha e Rua dos Capelistas fica o corredor do sentido UM-Estação.
Qual será a dimensão do corredor?
Qual será a dimensão do BRT “leve” que lá pretendem colocar?
Qual a sua capacidade?
Qual a velocidade comercial?
Qual a velocidade máxima que pretendem que atinja?


2- Não, esta informação está de acordo com os horários dos TUB. O tempo apresentado entre as estações terminais é o tempo apresentado nos horários dos TUB.

3- Claro, tenho vida profissional. Mas tenho perfeita noção que se todos os bracarenses se interessassem tanto como eu por este assunto, este plano dos TUB já teria sido arquivado.

1- Não confirmo nem desminto nada. Apenas digo que para atravessar determinadas zonas existem alternativas tecnicamente viáveis e testadas. Quem está com o dossiê é que te pode dar essas respostas.

2- Os horários dos TUB presumem fluidez do autocarro. Mas muitas vezes existem congestionamentos o que leva a atrasos. Se usares a aplicação percebes isso.

3- Não me parece que tivesse sido arquivado até porque isso não é dos "TUB", é do Ricardo Rio desde 2012. E ele foi eleito com esta bandeira. Ainda bem que nem todas as palestras foram em horário de trabalho. E ainda bem que as que foram estão filmadas e publicadas no youtube.

karlussantus Escreveu:1- Net!? Informação Metro do Porto

2- Quanto à classificação da via da CP até Infias, tem que ser a mesma do eixo Fragata-Bartolomeu, uma representa a interligação regional/nacional a norte da cidade e a outra a este, são parte integrante da circular de Braga. Nenhuma tem via alternativa, atual ou prevista.
Quanto aos polos geradores:
- "Estação Ferroviária" um dos principais polos geradores de movimentos da região;
- "S.Martinho viaduto/Mercado" faz a interligação com as linhas da EN201 e tem o mercado a menos de 250metros;
- "Estação de Camionagem" tem a estação a menos de 250 metros e urbanizações densas;
- "Quinta do Mundo/Fontainhas" tem provavelmente a urbanização mais densa da cidade e o Centro de Saúde (USF) de S. Vicente a menos de 250metros;
- "Nó de Infias" interliga com as linhas da EN101 serve a urbanização da “Taberna Belga” e parte nordeste da Urb. Quinta do Mundo;
- "Quartel/Areal" além do Quartel serve as Ruas de Timor, Areal de Cima e Baixo;
- "Retail Center" superfície comercial de média/grande dimensão e área residencial densa a menos 250m;
- "Hospital" um dos principais polos geradores de movimentos da região;
- “UM” um dos principais polos geradores de movimentos da região;

Esta "anel de mobilidade" em forma de linha circular, integra e distribui os diversos eixos que chegam ao perímetro urbano, e serve vários pólos muito importantes. Complementando com outras linhas lineares podia ser a base da reestruturação da rede dos TUB.


1- E? Não é na net isso? Repara que eles põem o nome entre aspas. Porque será. É um engana meninos.

2- "Quanto à classificação da via da CP até Infias, tem que ser a mesma do eixo Fragata-Bartolomeu"

Errado. Os perfis são completamente diferentes e o ambiente urbano também. É o que dá usar uma lógica de ligação e esquecer o "Status Link".

A António Macedo tens uma via sem entradas para garagem. Até Infias tens que ter um tipo de via e depois tens que continuar essa via para Norte arranjando o Nó de Infias. Depois do Hospital/7 Fontes até ao Minho Center tens outro perfil diferente. É uma Avenida com entradas para casas, restauração, comércio, paragens BUS, passeios, enfim, há vida ali, há cidade, há movimentos importantes de pessoas. Não é como na António Macedo.

Não vou discutir essas tuas "paragens" porque estás a palpitar sem ter dados concretos de cada paragem. Para teres uma ideia, todas as linhas que vêm do centro em direção à central de camionagem (que são só 25) praticamente não param no Viaduto. E olha que são as linhas mais procuradas pelas pessoas.

karlussantus Escreveu:
A área pedonal vai ficar muito pior, a infraestrutura rodoviária vai recuar 2 décadas, e as duas linhas BRT terão coberturas sobrepostas, além disso a norte terá menor capacidade e será mais lenta não cumprindo a velocidade comercial os padrões mínimos de qualidade do BRT.


Não vai ficar pior porque vai ter mais gente a poder passar ali.
Para tomares nota:
->Uma paragem/estação de transporte público tem um impacte positivo em toda a economia na sua envolvente num raio de até 500 metros.
-> Uma paragem/estação cobre um raio de 350m. No caso do Anel da Mobilidade só tens sobreposição nas pontas (interfaces) e na zona da Rua Nova de Santa Cruz. Mais nada.

Sabes que a velocidade comercial é a média de velocidades certo?

Neste momento entre o Novainho e Ferreiros tens uma velocidade comercial que anda entre os 7 e os 11 km/h.
No anel Norte terás uma extensão de 7 km, sendo que apenas em 1 km (no máximo) passará na zona pedonal.
Até podes ter o veículo a ser limitado eletronicamente na zona pedonal e andar a 10 km/h (velocidade hoje permitida aos automóveis que aí circulam definida no regulamento de acesso automóvel ao centro histórico) durante 1 km e nos restantes 6 km anda a uma velocidade maior. No final tens uma velocidade comercial (bem) superior à atual, logo consegues com o mesmo número de veículos prestar mais serviço.
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Re: TUB

Mensagempor Mr Strangelet » segunda abr 18, 2016 1:05 pm

[quote="pnfernandes"]

Ninguém quer escrever o artigo, ou lançar um site tipo o da defesa do São Geraldo? Ou outra coisa qualquer?

[quote]

Creio que isto começa a torna-se um dever cívico.
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Re: TUB

Mensagempor CesarGomes » terça abr 19, 2016 7:30 pm

Meireles continuas com o mesmo tom e não fundamentas. Referências!?
Quanto ao projecto em sim:
- Tenho muitas dúvidas aos semáforos em S. Victor o Velho. (Eu até apoiava a intenção dos TUB, mas tem que ser criada um alternativa)
- Não entendo porque a linha não vai ao hospital.
- Porquê linhas paralelas tão próximas? Não faz sentido, parece-me investimento redundante.
- BRT na rua do Souto não. Ideologicamente sou contra.
- Faz sentido a linha passar perto do novo estádio? Não sei, mas a TUB tem que saber já que anda a fazer estudos.
- Porque fico com a ideia que este projecto renega o maior fluxo de pessoas para a cidade? (origem de norte concelho, Vila Verde e Amares) E centra-se apenas no eixo UM - Centro - Ferreiros. Simplesmente não entendo.
- E por falar em transportes mais "verdes" (que raio de termo mas pronto), onde posso ver as ciclovias (as tais suaves) da zona norte para o centro da cidade. (a sério desconheço! Já via as da cidade para zona sul...)
- Outro aspecto curioso é a falta de discussão para deslocações de estudantes. É sabido que os estudantes representam uma fatia considerável no transporte público regular. O metro do Porto teve isso em atenção para os maiores centros estudantis. No caso de Braga o que diz este projecto, como solução, para aquela confusão da rotunda de Infias?
- No eixo Maximinos-Ferreiros tenho mesmo muitas dúvidas que justifiquem duas linhas. Gostava de ver provas fundamentadas sobre isso.
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