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Formas de Luta  

Espaço para a discussão sobre temas da nossa sociedade e política.

Mensagempor karlussantus » quarta abr 21, 2010 5:19 pm

Património Arqueológico - uma aposta séria
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(imagem retirada do Blog "Farricoco")

A Câmara Municipal de Braga divulgou, recentemente, que incluirá nas suas opções estratégicas o Parque Arqueológico de Braga e a Musealização de algumas estruturas arqueológicas.

Esta aposta parece-nos feliz, pelo muito que há a fazer neste sector. Braga, enquanto cidade herdeira de um vasto património cultural, merece, da parte do Município e dos cidadãos um respeito e aposta na sua valorização.

É importante que se invista neste sector, pois, além de preservarmos as nossas heranças culturais, estaremos a investir numa indústria que traz retorno financeiro. A indústria do turismo e do património gera recursos que são uma mais valia para a cidade. A procura turística, cada vez mais empenhada em trazer novos públicos a Braga, necessita de objectos e objectivos para satisfazer quem procura a nossa cidade. Divulgar o nosso património e torná-lo apetecivel como "produto" unico de uma civilização é algo que marcará a cidade e demarcar-nos-á por excelência enquanto opção prioritária como destino turístico.

Esperamos, pois, que seja uma opção séria e que não seja uma forma de escamotear as frágeis necessidades que o património bracarense tem e as constantes pressões a que é posto à prova.

http://jovemcoop.blogspot.com/2010/04/p ... posta.html


Devíamos lutar por mais apoios ao Património Arqueológico e também Arquitectónico, por recuperar... o turismo é forçosamente uma forma de requalificar e criar emprego na nossa região/cidade.
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Mensagempor karlussantus » segunda abr 26, 2010 7:24 pm

Os" tansos" que estão à frente de Barcelos, Famalicão, Guimarães, Braga, deviam olhar para esta imagem aérea e exigir ligações para o quadrilátero.

http://browse.digitalglobe.com/imagefin ... dth=natres

Vemos amplas vias em zonas pouco povoadas em construção, e aqui temos que andar a pedir esmolas... ficamos a olhar para o boneco...

-Joane pede ligação a Braga e a CCDR-N não aceita.
-Braga pede IP/IC para a ligação a Monção e a Chaves/Bragança e a CCDR-N diz que melhorar a nacional já chega.
-Famalicão e Guimarães precisam de rodovias para servir a zona urbanizada que liga os dois municipios e a CCDR-N faz uma Auto-estrada de cariz regional e ligação transfronteiriça...
-A ligação Viana-Braga-Guimarães não existe, apenas auto-estradas carissimas e com trajectos ridículos...
-Variante à EN para ligar Braga-Avepark-Guimarães, não existe.
-Famalicão-Barcelos não existe...
-Ligação Ferroviária(LF) Viana-Braga-Guimarães não existe
-LF Barcelos-Braga-Guimarães não existe
...

Não temos voz política, só nos mandam artolas que percebem nada do Distrito e são eleitos pelo Distrito para depois ficarem lá em Lisboa a fazer... nada... Os nossos Presidentes de Camara também são "limitados", não têm visão do que devemos ser na região...
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Re: Formas de Luta

Mensagempor karlussantus » segunda abr 26, 2010 8:38 pm

Para quem quiser participar... Penso que o PIDDAC regionalizado, e as obras em curso deixam a descoberto a diferença de tratamento que existe no Norte Litoral, e se nada for feito, todo o Distrito se tornara numa periferia...
Ainda para mais se tivermos em conta a nova posição de Cavaco Silva, apelado ao investimento na segunda centralidade, Porto.

Aqui fica.

Contactos: geral@cm-guimaraes.pt; camaramunicipal@vilanovadefamalicao.org; gab.presidencia@cm-braga.pt; geral@cm-barcelos.pt; geral@cm-vizela.pt; geral@cm-fafe.pt; geral@cm-vilaverde.pt; redaccao@diariodominho.pt; redaccao@correiodominho.pt; noticias@jn.pt; jn.online@jn.pt; dn@dn.pt; JMG@mediafin.pt; bloco.braga@gmail.com; geral@psdbraga.com; braga.pcp@pcp.pt; cidadebraga.pcp@gmail.com; pcpguimaraes@sapo.pt


Assunto:
Uma periferia a curto prazo (PIDDAC)
Mensagem:
Tendo a oportunidade de consultar os “PIDDAC” relativos aos últimos 10 anos, o PROT-N elaborado pela CCDR-N, e sabendo das obras em curso, como se pode constatar na imagem de satélite, vemos a enorme rede “CREP”, que está em construção.

Fica evidente a diferença de tratamento que actualmente existe entre o Distrito do Porto e o Distrito de Braga, é facilmente constatável que os investimentos globais “per capita” no nosso Distrito, estão manifestamente abaixo da média nacional, e também muito abaixo do investimento feito no Distrito do Porto.

Penso que urge uma tomada de posição por parte dos municípios que compõem o Distrito, em especial das principais centralidades, que não poderão competir nem se afirmarem como centralidades no panorama do Norte Litoral, perante investimentos tão dispares, todo o distrito vai tornar-se numa periferia do “Grande Porto” a médio/longo prazo…

Face à CREP, as seguintes vias já deviam estar em curso:
-Ligação VIM(Joane)-“Circular” de Braga;
-IC/IP Braga-Monção
-IC/IP Braga-Chaves(Bragança)
-Ligação(formato de Variante) Famalicão- Guimarães (necessária, ao invés da Auto-estrada de cariz regional e ligação transfronteiriça, que foi feita)
-Ligação Viana-Braga-Guimarães (Viana-Braga novo troço ~27km entre Mazarefes-Prado, Braga-Guimarães novo troço de ~13km, Nogueira-(Túnel)-Balazar-Avepark-Azurem)
-Famalicão-Barcelos
-Prolongamento da Variante N14 da Cruz até Braga
-Ligação Ferroviária(LF) Viana-Braga-Guimarães
-LF Barcelos-Braga-Guimarães

Infelizmente muitas outras áreas poderiam ser colocadas para exemplificar o “abandono” em que o Distrito se encontra…
Neste momento é clara a falta de “voz política” do nosso Distrito, evidente na Assembleia da Republica, na comunicação social nacional, mas também na falta de uma entidade que represente de forma activa as centralidades do Distrito, e na falta de visão Regional que praticamente todos os presidentes de Câmara do Distrito de Braga revelam, preferindo lutar pelo pouco que é atribuído ao Distrito, em vez de lutarem em primeiro lugar, por um investimento global muito maior no nosso Distrito.
Basta recorrer ao PIDDAC regionalizado por Distrito, fazer um simples calculo per capita, para se verificar que em relação à média nacional, nos últimos 10 anos o Distrito de Braga ficou a perder um valor superior a 1.200.000.000€. Inacreditável principalmente se tivermos em conta que não há qualquer personalidade política do Distrito capaz de tornar “pública” esta evidência.

Grato pela atenção dispensada
Carlos Santos

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Mensagempor jomavebe » sábado mai 08, 2010 9:37 pm

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Re: Formas de Luta

Mensagempor karlussantus » sábado jun 05, 2010 10:22 am

Como entendo que a coesão do desenvolvimento urbano de Braga deve ser uma causa pela qual lutar, aqui fica.

'gab.presidencia@cm-braga.pt'; 'redaccao@diariodominho.pt'; 'redaccao@correiodominho.pt'; 'noticias@jn.pt'; 'jn.online@jn.pt'; 'dn@dn.pt'; 'bloco.braga@gmail.com'; 'geral@psdbraga.com'; 'braga.pcp@pcp.pt'; 'cidadebraga.pcp@gmail.com'; bracara.angustia@gmail.com; bragamaldita@gmail.com; rrio@juntosporbraga.com; municipe@cm-braga.pt; contacto@guiadebraga.com

Com relação às recentes notícias da pretensão de elevação de Celeirós a Vila, e do apoio da Câmara Municipal de Braga, venho expor a minha visão sobre esta matéria, procurando ser breve e expondo de forma sintetizada o conhecimento que pode ser retirado dos diversos dados e estudos do INE e de outras entidades de referência (CCDR-N, AMVC)

É necessário compreender o que deve ser “Braga cidade contínua”, “Braga na região”, e “Braga no panorama nacional/transfronteiriço”, com o intuito de procurar o melhor para o município, e não uma vantagem pontual para uma freguesia, que se torna num entrave na estratégia de desenvolvimento e afirmação do município.

Conhecendo e compreendendo:
- o dispersivo sistema urbano que existe, em especial no Norte Litoral de Portugal;
- o erro na concepção das principais cidades de Portugal, Lisboa e Porto, com núcleos citadinos pequenos e com arredores demasiado extensos para as cidades em questão, os quais se desenvolveram como nódulos descontínuos, em volta de pólos secundários (municípios, cidades e vilas), retirando coesão, eficiência, competitividade, poder de afirmação e crescimento às respectivas Áreas Metropolitanas (AM);
-a falta de centralidades alternativas às duas principais AM de Portugal;
-a polarização política excessiva do Norte em torno do Porto, com falta de voz política das regiões Minho e Trás-os-Montes;
-a necessidade de afirmar Braga como claramente o terceiro pólo urbano de Portugal.

Não é compreensível verificar vantagem em classificar freguesias que já fazem parte da cidade estatística de Braga (INE-2001), Gualtar, Dume, Real, Frossos, Lomar, Celeirós, Aveleda, ou outras que se encontram em zonas de expansão da área urbana, Palmeira, Adaúfe, Merelim (S.Paio e S.Pedro), Panoias, etc… como vilas só porque possuem infra-estruturas estratégicas da cidade de Braga, como a UM, Pólos Industriais, MARN, Serviços, Escolas, etc…
“Braga cidade contínua”, deve procurar prolongar a sua expansão, e pautar pela afirmação da diferença no Norte Litoral, procurando afirmar-se desta forma, a médio/longo prazo, como a maior cidade do Norte Litoral, ao invés do restante Norte Litoral, onde proliferam as vilas e cidades “intra-municipais” como em Guimarães, Famalicão, Felgueiras, Matosinhos, Gondomar, Valongo, Gaia, etc… , que retiram coesão e projecção ao município. Neste contexto a própria AMP, onde o município do Porto se apresenta demasiado pequeno e onde proliferam as cidades satélites que estão em descontinuidade com a malha urbana do Porto, fazem com que esta perca claramente poder de afirmação.

No contexto de “Braga cidade contínua”, deve procurar-se portanto a criação de Avenidas e Arruamentos de cariz citadino que prolonguem a “noção de cidade contínua”, além das freguesias de Sequeira, Celeirós, Aveleda, Lomar, Arcos, e não o inverso. Os melhores exemplos de integração das freguesias no conceito de “cidade contínua” são a Variante do Fojo e a Variante da Encosta, que levaram à transferência da zona de expansão das mesmas, para as imediações e ramificações destas estruturas rodoviárias, em vez de se constituírem como nódulos com crescimento em torno do centro “histórico” da freguesia, passaram então a constituir um crescimento em continuidade com a cidade de Braga, resultando numa evidente vantagem para o crescimento da cidade e para a mobilidade dentro do município, permitindo a Braga ser uma das cidades com maior crescimento do país, e torná-la já em 2001 na maior cidade fora da AMP e AML.

No plano regional, Braga deve procurar a criação urgente da AM de Braga, com base nos municípios de Braga, Vila Verde e Amares, que é sustentada pelos estudos de mobilidade que demonstram que mais de 20% da população activa e estudantil de Amares e Vila Verde se desloca para Braga (com base nos dados do INE de 2001), factor esse que na AMP apenas é cumprido pelos municípios de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Valongo, sendo que a AMP já conseguiu uma expansão artificial muito além desses 6 municípios centrais, com evidentes vantagens políticas.
Com base nesta AM Braga, deve procurar-se uma expansão e integração de Barcelos e Povoa de Lanhoso, e a consolidação da área urbana contínua com Amares e Vila Verde, onde está projectada a Variante do Cávado (transversal em relação à cidade), e onde deviam também ser criadas duas Avenidas novas no sentido Sul-Norte, que à imagem da Variante do Fojo e da Encosta, criassem um crescimento contínuo com a cidade, e transferissem as novas zonas a urbanizar para as imediações dessas novas vias, e não em torno de arruamentos centralizados nas freguesias, e de acordo com as pressões imobiliárias, que só fazem perder a mobilidade global no Município, e o conceito de cidade contínua.
Além disto deve procurar-se juntamente com os membros do quadrilátero criar a AM Minho, ou Conurbação Minho (uma vez que se trata de uma AM policentrica), que devido às rivalidades existentes, não tem avançado, pelo que urge estudar a criação política da AM centralizada em Braga, que já existe na realidade, tal como acima foi referido.

Neste plano de afirmação regional e analisando o Norte Litoral, tal como consta no PROT-N, Braga tem que procurar ser a cidade referência para a sub-região Minho, e nesse sentido Braga cidade deve procurar penetrar no Vale do Ave afirmando-se como a principal centralidade, isto passa pelo desenvolvimento de novas ligações rodoviárias e ferroviárias estratégicas a Sul da cidade, onde estão as ligações às Auto-Estradas Regionais/Nacionais, e onde se destaca claramente a necessidade de criação de uma nova ligação de Braga a Joane (e à VIM), colocando assim toda a cidade mais próxima desta área do Vale do Ave, que comporta uma população superior a 100.000 habitantes e que compreende vilas de grande dimensão, como Joane, Ronfe, zona de Riba de Ave, Vila das Aves, Lordelo, Moreira de Conegos, etc…
A região de Celeirós, Aveleda, Lomar, entra claramente na zona de influência destas novas rodovias. Seria de grande importância criar uma centralidade e zona de expansão da cidade nesta zona Sul, onde se deveriam implantar serviços, comercio e investimentos de projecção regional e transfronteiriça, como por exemplo IKEA, El Corte Inglês, sedes de empresas, serviços públicos, etc… A intenção é criar uma centralidade junto aos nós das AEs que além de ser referência para Braga e AM Braga (acima descrita), seja também referência para o Vale do Ave, restante Minho, Trás-os-Montes, e ainda para a AMP e Espanha, além da criação da plataforma logística Braga/Barcelos (que consta da revisão do PDM). Como tal, torna-se necessária requalificação e melhoria da infra-estrutura rodoviária nesta zona, que passa pela criação de uma Avenida/Variante de sentido Norte-Sul, e de uma Avenida/Variante de sentido Este-Oeste.
As novas vias e as zonas de influência estão exemplificadas em esboço nas imagens seguintes.
http://s245.photobucket.com/albums/gg64 ... onaSul.jpg
http://s245.photobucket.com/albums/gg64 ... eBraga.jpg

Esta infra-estrutura é claramente muito mais importante do que a “Variante Nordeste”, a ligar a Variante do Cávado à Variante do Fojo e de Gualtar, que está contemplada na revisão do PDM. Permite a consolidação da cidade contínua além de Ferreiros, integrando a zona da Aveleda-Celeirós-Lomar, e projectando a cidade para a afirmação regional.

Resumindo e concluindo, devia ser realizado um plano de desenvolvimento da zona de Sequeira, Aveleda, Celeirós, Lomar, que claramente deve passar pela integração na “cidade contínua de Braga”, através do desenvolvimento de novas rodovias, e da melhoria do eixo da N101 desde Ferreiros até Celeirós (MARN), que permitam a criação de uma centralidade que possua os serviços e investimentos privados de projecção regional e transfronteiriça, aproveitando a concentração estratégica dos principais nós de ligação às Auto-Estradas e da “circular” de Braga, e nunca pela criação de núcleos de crescimento em descontinuidade com a cidade de Braga. Além disso em todo o município as novas zonas a urbanizar no novo PDM, devem ser transferidas para as vias e novas vias principais de cariz urbano que irradiem da cidade, e não para inúmeros pequenos arruamentos que irradiam dos centros das freguesias, como infelizmente se tem verificado.
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Re: Formas de Luta

Mensagempor karlussantus » sábado jul 03, 2010 2:44 pm

Para quem quiser participar:

Contactos:


Título:
EP "rouba" Variante à N103, com base em argumentos falaciosos?


Em relação às recentes notícias que dão conta do abandono da construção da Variante à N103 resta fazer a seguinte exposição.
A variante à N103 serviria para:
-Fluxos da região litoral e cidade, com o interior do Minho e Trás-os-Montes (eixo da EN103 Braga-Chaves)
-Acesso ao Novo Hospital e Pólo Universitário

A variante à N103 não surgiu apenas como necessidade de acesso ao novo Hospital, mas é um eixo fundamental no desenvolvimento da cidade e da região, criando:
-alternativa às vias cada vez mais congestionadas da cidade (vias com limite de velocidade de 50 km/h), desviando o tráfego para o troço da “circular” com limite de velocidade superior (70km/h e 90km/h) a quem pretende aceder à região através dos nós das auto-estradas, à cidade, à área a norte da cidade pela Variante às EN101/201, ou ao novo Hospital Distrital e Pólo Universitário;
-ligação directa da população do eixo Braga-Chaves ao Novo Hospital Distrital e ao Pólo Universitário, não tendo que passar e congestionar as vias urbanas;

A louvável mobilização da sociedade civil com o intuito de proteger o património, não pode servir de pretexto à EP, para usurpar de forma camuflada a prometida Variante à N103. Esta nova via que ia ser criada traria benefícios óbvios para a cidade e para a região, e a EP com base em argumentos falaciosos está a abandonar a construção da mesma, quando apenas tinha que propor um traçado alternativo num troço de 1,2 quilómetros, do total de 4,2 quilómetros da Variante.
Como traçado alternativo ao troço em causa, este podia ser desviado para a área a Oeste do Hospital, e ser criado um pequeno troço em túnel para quem circula na Variante à N103, de forma a evitar o trânsito local do Hospital e Pólo Universitário, entre outras soluções.
Mesmo que a curto prazo a execução deste troço em forma de Variante não seja possível, por diversos motivos, o restante traçado deve ser executado tal como previsto, criando os novos fluxos e a nova via alternativa supra citada.

Estão em anexo 3 imagens com o esboço das vias propostas e alteradas, como forma de facilitar a compreensão do que está em causa.

Grato pela atenção dispensada,
Carlos Santos


Aqui ficam as imagens.
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Contacto da EP, http://www.estradasdeportugal.pt/index. ... projectos-
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Mensagempor karlussantus » quinta jul 29, 2010 11:35 am

Obtive resposta à interpelação que coloquei na EP, aqui fica:

A Variante à EN103 em Gualtar encontra-se prevista no Plano Director Municipal (PDM) de Braga, ratificado a 20 de Maio de 1994. O estudo em apreço, tem por objecto o desenvolvimento de um traçado alternativo à actual EN103, determinante para a viabilização dos acessos ao futuro Hospital de São Marcos e às novas instalações da Universidade do Minho, permitindo igualmente, que o atravessamento do aglomerado urbano de Gualtar seja feito exclusivamente por tráfego local.
O traçado desta variante é fortemente condicionado devido à orografia, às áreas urbanas e urbanizáveis, à zona de servidão militar e por último, à zona de protecção ao património arquitectónico e arqueológico classificado (Sete Fontes).
Os estudos iniciaram-se em Agosto de 2001, desenvolvendo-se numa primeira fase o respectivo Estudo Prévio tendo sido emitida a respectiva Declaração de Impacte Ambiental (DIA) em Novembro de 2003, pelo Sr. Secretário de Estado do Ambiente.
No que concerne ao desenvolvimento dos estudos, a Câmara Municipal de Braga assumiu a responsabilidade de promover a elaboração do Projecto de Execução correspondente a um troço de 800 m, que numa primeira fase permitirá o acesso ao novo Hospital de Braga, com origem na Circular daquela cidade, com a qual será estabelecida uma ligação desnivelada através de um nó rodoviário, designado por “Nó do Feira Nova”.
Para além deste nó rodoviário será desenvolvida numa primeira fase, uma ligação do tipo rotunda, que assegurará o acesso ao futuro Hospital de São Marcos e às novas instalações da Universidade do Minho. Esta rotunda, designada por “Nó do Hospital”, será projectada por forma, a permitir o prolongamento da variante através do seu desnivelamento numa segunda fase.
Por último, refere-se que dado o espaço observado entre a emissão da DIA e a actualidade, surgiram uma série de alterações à Lei na sua componente Ambiental, nomeadamente no que concerne à Área de Protecção do Complexo das Sete Fontes, que levam a que o estudo da segunda fase seja novamente submetido a Processo de Avaliação de Impacte Ambiental, processo esse que não se coaduna com a urgência na execução do Acesso ao Futuro Hospital de São Marcos dado se encontrar prevista a sua inauguração para o 2º Trimestre de 2011.
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Re: Formas de Luta

Mensagempor karlussantus » quarta nov 17, 2010 2:35 pm

Como se insere nas formas de luta, penso que quando votamos devemos ter mais em conta quem defende o distrito e não quem vai governar...













...
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Re: Formas de Luta

Mensagempor DoctorDre » quarta nov 17, 2010 5:45 pm

Sabes o que se retém destes vídeos? A indiferença de quem ouve!

Enquanto não tivermos um Parlamento do Norte não nos safamos!
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Re: Formas de Luta

Mensagempor Marazzi » quarta nov 17, 2010 6:05 pm

Sempre podemos divulgar estes videos no facebook para que assim se consiga debater num maior auditório, e assim trazer para a "praça pública" problemas da nossa cidade!
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Re: Formas de Luta

Mensagempor karlussantus » segunda nov 22, 2010 3:41 am

Pousada «incompatível» com património de S. Frutuoso

Plano da Câmara para 2011 esquece Parque Cultural de Braga
O arqueólogo da Universidade do Minho Luís Fontes considera «inaceitável» que as Opções do Plano e Orçamento para 2011 «não contemplem qualquer acção orientada para a concretização do Parque Cultural de Braga, nem para a valorização consolidada de sítios e monumentos arqueológicos e arquitectónicos». O investigador diz que a instalação da Pousada da Juventude no antigo Convento de São Francisco, em Real, constitui «mais um crime de lesa património», pois «é incompatível com a preservação dos vestígios do primitivo Mosteiro de São Salvador», e afirma que o processo das Sete Fontes «é o exemplo do que não se deve fazer».

http://www.diariodominho.pt/conteudo/41 ... 20Frutuoso


ZERO para a cultura, e património

Ou seja, uma das principais formas de promover o Turismo e dinamizar Braga no contexto nacional e internacional... ZERO


E o pior é que mais uma vez se prepara para destruir património... Vai destruir os vestígios do primitivo Mosteiro de São Salvador.

Até quando... a culpa também é de todos os bracarenses que nada fazem... somos uma sociedade amorfa sem orgulho no nosso passado, património e cultura.
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Re: Formas de Luta

Mensagempor karlussantus » terça nov 23, 2010 1:54 pm

Tal como coloquei no Facebook, na página das Sete Fontes.

A UAUM lançou o seguinte documento no seu site.
http://www.uaum.uminho.pt/novidades/Info_2010.pdf

Depois de uma leitura do documento, fica evidente que os acessos que estão a ser construidos invadem a área de protecção. O mais grave é que não... existe qualquer estudo arqueológico prévio, e existe apenas o "acompanhamento" por uma empresa que não tem conhecimento sobre a área em questão.

Será que a sociedade bracarense se consegue mobilizar para exigir o devido estudo arqueológico?


Alguém me acompanha na realização de um email, para enviar às entidades competentes?
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Re: Formas de Luta

Mensagempor karlussantus » sexta dez 30, 2011 6:55 pm

Procurando reactivar a intervenção activa do Fórum em projectos e ideias para Braga proponho os seguintes projectos pelos quais nos devíamos unir e lutar no próximo ano:
- Museu de Arte Moderna de Braga (por exemplo no Estádio Municipal tal como foi sugerido no BragaMaior)
- Museu da Memória de Braga (iniciado aqui no Fórum)
- Museu Industrial de Braga (proposto por várias entidades e personalidades para o Novo edifício da Confiança)
- Musealização e abertura dos importantes achados do antigo quarteirão dos CTT (falta apenas um investimento inferior a 200.000€)
- Musealização da Ínsula das Carvalheiras (Custo inferior a 1.500.000€)
- Estudo e Musealização do Teatro Romano
- Plano Estudo Arqueológico e Protecção das Sete Fontes e consequente concretização do Projecto do Parque Urbano
- Parque Arqueológico de Santa Marta das Cortiças (Proposto pela UAUM com um custo inferior a 500.000€)
- Roteiro, Placas Identificativas e Descritivas, e aberutra de todas as Igrejas e Capelas da Cidade, por forma a potenciar a importância Religiosa de Braga e o Turismo Religioso.
- Introdução do encontro anual do Clero em Braga, associado à semana Santa de Braga por forma a revitalizar e aumentar a importância do evento Religioso
- Santuário do Bom Jesus do Monte recuperação de todo o Santuário incluindo o interior das capelas e obras de arte, alteração da Classificação para Monumento Nacional e formalização da candidatura a Património da Humanidade

Muito mais haveria por lutar mas penso que é na Cultura, Património e aproveitamento Turístico onde reside o principal problema de Braga.
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