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A crise começa a "apertar"  

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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor pnfernandes » sexta mar 02, 2012 9:21 am

Mais "boatos" sobre encerramentos de comércio no centro da cidade:
depois da C&A, fala-se do encerramento da gigantesca loja da Bennetton da Rua do Souto e da Playlife, junto à Luzitana.
Também já ouvi falar do encerramento da enorme H&M, da Avenida da Liberdade, mas este com menos certeza...

Quantas mais lojas devem encerrar, até que seja declarado o estado de emergência?
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor RAM » sexta mar 02, 2012 11:16 pm

Outra que vai fechar pelo que soube ontem é a prénatal nos Granjinhos.
Fecha a 6 de Abril e estão em saldos e a funcionar como outlet até lá.
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A crise começa a "apertar"

Mensagempor Meireles88 » sábado mar 03, 2012 2:47 am

Já fechou a prenatal da rua dos capelistas, fechou a fu london da rua do Souto e a benetton esta em liquidação total: motivo obras(diz na montra)...
http://www.mariomeireles.net

www.aasdsv.com -> Associação dos Amigos de São Domingos/São Vítor
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor Brc20 » domingo mar 04, 2012 1:01 pm

Despedimento colectivo na Bosch



BRAGA
2012-03-03
autor-Miguel Viana




Cerca de 150 trabalhadores foram dispensados, esta semana, pela administração da empresa Bosch S.A., localizada no complexo Grundig em Braga,
A decisão da empresa apanhou de surpresa os trabalhadores, que ontem de manhã se concentraram à porta da unidade.

“Há dias a administração disse que tinha problemas com a produção dos PSA (aparelhos de localização geográfica) mas que outros produtos iam subir de produção. No dia 29, os trabalhadores receberam a carta a caducar os contratos de trabalho. Nada fazia esperar isto”, disse Amélia Lopes, do Sindicato das Indústrias Transformadoras e Energia (SITE).

A mesma sindicalista revelou que a empresa estava a aplicar “horários de escravatura”, com trabalhadores a exercerem horários de 11 horas e a terem de trabalhar ao fim-de-semana.
“É uma situação dramática. Há trabalhadores que desmaiam de tanto cansaço e que têm de tomar medicação para dormir”, disse Amélia Lopes.



A empresa Bosch de Braga emprega cerca de 2600 trabalhadores.


Eduardo Perfeito, Director de Recursos Humanos da Bosh em Braga, justifica a dispensa dos trabalhadores com a situação vivida actualmente pelo sector automóvel a nível nacional e internacional. “Há dois anos tivemos um acréscimo significativo de vendas adicionais e isso obrigou-nos à contratação de colaboradores em regime temporário ou a termo. Actualmente o mercado tornou-se volátil. A flutuação é imprevisível e não se consegue gerir por outros meios.
As previsões são difíceis de fazer porque estamos dependentes do mercado”, explicou Eduardo Perfeito.

O responsável da empresa revelou, ainda, que os primeiros cancelamentos de encomendas ocorreram no final do ano passado “de forma inesperada”. Ao final do dia de ontem a empresa revelou em comunicado que “a Bosch informou sobre a finalidade de tal contratação, sobre as condições do vínculo laboral e sobre a possibilidade de o contrato não vir a ser renovado no seu termo”. A empresa garantiu que está a cumprir a lei em vigor.


Correio do Minho



Trabalhadores da Bosch engrossam desemprego


03 Mar 2012
Jorge Oliveira


A unidade de Braga do Grupo Bosch acaba de colocar no desemprego cerca de 150 trabalhadores que estavam vinculados à empresa a termo incerto. O anúncio da dispensa coletiva foi feito ontem pela delegação de Braga do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Acvividades do Ambiente do Norte, junto às instalações da unidade, no corredor central do Complexo Grundig, e confirmado posteriormente pela Bosch Car Multimedia Portugal S.A., que justificou a não renovação de 120 contratos com uma quebra de produção, designadamente de autorrádios, a apartir de finais de 2011, decorrente de cancelamentos de clientes.



Diário do Minho
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor Brc20 » segunda mar 05, 2012 11:56 pm

Nem todas as notícias são más:

Reforço da internacionalização é a solução para combater a "estagnação do setor" em Portugal. Mercados externos vão assegurar 70% das vendas


Casais ganha primeira obra na Argélia no valor de 30 milhões


27/02/2012 | 16:12 | Dinheiro Vivo



A Casais Engenharia e Construção acaba de ganhar a sua primeira obra na Argélia, a construção de um edifício de hotel e escritório, em Argel, no valor de 30 milhões de euros. O valor da adjudicação "tem a particularidade de incluir, para além da construção, a consultoria na área hoteleira, de projeto de execução e project manager", adianta a empresa. O hotel, de quatro estrelas, "será operado pela cadeia Holiday Inn e será o edifício mais alto da capital argelina", acrescenta.
Foi em 2003, no âmbito de uma missão empresarial organizada pela Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (AICCOPN), que a Casais fez a primeira abordagem ao mercado argelino. Que se revelou um "mercado difícil", reconhece António Carlos Rodrigues, CEO do grupo bracarense em declarações ao Dinheiro Vivo. "Sempre foi um país com alguma instabilidade associada", acrescenta.

Mas o potencial do mercado argelino levou a Casais a instalar, há mais de um ano, um engenheiro no país a "trabalhar comercialmente" o mercado. E os resultados começam a aparecer. A adjudicação agora obtida resulta da colaboração com um parceiro local, tendo em vista "aliar o 'know how' da Casais nesta área e a vontade deste grupo empresarial de construir e gerir o seu primeiro hotel", refere a construtora portuguesa.

“Temos expetativas bastante positivas para a execução deste projeto por ser um modelo pioneiro de parceria com um cliente, por ser o nosso primeiro projeto na Argélia e também por se tratar de um edifício de referência no panorama urbano de Argel”, acrescenta a empresa.

Além da gestão e coordenação do projeto, a Casais terá a seu cargos os serviços de 'backoffice' de apoio à empresa local promotora e que envolverão a colaboração de vários departamentos da casa-mãe, nomeadamente gestão e promoção hoteleira, departamento financeiro, controlo de custos, logística, e ambiente e segurança, entre outros. Estarão, também, envolvidas várias empresas do grupo Casais, caso da hotelaria, das carpintarias e das instalações eletromecânicas e revestimentos.

A Casais sublinha, ainda, que este modelo de gestão/construção de obra "é inovador", na medida em que permite "exportar um vasto leque de serviços, a partir de Portugal, que vão para além do tradicional serviço de construção, rentabilizando a estrutura interna da empresa e colmatando o decréscimo do volume de trabalho no nosso país”.

Quanto a novas obras na Argélia, a Casais aposta, essencialmente, em edifícios, "onde temos as maiores competências", e, também, no ambiente, embora em menor grau. A ideia será sempre avançar em parceria com empresas locais. "Sentimos que há um interesse muito grande no país pelas empresas portuguesas. Veem-nos como empresas com competências que os podem
ajudar na reconstrução do país", acrescenta António Carlos Rodrigues.

Além da construção do hotel, agora adjudicado, a Casais tem na Argélia um contrato de fornecimento de carpintarias (portas, portas corta-fogo, armários e móveis) para duas torres habitacionais de luxo, obra da sua filial Carpincasais. Em fase negocial está a realização de um conjunto habitacional "chave na mão" de 91 apartamentos.

O atual panorama do setor em Portugal exige novas abordagens, refere a Casais, salientando que a fileira da construção "tem excesso de capacidade para as necessidades atuais e futuras do país". A solução é internacionalizar. As empresa poderão, assim, "colocar esse excedente no mercado externo, impulsionando as exportações portuguesas, controlando o desemprego e garantindo a sobrevivência das empresas lusas”.

Oman e Qatar são os dois mercados mais recentes de aposta do grupo ao nível da construção. E já para lá foram destacadas duas pessoas para assegurar a prospeção de eventuais negócios, refere António Carlos Rodrigues.

E se é verdade que o mercado nacional não mostra grandes perspectivas de melhoria, a nível internacional a Casais conta com "uma carteira de trabalho mais do que suficiente para o ano de 2012". O objetivo é, assim, "cimentar a presença" nos países onde já está, de modo a "colher os resultados" das apostas que foi fazendo.

O grupo, que pretende já este ano faturar 15 milhões de euros na Argélia, sublinha que 2012 vai representar uma "inversão completa" no peso dos mercados externos no seu volume de negócios. "Com o que temos em carteira deveremos chegar este ano aos 300 milhões de euros, sendo 70% obtido no exterior", sublinha o CEO do grupo. Em 2011, a faturação foi de 250 milhões e o peso dos mercados externos "não chegou aos 50%".





http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Art ... tml?page=0
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor Brc20 » terça mar 06, 2012 12:21 am

CASAIS ganha projecto de 30 M€ na Argélia




A CASAIS Engenharia e Construção acaba de ver adjudicada a construção da sua primeira obra na Argélia, um edifício de hotel e escritórios, em Chéraga, Argel, no valor de 30 ME. O hotel de quatro estrelas será operado pela cadeia Holiday Inn e será o edifício mais alto da capital argelina.

O valor da adjudicação tem a particularidade de incluir, para além da construção, a consultoria na área hoteleira, de projeto de execução e Project Manager. Esta empreitada resulta da parceria realizada há um ano entre a CASAIS e um grupo empresarial argelino “com o espírito de aliar o know how do grupo CASAIS nesta área e a vontade deste grupo empresarial de construir e gerir o seu primeiro hotel”, refere fonte da CASAIS.


De acordo com a mesma fonte, “temos expetativas bastante positivas para a execução deste projeto por ser um modelo pioneiro de parceria com um cliente, por ser o nosso primeiro projeto na Argélia e também por se tratar de um edifício de referência no panorama urbano de Argel”.

A CASAIS ficará responsável por gerir e coordenar este projeto mas terá igualmente a seu cargo todos os serviços de backoffice de apoio à empresa promotora que envolverão a colaboração de vários departamentos da empresa-mãe em Braga. Por outro lado, estarão também envolvidos na construção várias empresas do Grupo. “Este é, sem duvida, um papel particularmente interessante no panorama atual, uma vez que temos o encargo de consultar e contratar empresas portuguesas para as várias subempreitadas que serão integradas na empreitada geral ”.

Refira-se que este modelo de gestão/construção de obra é inovador e foi desenhado pela CASAIS com o intuito de ir ao encontro das necessidades do Cliente e da própria estrutura CASAIS uma vez que permite “exportar um vasto leque de serviços, a partir de Portugal, que vão para além do tradicional serviço de construção, rentabilizando a estrutura interna da empresa e colmatando o decréscimo do volume de trabalho no nosso país”.

O atual panorama do setor em Portugal exige novas abordagens. “ A fileira do setor da construção tem excesso de capacidade para as necessidades atuais e futuras do país. Para compensar o excedente, a saída passa pela internacionalização, por forma a que as empresas possam colocar esse excedente no mercado externo, impulsionando por essa via as exportações portuguesas, controlando o desemprego e garantindo a sobrevivência das empresas lusas”.

De acordo com os responsáveis da CASAIS, este projeto pretende ser o primeiro de muitos a inaugurar uma forma de cooperação entre as várias empresas do Grupo, por um lado, e a promoção de parcerias com outras empresas do setor. “ Efetivamente contamos com a participação de várias empresas do Grupo, neste projeto, nomeadamente da hotelaria, das carpintarias e das instalações eletromecânicas e revestimentos. Iremos também estudar parcerias estratégicas das nossas empresas com outros parceiros de referência da CASAIS como uma forma mais abrangente de abordar o mercado argelino, sendo que esta obra será uma boa plataforma de lançamento desta cooperação com fornecedores, parceiros de negócios, subempreiteiros e outros agentes. Este é já um procedimento habitual noutros mercados onde atuamos e onde temos vindo a integrar com sucesso empresas com as quais já trabalhamos em Portugal”.




Aposta na internacionalização é alternativa à estagnação do setor em Portugal


O Grupo CASAIS chegou à Argélia no inicio de 2011, tendo já um escritório em El Mouradia, no centro de Argel. Em 2012, a CASAIS Argélia espera faturar cerca de 15 milhões de euros.

Neste momento, a CASAIS , para além do contrato para a realização do Hotel em Argel, já efetivou a entrada no país de uma das filiais do Grupo Casais, a Carpincasais, com um contrato de fornecimento de carpintarias (portas, portas corta-fogo, armários, móveis) para duas torres habitacionais de luxo com 15 andares. Encontra-se ainda em fase negocial a realização de um conjunto habitacional “chave na mão” de 91 apartamentos, onde a CASAIS foi “a empresa escolhida no concurso”.

Face ao atual cenário do sector a nível nacional, a alternativa passa pelo reforço da componente internacional e os mercados externos representarão este ano 70% da atividade, atingindo um volume de negócios internacional de 165M€ – mais 30% do que em 2011. O crescimento na área internacional é um processo associado a um ciclo estratégico, onde o trabalho desenvolvido em 2011 teve o efeito desejado em 2012, quer para os negócios da Engenharia e Construção, quer para as outras áreas de negócio do Grupo. “Traçamos o objetivo de entrar com empresas do Grupo no mercado internacional epor exemplo, a Carpincasais já executou trabalhos na Bélgica e já tem igualmente um contrato na Argélia”, afirma fonte da CASAIS.

Na verdade, o aumento da atividade nos mercados internacionais tem possibilitado a mobilização de recursos: em 2011 foram mobilizados cerca de 21 recursos para a área internacional e este ano aponta-se para a mobilização de cerca de mais 30, cifrando-se atualmente o número de recursos portugueses afetos a projetos internacionais no total de 521 pessoas.

A estratégia para 2012 visa o reforço nos mercados internacionais onde o Grupo já atua há mais tempo, sejam mercados maduros como na Alemanha, Bélgica, Holanda e Gibraltar, sejam mercados em desenvolvimento e em crescimento como o Brasil, Angola, Marrocos, Moçambique e Cabo Verde. “Continuaremos a apostar na especialização para marcarmos presença em áreas onde é exigida mais competência, como a indústria (Oil&Gas), as infraestruturas, as obras especiais e as empreitadas relacionadas com o Ambiente. Esperamos em 2012 ter já trabalhos concretos no Qatar e em Omã."

"As previsões para este ano apontam também, por exemplo, Angola como o mercado com maior crescimento atingindo um volume de cerca de 75 milhões €. Neste momento, mobilizámos cerca de dez colaboradores para a Casais Angola e pretendemos mobilizar mais dez para esta empresa e para outras do Grupo a operar no mercado angolano, nomeadamente a EIA, HidroAngola e Probetão. Estamos a trabalhar para alargar a nossa atividade na Europa com a entrada na França e na Suíça por forma a expandir a presença com todas as empresas do Grupo”, adiantam os responsáveis da CASAIS.




Fonte: CASAIS




http://casa.sapo.pt/Noticias/CASAIS-ganha-projecto-de-30-M%E2%82%AC-na-Argelia/?ID=19200
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor Mr Strangelet » terça mar 06, 2012 4:46 pm

Exactamente. Crise não é estagnação. É preciso continuar a procurar oportunidades e crescer.
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor CesarGomes » terça mar 06, 2012 6:42 pm

"Makro propõe rescisão a todos trabalhadores em Portugal"

A loja de Braga parece que vai fechar...
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor pnfernandes » terça mar 06, 2012 9:12 pm

CesarGomes Escreveu:"

A loja de Braga parece que vai fechar...


Onde ouviste isso? Nas notícias que eu li, essa informação não aparecia: a Makro dizia que não havia nenhuma decisão sobre qualquer uma das 11 lojas que têm em Portugal.
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor CesarGomes » quarta mar 07, 2012 9:20 am

pnfernandes Escreveu:
CesarGomes Escreveu:"

A loja de Braga parece que vai fechar...


Onde ouviste isso? Nas notícias que eu li, essa informação não aparecia: a Makro dizia que não havia nenhuma decisão sobre qualquer uma das 11 lojas que têm em Portugal.

Boatos de pessoas ligadas à empresa. Por isso é que disse "parece"! Eu não fiz a afirmação "vai fechar", mas sim "parece que vai fechar".
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor pnfernandes » quarta mar 07, 2012 5:26 pm

Mais (boas) notícias da Casais:

Casais constrói 16 torres para parque eólico "offshore" na Suécia
http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=542969
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor El Salvador » quarta mar 07, 2012 7:39 pm

Desta não me admira.
Gostava era de ver diversificação empresarial. Textil de última geração, calçado, moldes, industria alimentar, malas e marroquinaria, etc.
Há actividades destas que já tiveram peso na cidade. Outras estão aqui bem perto porque não cá?

É que importância administrativa com o sorvedouro do porto tão perto já foi.
E no próximo paradigma económico de Portugal não vai caber Braga - Capital do comércio e do lazer.
Durante muito tempo vai haver muito lazer (com apresentações periódicas no centro de emprego) mas depois devia haver um pouco de tudo. Esta terra já fez motores e motorizadas!
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor Brc20 » sexta mar 09, 2012 11:55 pm

ENERGIAS RENOVÁVEIS, PORTUGAL


Portuguesa Casais constrói 16 torres eólicas offshore da E.On, na Suécia



Publicado em 08 de Março de 2012.


A ConstruCasais, empresa do grupo português Casais, foi escolhida para construir 16 torres eólicas em betão armado, que serão instadas no alto mar, na Suécia. A dona da obra é a alemã E.On Climate & Renewables (do grupo homónimo) e o parque eólico offshore chama-se Kareham Windfarm Project.
A empresa de Braga vai ficar responsável pela execução de todos os trabalhos de montagem e aplicação de armaduras, montagem e aplicação de cofragens e betonagens e aplicação de outros elementos, como a coroa de fixação da torre eólica, fixações para boulders de ancoragem de barcos e respectivas escadas de acesso.
A obra arrancou em Fevereiro e estará pronta até ao Verão, de acordo com a imprensa portuguesa. Ainda que não revele o valor do contrato, a ConstruCasais admite que estarão envolvidos neste trabalho – que decorre na Bélgica, curiosamente – cerca de 80 trabalhadores.
O estaleiro ocupa, em terra, no porto de Zeebrugge, na Bélgica, uma área de aproximadamente 20 mil metros quadrados, e os pontões onde serão executadas as fundações têm “decks” com áreas de 5.700 e 2.560 metros quadrados. As fundações têm uma base hexagonal com uma área de 313 metros quadrados e alturas compreendidas.




http://www.greensavers.pt/2012/03/08/po ... na-suecia/
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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor Brc20 » sábado mar 10, 2012 11:45 am

Braga é o terceiro concelho do país com mais empresas dissolvidas do que constituídas

2012-03-08

O concelho de Braga é o terceiro do país com mais empresas dissolvidas do que constituídas, ao longo do ano passado.
Braga surge assim atrás de Lisboa e Funchal, numa lista divulgada pelo INE sobre "Sociedades Constituídas e Dissolvidas de 2011 por concelho".
Dados do Instituto Nacional de Estatística indicam que no universo dos 308 concelhos portugueses, Braga é o terceiro pior do país, no que diz rspeito às sociedades constituídas e dissolvidas em 2011, apresentando um défice de 257 empresas.
A ocupar o 1º e o 2º lugar do pódio dos maiores défices surgem Lisboa, com quase 2 mil empresas e Funchal, com cerca de 400.


No total, o país só ganhou 51 novas sociedades no ano passado.

A contribuir para este saldo ligeiramente positivo surge um outro concelho do Minho, Guimarães, com 429 empresas criadas em 2011. Neste ponto, é ainda o Norte que se destaca.
O Porto foi o concelho português que perdeu menos empresas em 2011 em relação às que ganhou, porque a "limpeza" de sociedades começou mais cedo no norte, logo em 2010.
O vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Rui Solheiro, comentou que estes dados do INE, sobre sociedades constituídas/dissolvidas, são um indicador da "política de austeridade” vigente.
Em 2011 foram dissolvidas em Portugal 32.989 empresas e foram constituídas 33.040 novas empresas. Feitas as contas, Portugal ganhou 51 novas empresas.


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Re: A crise começa a "apertar"

Mensagempor El Salvador » sábado mar 10, 2012 3:26 pm

Muda de vida Braga!
Estás a tempo de mudar. Já és a terceira mas das empresas a desaparecer. Muda de vida!
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