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Programa 100 dias - Ricardo Rio  

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Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor tony » domingo Oct 13, 2013 9:34 pm

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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Brc20 » quinta nov 14, 2013 8:40 pm

Tribunal anula último negócio polémico de Mesquita Machado

SAMUEL SILVA 14/11/2013 - 16:00 (actualizado às 16:04)


Expropriação de antigos terrenos de uma filha do antigo presidente da câmara custaria três milhões de euros à autarquia.


Anterior gestão camarária de maioria PS votou o assunto duas vezes, na segunda já sem a participação de Mesquita Machado




O Tribunal Judicial de Braga anulou a expropriação dos prédios contíguos à Casa das Convertidas, no centro daquela cidade, aprovada há seis meses pelo anterior presidente de Câmara, Mesquita Machado (PS).

O negócio tinha sido polémico por envolver edifícios que tinham pertencido à filha e ao genro do autarca até dias antes da discussão da expropriação em reunião de câmara. A decisão foi revogada na primeira reunião do novo executivo PSD/CDS, facto em que se apoio a sentença conhecida nesta quinta-feira.

O tribunal declara “nulos e de nenhum efeito” os actos praticados no âmbito desta expropriação, tendo por base a revogação da decisão que foi assumida no final de Outubro pelo novo executivo de Braga. Esta foi a primeira medida aprovada pela câmara liderada por Ricardo Rio, que evocou a participação do seu antecessor numa decisão que envolvida familiares directos e a ausência de garantia da execução do projecto da Pousada de Juventude a que se destinavam estes prédios para sustentar a anulação do negócio.

O presidente de câmara sublinha que esta “é uma vitória da cidade”. “Era uma decisão errada, que afectava um volume de recursos elevado a algo que não era prioritário”, afirma. A verba que agora será restituída ao município – cerca de três milhões de euros – vai ser canalizada para outros projectos, mas a autarquia não abdica da recuperação da Casa das Convertidas nem da criação de uma Pousada de Juventude, sendo a Escola Secundária Francisco Sanches a localização favorita para este equipamento.

Por ordem do tribunal, os três edifícios que tinham sido expropriados serão devolvidos à imobiliária Urbimodarte, que os tinha comprado à filha e ao genro de Mesquita Machado dias antes de ter sido aberto o processo. Contactado pelo PÚBLICO, o antigo presidente de câmara, não quis prestar declarações sobre o caso.




http://www.publico.pt/local/noticia/tri ... do-1612518
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Brc20 » sábado dez 07, 2013 1:24 pm

Câmara de Braga suspende PDM para viabilizar parque nas Sete Fontes


SAMUEL SILVA
07/12/2013 - 12:51


Autarquia apresenta medida como o primeiro passo para criar parque de 41 hectares na envolvente daquele monumento nacional.





O Plano Director Municipal (PDM) de Braga vai ser suspenso na área do complexo das Sete Fontes, o sistema setecentista de abastecimento de água à cidade. A proposta é votada na reunião do executivo municipal da próxima segunda-feira e atinge um conjunto de terrenos na envolvente daquele monumento nacional, onde o PDM admitia que se construísse em altura.

A autarquia defende que esta é uma medida para proteger o espaço, apresentando-a como o primeiro passo para viabilizar a criação de um parque de lazer de 41 hectares naquela zona da cidade.

A proposta prevê a suspensão parcial do PDM por um período que pode chegar a dois anos, período durante o qual não serão permitidas operações de licenciamento ou outro tipo de obras de construção ou remodelação na área envolvente do monumento. Esta decisão atinge um total de 62,3 hectares, que correspondem, grosso modo, à zona especial de protecção de que as Sete Fontes passaram a beneficiar há dois anos, quando foram classificadas como monumento nacional.

Uma grande parte desses terrenos surge no actual PDM como espaço urbanizável, com um índice de construção que chega a ser de alta densidade em alguns locais. Esta é uma das justificações apresentadas pela câmara para a suspensão do plano. De resto, a proposta que vai ser discutida pelo executivo camarário é acompanhada por um parecer técnico que apresenta como “provável” a existência de projectos de loteamento individualizados a curto prazo. A área em que o PDM é suspenso abarca também zonas de instalação de indústrias e de equipamentos, incluindo parte do espaço onde está implantado o Hospital de Braga.

Este é um “primeiro passo”, explica o vereador do Urbanismo, Miguel Bandeira. A autarquia reconhece que será necessário promover depois uma mediação com os proprietários dos terrenos em causa, que tinham expectativas de construção naquele local. Mas a medida agora anunciada “cria outras condições para a negociação”, acrescenta Miguel Bandeira. O executivo também quer abandonar o projecto de um Plano de Pormenor para a envolvente das Sete Fontes, que foi a solução promovida para a preservação do monumento pela anterior gestão camarária.


Preservação do monumento
Em alternativa, a Câmara de Braga pretende apresentar um “plano de salvaguarda” que dê prioridade à preservação do monumento e do espaço verde onde ele se encontra. “É a primeira atitude política formal para a salvaguarda e defesa das Sete Fontes”, valoriza Bandeira, para quem a actual ocupação e os índices de construção definidos no PDM em vigor para aqueles terrenos não são compatíveis com a protecção do complexo monumental.

As Sete Fontes são um sistema de fornecimento de água à cidade construído no século XVIII, por ordem do então arcebispo de Braga, D. José de Bragança. O equipamento serviu a cidade até 1913, e ainda se encontra funcional. A área verde na sua envolvente está agora delimitada pela variante de acesso ao novo hospital da cidade e por um conjunto de prédios de habitação que foram sendo ali construídos ao longo das últimas décadas.

A suspensão do PDM é também apresentada pelo executivo como uma forma de criar condições para a viabilização de um parque de lazer em torno do complexo monumental. A proposta para o local já tinha sido apresentada durante a campanha eleitoral pelo agora presidente de câmara, Ricardo Rio, abrangendo uma área verde de 41 hectares. Esse anteprojecto adopta um conceito de parque eco-monumental que concilie a valorização do espaço do ponto de vista ambiental e patrimonial. A intenção é dar à cidade “um grande parque de lazer” que possa ser “usufruído por toda a população”, anunciou então o actual presidente da câmara.




Público (http://www.publico.pt/local/noticia/cam ... es-1615361)
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor mister B » sábado dez 07, 2013 6:49 pm

´Não tenho visto interesse em terminar o Picoto, acho que é igualmente urgente... ou até deveria ser mais perioritário, visto que já esta em curso..
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Meireles88 » domingo dez 08, 2013 1:19 pm

MisterB o RR já disse publicamente que o picoto só se existirem fundos da ue para isso e que a prioridade são as 7fontes. Mantém o discurso da campanha neste sentido.
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor mister B » segunda dez 09, 2013 12:33 pm

Pois, mas o das 7 Fontes, com certeza também vai ter de candidatar a financiamento comunitário...
Esperemos que não se arraste no tempo os 2 e demorem uma eternidade...
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor tony » segunda dez 09, 2013 11:15 pm

O Picoto é a dor de cabeça e sombra do antigo camarário para Ricardo Rio, disso não há dúvidas.
Actualmente o Picoto está de facto bonito mas o lobby da construção persiste em Braga, tudo é betão, betão, betão, o picoto bastava enquanto parque natural com ciclovia etc.
Conceder licenças para hóteis o que implica fazer outro tipo de vias de acesso e outras adaptações foi um erro, pois agora a obra precisa disso para ser terminada. Bastava ficar como está.
O Parque das 7 fontes é outro espaço que deve ser preservado e mais do que isso, ser organizado para ter uma boa utilização, ciclovias passando até para mais a norte da cidade uma ligação.
O viaduto que iriam fazer não era mau, mas digamos que o que se ia investir no pequeno troço custaria balúrdios e não sei se faria tanta diferença mesmo para o hospital apesar de tudo.
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor mister B » terça dez 10, 2013 11:16 am

Os políticos não deveriam portar se dessa forma, o que está em curso deve ser terminado para evitar a degradação dos investimentos que já foram feitos.
Ainda não visitei o Picoto, mas pelo que entendi o mobiliário urbano n esta instalado e deveria ser, acho que não é isso q acarreta mts custos, e a esplanada la encima também deveria ser construída para fomentar mais movimento no parque e dar alguma segurança aos visitantes... De resto betonizar para empregar compadres, n vale a pena...
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Meireles88 » terça dez 10, 2013 11:17 pm

Isso está tudo na fase 2, que tem custos. Não faço ideia dos valores envolvidos, mas para só se fazer se existirem fundos europeus é pk não devem ser valores baixos...
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Duarte » terça dez 10, 2013 11:43 pm

Segundo algumas notícias aquando do "Reflorestar Braga" anda à volta do milhão de euros.
Não é assim tanto para tornar o parque funcional e atractivo, uma vez que já estão lá 3,5 milhões sem utilidade neste momento.
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Brc20 » quarta jan 29, 2014 3:27 pm

Ricardo Rio passa o teste dos primeiros 100 dias de mandato com boa nota


SAMUEL SILVA 28/01/2014 - 07:42

Autarca prometeu 20 medidas para estes pouco de três meses. Quase todas estão em andamento, embora duas tenham gerado conflitos judiciais que podem atrasar a sua concretização.



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DATO DARASELIA
Ricardo Rio é o segundo presidente da câmara que os bracarenses elegeram, desde o 25 de Abril





Sobre a secretária do gabinete na Câmara de Braga, Ricardo Rio mantém um dos desdobráveis da campanha eleitoral. O documento está aberto na página onde constam as 20 medidas com as quais se comprometeu para os primeiros 100 dias de mandato. No topo da lista, escreveu a tinta preta: “28/01”. É esta terça-feira, em que se completa a data emblemática à frente da autarquia.

Foram 100 dias “vividos intensamente”, diz ao PÚBLICO, antes de fazer o ponto da situação das promessas feitas. Acrescenta outras conquistas dos últimos meses: o reforço da ligação entre Braga e a Galiza, Viana do Castelo ou os municípios do Quadrilátero Urbano – Barcelos, Famalicão e Guimarães – cujas polémicas do ano passado ajudou a resolver.

Mais de três meses volvidos sobre a tomada de posse, são três as medidas anunciadas cuja concretização está ainda atrasada. É o caso da intervenção no Mercado Municipal – só ontem foi aprovado o lançamento de um concurso de ideias – e da renovação do Parque de Exposições – projecto entregue há poucas semanas ao arquitecto Gonçalo Byrne, autor do desenho original do equipamento. E também o dossiê de investimento que deverá basear-se em parcerias com o AICEP, as associações empresariais e parceiros internacionais para atrair novas empresas para o concelho deu ainda passos pouco visíveis.

Nesta situação está também o fundo de investimento para centro histórico, que ainda não está constituído. “É de todas as medidas, aquela que está num estádio mais embrionário”, admite Ricardo Rio, estimando que apenas no final do semestre possa haver novidades sobre este tema.



Elogios dos bracarenses
Ainda assim, se este fosse um teste académico, o novo executivo municipal de Braga teriam boa nota. Seis das 20 medidas estão totalmente cumpridas e outras tantas estão praticamente resolvidas. Contas feitas, entre 70 a 75% das promessas originais foram concretizadas. A auditoria às contas municipais terá resultados no início de Março, assim como o processo de discussão prévia do novo Plano Director Municipal. A inscrição de 250 mil euros no orçamento camarário permitirá a oferta de manuais escolares aos alunos do primeiro ciclo no próximo ano lectivo, outra das apostas.

À avaliação contabilística, juntam-se os elogios dos bracarenses. O historiador de arte Eduardo Pires de Oliveira faz um balanço positivo do início do mandato, ainda que vá avisando que este é “o primeiro embate”. “É o mais emblemático, mas também é o mais fácil”, afirma. “O executivo tem cumprido algumas das promessas mais emblemáticas que fez”, concorda o médico Pedro Morgado.

“A grande alteração resulta da mudança de muitos dos protagonistas municipais. É a normalidade democrática que Braga não tinha ainda experimentado”, sublinha Luís Tarroso Gomes, advogado e líder da associação cultural Velha-a-Branca, lembrando que, desde o 25 de Abril, a cidade tinha apenas tido um presidente da Câmara. De resto, as mais mediáticas medidas do início do mandato – e também as mais elogiadas pelos bracarenses ouvidos pelo PÚBLICO – são revogações de decisões de Mesquita Machado (ver caixa).

Outro aspecto sublinhado é a atribuição do pelouro do Urbanismo a Miguel Bandeira, independente, professor de Geografia da Universidade do Minho. “É a decisão mais corajosa”, saúda Tarroso Gomes. O novo vereador “foi durante décadas o rosto da crítica dura mas fundamentada do crescimento totalmente desarticulado do concelho e da cidade”, valoriza.

Eduardo Pires de Oliveira, que partilhou a direcção da associação de defesa do Património ASPA com Bandeira, também elogia as primeiras medidas da autarquia em matéria de urbanismo “As tendências são muito positivas. As decisões sobre os direitos adquiridos para construções, quer na zona das Sete Fontes, quer em muitos dos loteamentos existentes”, defende.

O parque urbano das Sete Fontes é um dos exemplos de medidas que não estão ainda concluídas. Mas os progressos são notórios. O projecto está praticamente pronto e a autarquia já aprovou a suspensão do PDM para aquela área e abandonou a intenção de construção de uma variante nas imediações daquele monumento nacional.

Também o presidente da Associação Comercial de Braga, Macedo Barbosa, elogia “algumas medidas transversais de grande relevo”, sobretudo na área económica, destacando o facto de o presidente da câmara ter ficado com o pelouro das actividades económicas como um exemplo da importância do sector para a nova maioria. No novo mandato, “há uma colaboração institucional com os actores locais que não existiria anteriormente”, valoriza.



Revogações vão prolongar-se em tribunal
As medidas mais mediáticas das duas primeiras reuniões de câmara do novo mandato fazem parte da lista das 20 prioritárias, mas a sua resolução definitiva pode demorar. são revogações de decisões tomadas na fase final do anterior mandato por Mesquita Machado e que causaram grande polémica em Braga. De tal forma que as decisões do novo executivo estão a ser contestada em tribunal.

Primeiro foi a revogação do alargamento a mais 27 ruas da cidade do estacionamento pago por parquímetros que está concessionado a uma empresa privada. A concessionária interpôs, entretanto, uma providência cautelar para tentar suspender a medida. Depois, foi anulada a expropriação dos edifícios contíguos à Casa das Convertidas, na Avenida Central, que custaria 3 milhões de euros aos cofres municipais – num negócio que envolvia a filha e o genro do anterior autarca. Também neste caso, o assunto está a ser contestado em tribunal pela parte privada.

“São as melhores e as mais espectaculares das medidas já tomadas, embora ainda vá correr imensa água”, defende Eduardo Pires de Oliveira, sintetizando uma opinião que também é partilhada por Luís Tarroso Gomes e Pedro Morgado. Sobre o estacionamento, Macedo Barbosa diz que a decisão do novo executivo acabou com “um cerco” ao centro histórico que estava a afastar os consumidores.

As opiniões são, porém, divergentes quando a questão é a medida mais infeliz do executivo até ao momento. Pires de Oliveira aponta a nomeação do adjunto da vereadora da Cultura, Rui Ferreira, para a liderança a organização das festas de S. João. Morgado gostaria que a Câmara de Braga não tivesse aplicado a lei das 40 horas semanais aos seus funcionários pública. Já Tarroso Gomes escolhe a entrega de gabinetes no espaço GNRation, criado para a Capital Europeia da Juventude de 2012, aos vereadores da oposição e ao provedor do munícipe. “É contraditório. Ainda não percebi para que vai servir aquele equipamento”, afirma.




http://www.publico.pt/local/noticia/ric ... ta-1621312
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Brc20 » quinta jan 30, 2014 4:26 pm

Ricardo Rio mantém Pousada da Juventude e avalia piscina olímpica


BRAGA
2014-01-30
autor- José Paulo Silva



Uma nova Pousada da Juventude e a conclusão da piscina olímpica do Parque Norte foram compromissos assumidos ontem pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, completado o ciclo de cem dias do novo mandato autárquico. Num encontro com jornalistas onde apresentou as prioridades para um novo ciclo de cem dias na governação municipal, Ricardo Rio reafirmou que a nova Pousada da Juventude será no antigo edifício da Escola Francisco Sanches, apesar de o secretário de Estado do Desporto e Juventude, Emídio Guerreiro, ter assumido, em entrevista ao ‘Correio do Minho’ e rádio ‘Antena Minho’ ( ver edição de ontem) que o Governo não financiará um novo equipamento desse tipo.

O edil bracarense referiu que a nova Pousada da Juventude pode ser financiada exclusivamente pela câmara ou em parceria com uma entidade privada. Para já, está a negociar com o Ministério da Educação a transferência do edifício escolar.

O início do processo de reconfiguração do projecto da piscina olímpica no Parque Norte é outro dos compromissos imediatos do executivo municipal, que aposta na conclusão de um equipamento desportivo onde já foram investidos oito milhões de euros. “A primeira prioridade será reconverter o conceito para o tornar económica e financeiramente sustentável”, adiantou Ricardo Rio, que vai contactar o arquitecto autor de um projecto que ficou inacabado no mandato autárquico anterior por incapacidade financeira da câmara. 'Nós queremos uma piscina olímpica em Braga. A primeira prioridade será reconverter o projecto”, disse o edil, para quem a ideia de um parque aquático idealizada no último mandato de Mesquita Machado “não tem viabilidade”.

A Câmara Municipal de Braga garantiu, por outro lado, financiamento para obras de requalificação e restauro do Parque Eco-Monumental das Sete Fontes, as quais se iniciarão após a conclusão dos estudos hidrogeológicos e arqueológicos no local. O presidente da câmara revelou que dentro de dias será apresentado o plano de pormenor e salvaguarda daquele monumento nacional. Para os próximos cem dias, o executivo municipal assumiu como outras prioridades a apresentação da Carta Desportiva do concelho, a finalização do projecto de reabilitação do Parque de Exposições de Braga, a divulgação dos resultados do concurso de ideias para o Mercado Municipal e a instalação de uma rede de acesso livre à internet no centro histórico da
cidade.

Para final de Março está prevista a apresentação dos resultados da auditoria financeira à câmara e empresas municipais, cujos dados poderão implicar a apresentação de um orçamento rectificativo para o corrente ano. Nos próximos três meses arrancarão o balcão único do município e o balcão do empreendedor, e será dado início a um Plano de Marcha e Corrida, bem como um Programa de Apoio à Saúde Oral. Para o novo ciclo de cem dias, está ainda programada a celebração dos contratos de execução de delegação de competências nas juntas de freguesias e arrancará, formalmente, a candidatura das Solenidades da Semana Santa a Património Imaterial da Humanidade, bem como o processo de certificação da viola braguesa e do cavaquinho.

http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=75798



Prioridades para o novo ciclo de 100 dias:


1- Nova pousada da juventude;
2- conclusão da piscina olímpica;
3- financiamento para obras de requalificação e restauro do Parque Eco-Monumental das Sete Fontes;
4- apresentação da Carta Desportiva do concelho;
5- finalização do projecto de reabilitação do Parque de Exposições de Braga;
6- a divulgação dos resultados do concurso de ideias para o Mercado Municipal;
7- a instalação de uma rede de acesso livre à internet no centro histórico da
cidade.
8- apresentação dos resultados da auditoria financeira à câmara e empresas municipais;
9- início do balcão único do município e o balcão do empreendedor;
10- início a um Plano de Marcha e Corrida;
11- início de um Programa de Apoio à Saúde Oral;
12-celebração dos contratos de execução de delegação de competências nas juntas de freguesias;
13- início da candidatura das Solenidades da Semana Santa a Património Imaterial da Humanidade, bem como o processo de certificação da viola braguesa e do cavaquinho.


Na minha opinião são uma série de medidas exequíveis na maior parte, agora não vejo bem a prioridade ou urgência de uma nova pousada da juventude. Daqui a 100 dias veremos o que aconteceu a este plano.
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Meireles88 » sexta jan 31, 2014 3:07 pm

Medidas para os próximos 100 dias:

1- Apresentação pública da Carta Desportiva do Concelho;
2- Finalização do projeto de intervenção no Parque de Exposições de Braga e divulgação dos resultados do concurso de ideias para o Mercado Municipal;
3- Instalação e entrada em funcionamento do acesso wi-fi livre no centro histórico;
4- Publicitação dos resultados da autoria ao universo Municipal e adoção de recomendações;
5- Implementação de um Media Center no PEB;
6- Arranque de Balcão Único e do Balcão do Empreendedor;
7- Arranque do Programa de apoio à saúde oral;
8- Implementação do Plano de Marcha e Corrida;
9- Elaboração de Protocolos de cooperação no âmbito da InvestBraga e conclusão do Dossiê de Investimento;
10-Arranque dos procedimentos tendentes à candidatura a Património Imaterial da Semana Santa e do Plano de certificação da Viola Braguesa e do Cavaquinho;
11-Celebração dos contratos de execução de delegação de competências nas freguesias;
12-Reentrada em funcionamento do Conselho Municipal Educação, do Conselho Municipal da Juventude, do Conselho Municipal da Segurança, bem como o Fórum Pessoas com Deficiências e do Fórum Idosos, Pensionistas e Reformados;
13-Negociação para a obtenção de instalações para a nova Pousada da Juventude;
14-Intervenção no Canil Municipal de Braga e reformulação das parcerias com Associações de Proteção dos Animais;
15-Conclusão da 1ª fase do Monte Picoto, início das obras na nova Carreira de Tiro, REALIZAÇÃO DE CORREÇÕES NAS MARGENS DO RIO ESTE e intervenção de salvaguarda nas Sete Fontes;
16-Contactos com arquiteto para reconfiguração do projeto da Piscina Olímpica;
17-Elaboração de Plano de Promoção Turística de Braga 2014-2015;
18-Implementação do projeto "Eu Inovo" (ações de racionalização da despesa e de melhoria contínua do Universo Municipal).
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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Duarte » sábado fev 01, 2014 5:17 pm

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Re: Programa 100 dias - Ricardo Rio

Mensagempor Brc20 » segunda fev 03, 2014 4:27 pm

Centro Histórico de Braga com Internet grátis a partir de Abril


SAMUEL SILVA 01/02/2014 - 09:00



Rede instalada em 2009 pelo programa Braga Digital custou 12 milhões de euros mas nunca funcionou bem.

Nova rede wi-fi poderá ser utilizada por residentes e visitantes da cidade




Moradores, comerciantes e visitantes do centro histórico de Braga vão passar a ter acesso à um rede wi-fi (sem fios) Internet em todas as ruas e praças a partir do mês de Abril.

A rede wi-fi permitirá o acesso à Internet por computadores e dispositivos móveis de forma gratuita. O novo sistema vai substituir a actual rede do projecto Braga Digital, que nunca funcionou em pleno desde que foi instalada. Neste momento, falta apenas definir qual a empresa que vai fornecer o serviço.

Nos últimos meses, a autarquia esteve a estudar a melhor localização dos equipamentos que disponibilizarão o sinal de Internet no espaço público bracarense, de modo a garantir uma cobertura integral do centro histórico da cidade. O mapa de cobertura está definido e é agora objecto de discussão com as várias operadoras de telecomunicações, com as quais a câmara pretende negociar as melhores condições para o fornecimento e gestão do serviço.
O novo sistema wi-fi começa a funcionar no mês de Abril, garantiu ao PÚBLICO o presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio. “Precisávamos de substituir a rede do Braga Digital, por causa de todos os problemas que provocou ao longo dos anos”, justificou.

Este sistema foi instalado em 2009, no âmbito de um projecto que custou cerca de 12 milhões de euros e que beneficiou de financiamento comunitário. No entanto, nunca funcionou de forma capaz: a rede devia cobrir todo o centro histórico, mas não chegava à maioria das ruas da cidade.

Mesmo equipamentos municipais, como o edifício dos paços do concelho ou o centro GNRation, ficavam fora do alcance da rede.Até Abril entram também em funcionamento mais dois serviços da Câmara de Braga relacionados com as novas tecnologias.
O projecto Braga 3.0, planeado para reforçar o acesso dos cidadãos à autarquia, vai permitir a instalação de um Balcão Único de Atendimento no edifício municipal do Pópulo. Seis juntas de freguesia (Adaúfe, Figueiredo, Real/Dume/Semelhe, Sequeira, Sobreposta, Tadim) vão receber também novos espaços cidadão que permitirão o contacto descentralizado com os serviços municipais.



http://www.publico.pt/local/noticia/centro-historico-de-braga-com-internet-gratis-a-partir-de-abril-1621902
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