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Orçamento participativo  

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Orçamento participativo

Mensagempor CesarGomes » terça set 16, 2008 11:36 pm

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Re: Orçamento participativo

Mensagempor Snidra » quarta set 17, 2008 6:27 pm

CesarGomes Escreveu:http://www.bragacomtodos.net

não quero parecer pessimista ou ofensiva, mas o que me parece é que é uma atitude a pensar nas eleições... gostava de pensar que não, porque é uma boa estratégia de comunicação com os munícipes interessados em dar a sua opinião para a sua cidade, mas... a ver vamos...
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor jcmarques » quarta nov 26, 2008 10:27 am

não sabia de esta pagina... mas sera que tem em conta as opiniões dos municipes??? quero pensar que sim
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor DoctorDre » quarta nov 26, 2008 10:40 am

Eu já fiz a minha participação... espero ser tomado em conta!
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor karlussantus » terça jul 21, 2015 12:59 am

Terminou a fase de envio de propostas para o Orçamento Participativo, mais alguém enviou propostas!?

A fase de votação inicia-se e finda em setembro, não sei se ainda se podem inscrever para votar.
Esta é a forma mais direta e real de democracia. Os cidadãos propõem, e votam em projetos.
Ao invés, nas restantes votações, elegemos putativos defensores do interesse publico e representantes das nossas ideias, mas na verdade depois fazem o que lhes apetece...

Por isso, os 5000 votantes do ano passado são uma miséria quando temos mais de 140.000 eleitores...
http://participe.cm-braga.pt/
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor karlussantus » quarta set 02, 2015 12:31 am

Estou chocado com o projeto apresentado pela confraria do Bom Jesus no âmbito do Orçamento Participativo 2016.

Título do projeto: Parque Infantil, campo de ténis e parque geriátrico no Bom Jesus

Descrição sucinta: A crescente procura do Bom Jesus por parte de turistas, mas também por residentes no município de Braga, tornam-no um dos espaços mais privilegiados, para os momentos de lazer, recreação, desporto e turismo. Assim sendo, decidimos apresentar ao orçamento participativo da Câmara Municipal de Braga o projeto designado “Parque infantil, campos multiusos e parque geriátrico no Bom Jesus”, com as seguintes intervenções e objetivos:
Parque infantil:
- O objetivo é instalar um conjunto de diversões (baloiços, balanços, bonecos com mola, caixa de areia, escorregas, construções, entre outros) para que a comunidade infantil possa utilizar o espaço, com todas das normas legais exigidas para estas instalações.
Campo multiusos:
- O objetivo é construir um espaço para prática desportiva, que cumpra todos os requisitos legais para a prática de vários desportos (ténis, voleibol, futsal, entre outros). A construção deste espaço deve ter um impacto discreto no local. Associada a esta construção será necessário construir novos balneários/WC de apoio.
Parque geriátrico:
- O objetivo é instalar um conjunto de peças (bicicleta fixa, alteres, bancos de pernas, entre outros) que permitam a exercitação física de uma população mais idosa, mas também para o público em geral.
Consideramos que este projeto será uma oportunidade excecional para voltarmos a ter o parque infantil e o campo de ténis no Bom Jesus, que tantas e boas recordações trazem a todos os bracarenses.


Deixei aqui, a minha opinião na página de facebook da Confraria do Santuário do Bom Jesus.
Campo multiusos (futsal, basket ...) mais balneário, mais parque geriátrico, mais parque infantil!?
O que se pretende do Santuário do Bom Jesus!?
Opção 1- Que se afirme como um importante monumento mundial, que prime pela homogeneidade, integridade e monumentalidade arquitetónica em perfeita comunhão com a natureza que o rodeia, procurando potenciar e recuperar a função do seu parque e da sua mata como local de passeio. Convidando todos os visitantes a contemplarem um local de lazer e repouso, de fruição da natureza e de uma obra arquitetónica ímpar. Que vise dessa forma o reconhecimento e a classificação como património imaterial da humanidade!?
Opção 2- Ou ao invés pretende-se a introdução de pesados equipamentos do século XXI, que convidem os habitantes e visitantes à prática dos mais diversos desportos, procurando replicar parques de cariz urbano como o Parque da Rodovia, Camélias, entre outros.
Será que quando visitamos os grandes monumentos históricos nacionais e mundiais pretendemos encontrar este tipo de equipamentos desportivos padronizados propostos para o Santuário do Bom Jesus!?
Na minha opinião claramente devemos optar pela primeira opção, por muito conforto e atratividade para a população local que possam proporcionar os equipamentos propostos neste projeto, entendo que o Bom Jesus deve afirmar-se como um monumento de projeção mundial, onde os equipamentos de apoio procurem ser o mais leve possíveis em comunhão com a natureza envolvente, e que se ofereça aos seus visitantes um local romântico e de repouso, onde se convide a um passeio único por um santuário com uma beleza arquitetónica e natural ímpar.
Neste sentido, estando a mata e os seus percursos por recuperar e existindo no Santuário um edifício e um bar contíguo ao elevador do Bom Jesus que se encontra por requalificar, apresentando o bar materiais e arquitetura dissonante, entendo que seriam projetos valiosos e condizentes com o que se pretende para o Bom Jesus.
Espero sinceramente que mais bracarenses comunguem desta opinião e que este projeto não seja realizado.


Eu acho isto uma atrocidade, se concordam, não deixem de participar no repúdio, só assim podemos fazer ver à confraria, CMB e DRCN, a total falta de bom senso deste projeto...
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor Duarte » quarta set 02, 2015 11:41 am

Se tirares o parque geriátrico, isso são coisas que o Bom Jesus já teve e numa zona quase abandonada da mata.
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor Mr Strangelet » quarta set 02, 2015 11:43 am

Estou inclinado a descordar de ti, no entanto a informação disponibilizada é muito pouca.

De qualquer das formas, junto ao lago houve em tempos um campo de ténis que não destoava. O que destoa é o abandono a que foi votado esse espaço e o quiosque ao lado. Creio que esses equipamentos se podiam fazer sem causar grande ruido.
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor karlussantus » quarta set 02, 2015 3:42 pm

Duarte Escreveu:Se tirares o parque geriátrico, isso são coisas que o Bom Jesus já teve e numa zona quase abandonada da mata.


É contíguo ao lago... não fica na mata abandonada.
Acham que o impacto dos antigos é comparável com o tipo de construções agora descritas!?

O parque infantil tinha o chão em terra e era composto por elementos em ferro e madeira, a natureza rodeava e "invadia" o parque.
Um parque infantil moderno tem proteção no chão para quedas, elementos em plásticos coloridos e se atendermos à descrição baloiços, balanços, bonecos com mola, caixa de areia, escorregas, construções, entre outros, ... um conjunto de equipamentos e suas zonas de segurança onde se incluem construções que serão aqueles elementos mais elaborados.

Campo de Tenis para Multiusos
Passar de um campo de tenis de terra batida que teria 31m por 18m (incluindo área envolvente), que estava deslocalizado e descontextualizado onde as bolas se perdiam na mata (joguei lá várias vezes) para um multi-usos com pavimento que vai impermeabilizar o solo, que ocupará no mínimo 40m por 20m se incluir apenas 1m de margem a toda a volta, mais a construção ou ampliação do antigos WC para balneários de apoio.
Há que convir que dois ou quatro tenistas a bater bolas é completamente diferente de grupos de 10 ou 12 jogadores. Passamos a ter dois conceitos completamente distintos de visitantes, os que procuram um lugar calmo para um passeio na natureza, e os que se deslocam em grupos para praticar desportos coletivos... Isto num concelho repleto de Gimnodesportivos, Sintéticos, ...

Parque Geriátrico
Será mais um equipamento dissonante, mas este pode ser implementado diretamente no solo.

Este tipo de equipamentos existem em todas as freguesias, e devem ser colocados nos parques citadinos, o Parque do Bom Jesus na minha opinião tinha e tem outra função.
Uma coisa é colocar alguns elementos simples de parque infantil e geriátrico de apoio a famílias ou idosos que se desloquem em família ou para fazer caminhadas pela natureza, apesar de não ser o produto para o qual o parque do Santuário deva estar vocacionado. Outra coisa é colocar o descrito no projeto...
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor karlussantus » sexta set 04, 2015 4:09 am

Todos os interessados! Estes são os dois projetos a votar no OP Braga 2016! ;) :drink:

Estudo de viabilidade da conclusão do anel ferroviário no Minho (Guimarães-Braga-Barcelos)

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Descrição sucinta: Estudo de traçado, análise de mercado e avaliação socioeconómica e financeira da conclusão do anel ferroviário no Minho. Através do prolongamento do Ramal de Braga até Barcelos e da Linha de Guimarães até Braga, via Caldas das Taipas. Ponderar ainda a posterior ramificação da Linha de Braga para Vila Verde, via Vila de Prado.
O estudo deve:
• Contemplar o movimento gerado dentro da área de estudo e o incremento de procura na restante rede ferroviária nacional e internacional; procurando estudar o movimento exterior à área de estudo que utilizaria os novos corredores, e o movimento entre a área de estudo e a restante rede.
• Analisar a ligação Guimarães-Braga como um prolongamento dos atuais serviços existentes, alguns desses serviços passariam a iniciar/findar o percurso em Braga, utilizando o novo corredor em continuidade com a atual Linha de Guimarães; também a ligação Barcelos-Braga deve ser estudada como um prolongamento dos atuais serviços existentes no Ramal de Braga; avaliando ainda o incremento de utilização dos atuais serviços nos troços já existentes.
• Avaliar a possibilidade de alguns dos Regionais, InterRegionais e Internacionais (CELTA), fazerem o percurso via Braga; apesar de implicar um acréscimo no tempo de viagem, colocaria Braga na ligação direta e permitiria que com apenas um transbordo localidades como Caldas das Taipas, Guimarães, Vizela, Santo Tirso, ficassem na ligação.
• Avaliar a implementação de novos serviços.

Documento enviado à CMB na consulta do PDM.


Valorização do Castelo de Braga e Muralhas Medievais

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Descrição sucinta: O projeto tem como objetivo valorizar e dar a conhecer o que ainda resta do Castelo de Braga e dos elementos que compunham as Muralhas Medievais.
Este projeto consiste em:
• Representar no pavimento do centro histórico, o traçado das muralhas do castelo, e o traçado das muralhas, portas, postigos e torres medievais que cruzavam ou estavam nos atuais arruamentos citadinos.
• Representar se possível com recurso a lajes de granito lisas com forma irregular, que procurem mimetizar os materiais utilizados na época e ao mesmo tempo proporcionem aos utilizadores da via pública todas as condições para os diversos modos de mobilidade
• Colocar elementos descritivos, em cada um dos locais, do traçado, função e história dos elementos assinalados no pavimento; identificar e descrever ainda os elementos existentes nos quarteirões contíguos ao local em questão.
• Avaliar a possibilidade de posteriores fases de intervenção que procurem expor e tornar visitáveis elementos que se encontrem ocultos nos quarteirões da cidade.
• Utilizar como referência para o traçado e elementos existentes a “Dissertação de Doutoramento em Arqueologia Área de Conhecimento de Arqueologia da Paisagem e do Povoamento - Braga entre a época romana e a Idade Moderna. Uma metodologia de análise para a leitura da evolução da paisagem urbana”, de Maria do Carmo Franco Ribeiro.


Projeto do Castelo mais em detalhe.


Todas as pessoas com ligação a Braga podem votar (Residentes, trabalhadores, estudantes, ...), podem-se inscrever aqui e depois votar.
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor victordomingos » domingo set 06, 2015 1:24 pm

Há uma série de projetos interessantes no Orçamento Participativo Braga 2016. No que concerne à mobilidade, e face aos montantes envolvidos, o meu voto este ano vai para este:

OP16/PROJ000007 – Via ciclável e faixa bus no eixo constituído pelas Avenidas 31 de Janeiro e Porfírio da Silva

A utilização de bicicletas em contexto urbano é, em muitos casos, a melhor opção para o cidadão, pois minimiza o tempo de viagem e o custo. Além disso, é um meio de transporte não poluente, o que contribui para um melhor ambiente. A cidade de Braga apresenta-se como muito adequada para promover este modo de transporte, mas, para tal acontecer, é necessário criar condições de segurança para todas as pessoas que queiram usar a bicicleta. As questões de segurança são especialmente críticas para que os adolescentes e jovens possam circular de bicicleta na cidade com todo o conforto e segurança. A correta resolução dos pontos críticos, como cruzamentos e rotundas, é também fundamental para a promoção do uso da bicicleta como meio de transporte generalizado.
As avenidas 31 de janeiro e Porfírio da Silva constituem um eixo estrutural da cidade com ligações a diversos equipamentos (centros de saúde, ciclovia do rio Este, escolas, tribunal, centro da cidade, Segurança Social, mercados, talhos, entre outros).
Este projeto sugere a criação de vias cicláveis nesse eixo e nas ligações dessas avenidas às escolas instaladas na zona (Alberto Sampaio, Carandá, Companhia da Música, André Soares, D.ª Maria II, São Lázaro, Carlos Amarante, São Vítor, Calouste Gulbenkian).
Sugere-se ainda a introdução duma faixa BUS na avenida 31 de janeiro, permitindo assim a circulação de diversos modos de transporte (peão, bicicleta, autocarro e automóvel) em espaço próprio, acomodando todos.


http://bragaciclavel.pt/2015/09/orcamen ... ciclistas/






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Re: Orçamento participativo

Mensagempor Duarte » domingo set 06, 2015 4:04 pm

O projecto para a a 31 de Janeiro é exagerado e é por coisas como essas que muita gente não leva os ciclistas a sério.
Não se pode passar de 3 para 1 de um momento para o outro. Primeiro é preciso passar muitas ruas de 3 para 2 ou 2 para 1 e depois é que podemos sonhar com avenidas dessas.
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor karlussantus » domingo set 06, 2015 7:58 pm

Duarte Escreveu:O projecto para a a 31 de Janeiro é exagerado e é por coisas como essas que muita gente não leva os ciclistas a sério.
Não se pode passar de 3 para 1 de um momento para o outro. Primeiro é preciso passar muitas ruas de 3 para 2 ou 2 para 1 e depois é que podemos sonhar com avenidas dessas.



Concordo plenamente Duarte, e vencendo este projeto a CMB tem margem para o adaptar da forma que dizes.

Estive recentemente na Bélgica e Holanda, e constatei o mesmo que na Alemanha (Munique), nestes 3 países não vi o que o nosso código exige por lei. Nestes países as ciclovias sempre que possível estão protegidas ao nível do passeio e separadas da circulação automóvel, normalmente apenas nas ruas mais históricas com pouco espaço onde a circulação automóvel é de baixa velocidade, a circulação é feita na estrada. As marcações nos passeios quase nunca têm as medidas mínimas e servem apenas de referência aos peões para não as invadirem, enquanto os ciclistas "invadem" sem qualquer problema a zona não assinalada quando precisam de passar outra bicicleta, cabe a eles avaliar a manobra.
Também nas ruas pedonais há um enorme respeito pelas bicicletas e estas circulam livremente entre os peões, tendo estacionamento por toda a zona pedonal, com grandes parques em posições estratégicas à saída da mesma.

Na 31 de Janeiro se tivermos uma ciclovia assinalada em cada um dos passeios utilizarei, se esta estiver na faixa de rodagem podem ter a certeza que não o farei.

Um ciclista é no fundo um cidadão com mais alguns quilos e mais alguma responsabilidade, dificilmente algum acidente pode provocar feridos graves.
Já um ciclista no meio do tráfego automóvel ao mínimo acidente corre risco de vida, por isso é que discordo do conceito presente no nosso código de estradas.
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor Meireles88 » segunda set 07, 2015 1:52 pm

@Karlus Nesses 3 países são raros os casos de ciclovias ao nível do passeio. Na maior parte dos casos têm um desnível e ficam numa cota entre a via de trânsito e o passeio. Muitas vezes é apenas de 2 ou 3 centímetros o desnível, mas existe. Já para não falar que são bastante largas as ciclovias e as vias de trânsito bem estreitas e que obrigam à uma velocidade reduzida.

A parte da zona pedonal é o que já acaba por acontecer aqui em Braga. Há um ou outro marmanjo que precisa de um puxão de orelhas, mas na maioria todos respeitam o peão e convivem pacificamente.

Referes-te a que conceito? Ao da partilha de espaço? Esse conceito existe em toda a Europa nos códigos da estrada. As bicicletas podem usar a via de trânsito porque são veículos e podem utilizá-la no centro da via, como aqui agora podem. Nós aproximamo-nos dos conceitos europeus do código da estrada. Ficaram a faltar algumas coisas, nomeadamente a Lei de Badinter (Responsabilidade Objetiva) utilizada exatamente nesses países que referes.

Quanto à proposta é arrojada sim. É marcante sim. E quem a concebeu na altura falou nisso das 2 vias ou 1 via. A verdade é que pode perfeitamente em vez de 1 via BUS ter 2 vias de automóvel, como aliás hoje em dia já possui até meio da Avenida. Só acho é que deve sempre ter uma via bidirecional ao longo de toda a avenida, até porque estrategicamente é importante uma vez que acaba por, com mais meia duzia de metros, ligar a quase todas as escolas.
http://www.mariomeireles.net

www.aasdsv.com -> Associação dos Amigos de São Domingos/São Vítor
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Re: Orçamento participativo

Mensagempor Mr Strangelet » segunda set 07, 2015 8:07 pm

No seguimento do que o Duarte e o Karlus disseram, não podia concordar mais. Em vez de aumentar a segurança para os ciclistas, creio que o novo código só os põe mais em risco. Como é que é suposto ultrapassar um ciclista que circula no centro duma rua de sentido unico com uma distancia de segurança de 1,5 m?
Tudo isto piora principalmente em vias não urbanas. Circular no centro da via já é arriscado, mas circular lado a lado não é mais do que um comodismo que só aumenta os riscos. Em estradas nacionais como temos imensas no Minho, cujo limite são 90 km/h e cheias de curvas sem visibilidade, circular lado a lado é no mínimo suicida.
Eu, gosto de andar de bicicleta de vez em quando e não me sinto seguro com essas novas regras.
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