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Antiga Fábrica da "Confiança"  

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Antiga Fábrica da "Confiança"

Mensagempor CesarGomes » quinta Oct 09, 2008 5:57 pm

Confiança: 114 anos de história
Uma das empresas mais antigas e emblemáticas de Braga completa domingo 114 anos. A Confiança atravessa um momento de expansão, depois das dificuldades que atravessou em 2005.

Marlene Cerqueira

Criada no século XIX, a Saboaria e Perfumaria Confiança completa domingo 114 anos de existência. Longe da imponência do edifício que ocupou até 2005, na Rua Nova de Santa Cruz, a fábrica opera hoje no Parque Industrial de Sobreposta, num espaço mais adequado às exigências da actualidade.
Fundada a 12 de Outubro de 1894 por Silva Almeida e Santos Pereira, a Confiança especializou-se inicialmente no fabrico de sabão do tipo ‘offenbach’, mas rapidamente se impõe no mercado com produtos de alta cosmética, apostando em marcas próprias, com designs e fórmulas originais e adaptadas.
Em 1928, por exemplo, a Confiança fabricava cerca de centena e meia de marcas de sabonetes, pó de arroz, cremes, pastas de dentes, cremes de barbear, águas-de-colónia, loções e essências.

No anos 80 adapta-se aos novos tempos e aventura-se nas fórmulas líquidas de gel de banho e champô perfumado. “Foi a resposta aos novos estilos de vida. Ainda hoje, a Confiança faz ques-tão de acompanhar as tendências”, refere Cristina Maia, directora comercial e de marketing da Confiança, lembrando que foi relançada recentemente a colónia ‘Realce’, um sucesso de vendas da empresa.
Foi já no século XXI que a Confiança enfrentou o seu período mais crítico.
Em 2005, numa situação financeira extremamente debilitada, a empresa bracarense é adquirida por uma capital de risco, a ‘Change Partners’.
É em Setembro desse ano que se muda para o Parque Industrial de Sobreposta. Em novas instalações, a empresa renasce e aposta na certificação. “Somos a única empresa deste sector certificada”, vinca Cristina Maia.

Com 30% da produção destinada a exportações para países como so Estados Unidos ou o Japão, a Confiança aposta agora em novos segmentos de mercado, prevendo-se que o próximo ano seja recheado de novidades. “Os 115 anos vão ser comemorados de forma especial”, adianta o responsável pelo marketing.
Na calha estão muitas novidades, como sabonetes de chocolate, uma linha infantil, uma linha de produtos para a casa. Uma coisa é certa, todas as novidades terão o cunho clássico dos produtos Confiança.

Museu vai nascer na estação

“Para a Confiança, cada um dos seus produtos é mais que um cosmético. É um pedaço de história, uma memória e um bocadinho de cada um dos seus colaboradores”. — Esta é a máxima abraçada por todos quantos fazem a Confiança. É também nesta linha que a fábrica vai criar um museu, no edifício da antiga estação de comboios de Braga. O espaço é cedido pela Câmara de Braga.
São já várias centenas as peças que têm como destino o museu. A maioria são os cunhos utilizados para dar forma a milhares e milhares de sabonetes. Há também rótulos e embalagens que foram foram preservados ao longo dos anos e que o público poderá apreciar — e em muitos casos recordar — quando o museu tiver as portas abertas.
“Quando a Confiança se mudou para este parque industrial, houve o cuidado de salvar muito do património que conta a sua história. Refiro-me não só aos cunhos, como também às embalagens, aos rótulos e até a muito material para confeccionar os sabonetes que actualmente já não é utilizado. O carinho que os funcionários nutrem pela fábrica fez com que essa salvaguarda acontecesse”, remata Cristina Maia.

A arte de bem fazer sabonetes

Os sabonetes sólidos representam 69% da produção da Confiança. Segue-se o sabão e só depois as colónias, os sais de banho, os talcos perfumados, oa sabonetes líquidos, o creme de barbear...
O ‘CM’ teve oportunidade de observar ‘in loco’ como se trabalha na fábrica Confiança. No que aos sabonetes sólidos diz respeito, o pro-cesso começa com a massa do sabão, feita a partir de óleo de palma e de palmiste.
“Toda a pasta é vegetal e importada da Malásia”, diz Cristina Maia, revelando que esta é a base para todos os tipos de sabonetes sólidos.
A pasta passa por várias fases “todas elas muito rigorosas”. Por exemplo, a laminagem é feita cinco vezes para que o sabonete fique mais compacto e dure até ao fim, “isto faz, por exemplo, com que o sabonete não rache”.
Também na secagem o tempo é fundamental. Depois de cunhados, os sabonetes ficam em tabuleiros durante duas semanas a secar. Só depois são embalados. A produção de sabonetes é feita em duas máquinas. A mais recente, com 26 anos, é capaz de permitir a produção de três mil sabonetes por hora.

As séries de luxo são fabricadas numa máquina bastante mais antiga — tem 86 anos. Estas séries de luxo, quase sempre limitadas, têm a particularidade de serem embaladas manualmente.
No dia em que ‘CM’ esteve na Confiança, algumas funcionárias embalavam, um a um, 12 mil sabonetes. “É uma encomenda da Fundação Serralves”, revelou Cristina Maia.
Numa outra área da fábrica são confeccionados os sabonetes de glicerina ou de coco.
Nesta área, ficámos a saber que é o açúcar que confere a transparência aos sabonetes de glicerina.
O creme de barbear é o único produto que tem de ser confeccionado numa sala com temperatura e humidade controladas.

Na Confiança, ainda se faz o creme de barbear à moda antiga. Trata-se do creme para pincel. “É feito todo manualmente”, explica a directora comercial.
O processo de fabricação do creme é sempre o mesmo, assim como a sua base. “Só muda a essência, conforme a marca”, explica Cristina Maia.
Destaque ainda para uma sala que se pode dizer de experimentação. É aqui que são experimentadas novas fórmulas.
É também no mesmo espaço que estão guardados muitos rótulos e embalagens dos milhares de produtos que a Confiança confeccionou ao longo de 114 anos.

Cristina Maia explica que grande parte do sucesso da Confiança se deve à reedição de marcas antigas. “São reedições muito bem acolhidas, prova disso é o sucesso da água de colónia ‘Realce’, lançada recentemente e tem sido um êxito de vendas”, acrescenta.
Todos os produtos fabricados na Confiança são submetidos a um rigoroso controlo de qualidade feito por uma empresa externa, a acreditação a isso obriga.
Quem visita a fábrica pode ainda deslumbrar-se no ‘show room’ da Confiança, onde estão expostos alguns dos mais famosos e actuais produtos ali confeccionados.

in Correio do Minho.
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Re: Confiança

Mensagempor CesarGomes » quinta Oct 09, 2008 5:59 pm

Parabéns à Confiança. :bravo: :bravo: :bravo:
Uma empresa em que qualquer bracarense tem orgulho nela. :drink:
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Re: Confiança

Mensagempor CesarGomes » quinta Oct 09, 2008 6:02 pm

Acho que uma loja da Confiança no centro ficava muito bem. Ir lá acima a Sobreposta não dá jeito nenhum. :(
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Re: Confiança

Mensagempor corema » quinta Oct 09, 2008 6:30 pm

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Re: Confiança

Mensagempor jcmarques » sexta Oct 24, 2008 12:58 pm

De louvar e de estar orgulhosos do caminho que eles andarão para estar na escala que estão... muitos anos de vida ;)
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Fábricas de sabonetes Ach. Brito e Confiança fundem-se

Mensagempor Mr Strangelet » domingo jan 11, 2009 8:41 pm

Fábricas de sabonetes Ach. Brito e Confiança fundem-se após mais de 100 anos como concorrentes

Economia | 2009-01-11 12:19
Criadas em finais do século XIX, as duas mais antigas fábricas de sabonetes da Península Ibérica - as portuguesas Ach. Brito e Confiança - fundiram-se nos últimos dias de 2008 após mais de 100 anos como concorrentes.
Designada Claus & Schweder aquando da sua criação, em 1887, no Porto, a agora Ach. Brito foi fundada por dois alemães radicados em Portugal - Ferdinand Claus e Georges PH. Schweder - e importava, na altura, sabonetes e perfumes sobretudo vendidos para as classes sociais mais abastadas.

São, então, atribuídos nomes estrangeiros a todas as linhas, "para ir de encontro aos gostos da época", lê-se no site da empresa na Internet.

Georges Schweder viria a ser substituído, por motivo de doença, na gerência da empresa pelo português Achilles Alves, seguindo-se anos de forte expansão à medida que o sabonete se populariza e começa a roubar quota de mercado ao sabão grosseiro.

Com a entrada da Alemanha na 1ª Guerra Mundial, os dois sócios alemães foram forçados a fugir e a Claus & Schweder foi encerrada, tendo então o sócio português e o seu irmão Affonso criado em 1918 uma nova empresa, a Ach. Brito, que ocupou o espaço da antecessora e viria a adquirir a sua massa falida.

Achilles de Brito decidiu, contudo, manter a marca Claus Porto e, durante anos, Ach. Brito e Claus Porto conviveram como "marcas chapéu" de várias outras marcas, sendo os produtos da nova empresa reconhecidos pela qualidade e inovação, nomeadamente a nível da embalagem.

Nas décadas de 40 e 50 a Ach. Brito conquistou a liderança do mercado português, produzindo também para o Ultramar e para países como a Inglaterra e EUA, e investindo no aroma, textura, aspecto e preço dos seus produtos para fidelizar os clientes.

Os anos 80 foram, contudo, de dificuldades, quer devido à perda dos mercados do Ultramar na sequência da descolonização, quer à concorrência das multinacionais e surgimento da distribuição moderna.

Com resposta, ao longo da década de 90 a empresa foi-se posicionando nas grandes cadeias de hipermercados, armazenistas e comércio tradicional (incluindo as farmácias), sempre mantendo a marca Claus Porto, sobretudo dirigida aos produtos de luxo para o mercado estrangeiro, nomeadamente os EUA.

O reconhecimento da marca do outro lado do Atlântico levou, em 2000, a embaixatriz americana em Portugal a ir conhecer a fábrica onde os produtos Claus são fabricados, tendo o ano de 2007 sido marcado pela mudança da empresa para novas instalações, com 3.900 metros quadrados em Fajozes, Vila do Conde.

Participante, desde 2002, nas edições da Moda Lisboa, onde têm vindo a ser apresentados ao mercado nacional novos sabonetes Claus Porto, a Ach. Brito marcou também já presença em duas edições do Portugal Fashion, entre outros eventos internacionais.

A Saboaria e Perfumaria Confiança, agora adquirida pela Ach. Brito, foi fundada em Braga a 12 de Outubro de 1894, por Silva Almeida e Santos Pereira.

Inicialmente especializada no fabrico de sabão do tipo 'offenbach', a empresa rapidamente conquistou uma forte reputação, vendendo sobretudo em Portugal e nas colónias portuguesas, numa altura em que os produtos de perfumaria e cosmética eram maioritariamente importados.

Com a reputação conquistada no sabão, a Confiança lança em 1910 as primeiras marcas próprias, com 'design' e fórmulas originais adaptadas, coincidindo o fim da 1ª Grande Guerra com um período de forte expansão da empresa, aperfeiçoamento dos processos produtivos e conquista de novos mercados.

O crescimento motiva a ampliação das instalações fabris, que incluíam a tipografia e a cartonagem onde se produziam todas as embalagens dos produtos da Confiança.

Segundo se lê no 'site' da empresa, em 1919 a gama de produtos produzidos e comercializados incluía sabonetes perfumados, pó de arroz, águas de colónia, sabonetes medicinais, extractos extrafinos e óleos provenientes das colónias portuguesas.

A partir de 1920, os produtos Confiança estavam já disponíveis em todo o território português, incluindo as ilhas, culminando a investigação e desenvolvimento na empresa no registo de várias patentes de processos de fabrico e formulações químicas.

Em 1928, a Confiança fabricava 150 marcas diferentes de sabonetes, pó de arroz, cremes, pastas dentríficas, sticks de barbear, águas de colónia, loções e essências.

Os anos 80 marcam o início do desenvolvimento de novos cosméticos pela empresa portuguesa, nomeadamente nas formas líquidas de gel de banho e champôs perfumados, "como resposta aos novos estilos de vida e ao pedido incessante de novos produtos por parte dos clientes".

A débil situação financeira da Confiança levou a que fosse adquirida, em 2005, por uma capital de risco portuguesa, tendo então sido alvo de uma reorganização.

Foi então concretizada a certificação pela ISO 9001:2000, o que a tornou na única empresa do sector com os métodos de produção e produtos reconhecidos.

Sempre "fiel às origens e aos métodos tradicionais, passados entre gerações", a Confiança mantém até hoje nos seus produtos clássicos as influências artísticas da Art Nouveau e da Art Déco (anos 20), desde logo nos cunhos usados para dar forma aos sabonetes.


in http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/178453
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Re: Fábricas de sabonetes Ach. Brito e Confiança fundem-se

Mensagempor Bracarensis » domingo fev 08, 2009 2:20 am

Já alguém sabia disto? Procurei no forum e não encontrei nada...
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© Confiança

A ideia era antiga, mas as novidades são frescas. Soube-se por estes dias que a Fábrica Confiança vai instalar o seu museu nas instalações da antiga Estação da CP, uma notícia que só pode encher-nos de contentamento. Em primeiro, porque o espólio da fábrica de sabonetes vai ficar mais protegido da voragem do tempo, preservando-se um património que faz parte da memória industrial, social e afectiva mais significativa da cidade. E, em segundo porque chega vida nova a uma zona da cidade que, paradoxalmente, ficou mais triste e fria após as recentes obras de remodelação.

«Moldes, rótulos, sabonetes, frascos, fotografias e algumas máquinas são o núcleo duro do espólio que está a aguardar divulgação», assim escreveu Luísa Teresa Ribeiro em edição do Diário do Minho de Novembro de 2007, o que faz adivinhar que a exposição será um riquíssimo contributo para que melhor se possa conhecer não só a evolução da indústria dos sabonetes e cosméticos ao longo do século XX, mas também da sociedade bracarense desse tempo.

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© Projecto BragaTempo

Fundada a 12 de Outubro de 1894 por Silva Almeida e Santos Pereira, a Confiança é o maior marco da indústria bracarense, um dos símbolos mais emblemáticos da cidade. Não se estranha, portanto, que a fábrica sempre tenha despertado paixões nos mais entusiastas amantes da cidade. No início da presente década, o Projecto BragaTempo alertava para a degradação do espaço secularmente ocupado pela Confiança.

Porque «o valor da fábrica é incontornável, pela sua arquitectura industrial rara, pelo seu design, pelos seus famosos e excelentes produtos, mas também por toda a história que este edifício retém em termos de memória da cidade», os mentores do Projecto BragaTempo desafiaram a Câmara de Braga, a Universidade do Minho e a AAUM a unirem-se na criação de um pólo cultural naquele espaço.

Porque o repto não foi atendido, resta um único travo amargo num momento que poderia ser inteiramente feliz: as antigas instalações da fábrica estão à mercê da especulação imobiliária numa zona já densamente semeada de betão...

Publicado em 9.10.08 in http://avenidacentral.blogspot.com/2008/10/braga-de-confiana.html

...Se gostas da noite, conquista o teu pedacinho de Céu e não tires os olhos de cima!!!
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Re: Fábricas de sabonetes Ach. Brito e Confiança fundem-se

Mensagempor Brc20 » quinta abr 02, 2009 5:06 pm

É uma lástima este projecto não ter avançado! Hoje aquela fábrica é o único vestígio que resta do património arqueológico bracarense, tudo desaparecido em três décadas de democracia à Mesquita Machado :girl_cray2: ! Espero não ouvir tão cedo a notícia da sua demolição para mais um horrível prédio, numa das ruas mais descaracterizadas e feias da cidade!
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Re: Fábricas de sabonetes Ach. Brito e Confiança fundem-se

Mensagempor jcmarques » sexta abr 03, 2009 9:28 am

Brc20 Escreveu:É uma lástima este projecto não ter avançado! Hoje aquela fábrica é o único vestígio que resta do património arqueológico bracarense, tudo desaparecido em três décadas de democracia à Mesquita Machado :girl_cray2: ! Espero não ouvir tão cedo a notícia da sua demolição para mais um horrível prédio, numa das ruas mais descaracterizadas e feias da cidade!


... tambem cinzenta, caotica e triste...
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Re: Confiança

Mensagempor Duarte » segunda nov 07, 2011 3:04 pm

Aqui está uma excelente notícia!

Câmara de Braga deve comprar antiga fábrica de sabonetes Confiança

A câmara de Braga deve comprar a antiga fábrica de sabonetes Confiança, na Rua Nova de Santa Cruz para ali instalar alguns serviços, de forma a servir a população da freguesia de S. Vítor.
A proposta partiu do líder dos deputados do PSD na Assembleia Municipal de Braga, João Granja., e foi lançada na RUM, no programa de debate político 'Praça do Município'.
A compra da fábrica Confiança deve inserir-se na requalificação de toda a zona da Rua Nova de Santa Cruz, próxima do Campus de Gualtar da Universidade do Minho.
Também Jorge Cruz, do PS e Carlos Almeida do PCP concordam com esta proposta avançada pelo social-democrata.
Por outro lado, segundo informações recolhidas pela Rádio Universitária do Minho, a câmara de Braga está mesmo na disposição de comprar as instalações da antiga Fábrica Confiança.
O debate político Praça do Município pode ser ouvido mais logo, às 20h em 97.5 ou então em http://www.rum.pt.


Ver também: http://bracara2009.blogspot.com/2011/11 ... ianca.html
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