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Sé de Braga  

Espaços urbanos, ruas, praças, jardins, parques, igrejas, monumentos, museus...

Sé de Braga

Mensagempor braga37 » sábado set 05, 2009 8:32 pm

A Sé de Braga

A Sé de Braga, localiza-se na freguesia da Sé, na cidade de Braga, em Portugal. O seu altar é dedicado à Virgem Maria.[1] Sede do Bispado fundado por São Tiago Maior (segundo a tradição), que aqui deixou como primeiro bispo o seu discípulo São Pedro de Rates. Por causa desta origem apostólica é considerada Sacrossanta Basílica Pimacial da Península Ibérica.E o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas.Possui uma liturgia própria,a liturgia bracarense.

Assenta sobre as bases de um antigo mercado ou templo romano dedicado a Ísis (como atesta uma pedra votiva na parede leste), e muros de uma posterior basílica paleocristã.

Considerada como um centro de irradiação episcopal e um dos mais importantes templos do românico português, a sua história melhor documentada, remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, correspondendo à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios.

Nesta catedral encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha e sua mulher, Teresa de Leão, os condes do Condado Portucalense, pais do rei D. Afonso Henriques.

Nas dependências da antiga casa do Cabido, mandada construir no início do século XVIII, pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles encontra-se o Tesouro Museu da Sé Catedral. Já no século XX, foi colocado junto aos claustros o túmulo da taumaturga, religiosa e estigmatizada, Irmã Maria Estrela Divina, centro de grande devoção popular.

História
Restos (ruínas) do Pelourinho de Braga.

Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa de D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio.

Mais antigos serão os absidíolos, hoje no exterior norte, e talvez alguns elementos do transepto. Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa. Este último mandou fazer as grades que agora a fecham, tendo ainda alterado o pórtico principal, (destruindo duas das suas arquivoltas) e mandado executar a abside e a capela-mor, obra de João de Castilho datada do início do século XVI.

Em 1688 destacam-se as obras do arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, que modificou toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro.

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Templo Principal
O templo românico definitivo tinha uma fachada habitual neste estilo, ladeada por duas torres sineiras onde se abre o portal (arquitectura) principal. O interior é de três naves, com seis tramos e com cobertura de madeira, transepto desenvolvido e uma cabeceira com a abside rodeada por dois absidíolos.

Os elementos essenciais desta traça ainda hoje se conservam com excepção da cabeceira. O essencial da escultura românica da Sé sobreviveu até hoje, estando concentrada nos portais (principal e lateral sul, a chamada Porta do Sol) e nos capitéis do corpo do templo.

A igreja possui dois órgãos de tubos: o órgão do Evangelho, de 1737 e o órgão da Epístola, de 1739, obras de Simãos Fontanes e decorados em talha da autoria de Marceliano de Araújo.

É também notável o túmulo do Infante D.Afonso (filho do Rei D. João I), de estilo e proveniência Flamenga; e a Pia Baptismal gótico-manuelina.


Imagens do Exterior do Templo Principal

Fachada Principal
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Cabeceira da Sé
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Absidiola do projecto inicial do Século XI-XII
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Pátio Anexo ao complexo da Sé Catedral
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Interior do Templo Principal
Nave Central
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Altar Mor
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Coro Alto
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Órgãos
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Nave Lateral
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Capela Mor
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Santíssimo Sacramento
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Transépto
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Sacristia
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Túmulo do Infante D. Afonso
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Capela de São Geraldo



A primitiva capela, da qual apenas resta a estrutura das paredes, foi mandada construir pelo arcebispo Geraldo de Moissac, em honra de são Nicolau.

Em 1418-1467 o arcebispo D. Fernando da Guerra, depois de Geraldo ser considerado santo, dedicou a Capela a este arcebispo de Braga, e o santo sepultado no retábulo principal.

A capela está decorada em talha barroca. Os azulejos são atribuídos ao pintor António de Oliveira Bernardes.

No chão está a sepultura de D. Rodrigo de Moura Teles arcebispo de Braga.
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Interior da Capela de São Geraldo
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Capela dos Reis

Capela gótica, feita sob o mesmo voto de agradecimento pela vitória na Batalha de Aljubarrota, na qual D. João I, prometeu a feitura do Mosteiro de Santa Maria da Vitória da Batalha. Esta capela foi mandada fazer pelo arcebispo de Braga D. Lourenço Vicente, que esteve na Batalha de Aljubarrota e prometeu construir uma capela em Braga, honrando a Virgem.

Na capela dos reis estão os túmulos dos pais de D. Afonso Henriques, Conde D: Henrique, e D. Teresa, além do túmulo de D. Lourenço Vicente.
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Capela de Nossa Senhora da Glória

Mandada construir pelo arcebispo D. Gonçalo Pereira para seu monumento funerário.

Em 17 de Novembro de 1331, o Papa João XXII, concede a D. Gonçalo Pereira, através da bula Marita tuae devotionis, autorização para gastar 6000 florins de ouro, das rendas da mesa arquipiscopal, na dotação da capela que pensa construir.

O arcebispo está sepultado num túmulo gótico, semelhante ao túmulo da Rainha Santa Isabel, em Coimbra. Foi obra de dois escultores: Mestre Pero e Telo Garcia

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Capela de Nossa Senhora da Piedade
Construída pelo arcebispo D. Diogo de Sousa, em 1513, e onde está o seu túmulo.

Túmulo de D. Diogo de Sousa
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Igreja da Misericórdia de Braga
É uma Igreja renascentista da cidade, e está incluída no conjunto de edificações da Sé Catedral de Braga.

História
Foi erguida entre 1560 e 1562, ao tempo do Arcebispo D. Frei Bartolomeu dos Mártires (1559-1558).
Ao longo dos séculos foi objecto de várias remodelações, adquirindo o actual aspecto em 1891.
Encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1977.
O altar em talha é da autoria de Marceliano de Araújo.

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Claustro da Sé de Braga

O actual claustro foi construído no século XIX substituindo outro anterior, gótico, e que já no século XVIII ameaçava ruína.Aí se encontra também a sepultura da Irmã Maria Estrela Divina,(religiosa Terciária Estigmatizada),que faleceu em odor de santidade. Existe outro claustro anexo mais antigo,chamado dos Reis,porque aqui se sepultaram os Reis Suevos,segundo antiquíssima tradição.



Carrilhão

O primeiro carrilhão da Sé de Braga foi inaugurado no século XVII. Ao longo dos séculos, os Arcebispos de Braga acrescentaram novos sinos, tornando o carrilhão da Sé de Braga num dos maiores de Portugal. Em 1996 substituiriam-se 23 sinos. Os sinos retirados ao longo do tempo da Sé de Braga e das Igrejas de Braga estão reunidos no Tesouro Museu da Sé Catedral, que contabiliza mais de 200 sinos.




Tesouro Museu da Sé Catedral

O Tesouro Museu da Sé Catedral localiza-se na cidade de Braga nas dependências da Sé de Braga

História
O museu foi fundado em 1930 na antiga casa do Cabido, mandada, construir no início do século XVIII, pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles.
Os seus primeiros directores foram os cónegos Manuel Aguiar e Luciano Afonso dos Santos.
De momento está em obras de ampliação com um projecto de recuperação de um quarteirão de cinco edifícios anexos á Sé Catedral. O museu futuramente, vai contemplar núcleos temáticos ligados à história da Igreja de Braga. O futuro museu abarcará sub-núcleos exposicionais que retratam o "Nascimento" e "Paixão e Morte" de Jesus Cristo. Outro núcleo diz respeito à exposição de peças de ourivesaria e paramentaria.

Acervo
Objectos de culto, como missais, paramentos, arte sacra, a cruz da primeira missa no Brasil levada por Pedro Alvares Cabral, etc
Também se visitam várias capelas e salas, o coro da catedral com os seus órgãos, apenas acessíveis com visita guiada.

Museu do sino
O Museu do Sino é uma iniciativa do Cabido da Sé Metropolitana e Primacial de Braga, em colaboração com "A Fundição de Sinos de Braga". O Museu terá mais de 200 sinos.

Carta da Fundação de Portugal
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Carta de D. Afonso Henriques a confirmar à Sé de Braga o couto outorgado por D. Teresa — 27 de Maio de 1128

Transcrição do Documento

(Publ: - AZEVEDO, Rui de - Documentos Medievais Portugueses. Vol. 1, 1958, pp. 111-112)

1128, Maio, 27 – Confirmação da carta de couto outorgada à Sé de Braga por Afonso VII de Leão e sua mãe D. Urraca, incluindo-se agora novas doações e concessões, entre estas os direitos de capelania e de escrevaninha e o de cunhar moeda.

A D B. – Cart. Cabido, gav. Braga, n.º 5, or. car.

In nomime Patris et Filii et Spiritus Sancti amen. Ego Alfonsus egregii comitis Heririci et egregie regine Tarasie filius et Alfonsi obtimi regis nepos Sancte Marie Bracarensi et tibi archiepiscopo domno Pelagio tuisque successoribus in perpetuum promouendis necnon clericis ibidem commorantibus dono atque concedo cautum illud quod scilicet Alfonsus rex consanguineus meus et regina Vrracha mater eius et ego tibi roborauimus in presentia Conpostellani archiepiscopi domni Didaci et comitis domni Gomizonis et comitis domni Roderici et aliorum magnatum scilicet Pelagii Suarii Egee Monionis Ermigii Monionis Menendi Monionis Roderici Vermuti. Cautum uidelicet illud dono atque concedo ita determinatum cum uilla que dicitur Lapella sicut in scripto cauti continetur, per illum uidelicet terminum qui est inter Auellaneda et Gondemar et inde inter Couas et Vilar et per illum montem de Soniariz et per illud monasterium de Figaredo et per portelam de Gisandi et per portelam de Escudariis et ad illam portelam de Leitones et ad portelam de Villa Coua et inde ad Pousafoles et ad portelam de Bezerros et inde ad terminum de Donim et inde per terminum de Lauredo et ad portelam Sancti Ueresimi et per terminum inter Mouri et Antonianes usque in Kadauo et inde per fluuium ipsum usque ad Mocoromi et deinde unde primitus incepimus. Insuper dono atque concedo Sancte Marie Braccarensi et tibi tuisque successoribus castellum quod dicitur Pennafidelis per suos terminos antiquos et Argentinum monasterium et Comam similiter. Et Pelagius Ramiriz teneat ibi illud prestamen quantum mihi placuerit. Et pro Cambeses et pro Roili dem uobis cuncambium quando illud potero habere. Et pro concambia de Trandeiras dono tibi medietatem de Adaulfi de Panonias. Et omnes hereditates Sancte Marie Braccarensis ubicumque sint cautate sint siue cum seruis siue cum iunioribus siue cum ingenuis qui ad regem pertinent. Et sicut auus meus rex Alfonsus dedit adiutorium ad ecclesiam Sancti Iacobi faciendam simili modo dono atque concedo Sancte Marie Braccarensi monetam unde fabricetur ecclesia. Et ecclesiae regales que sunt parrochiales sint sub manu pontificis et nullus laicus in eis habeat potestatem. Monasteria regalia dent tibi tantum quantum dederunt predecessoribus tuis. Insuper etiam dono tibi atque concedo in curia mea totum illud quod ad clericale officium pertinet scilicet capellaniam et scribaniam et cetera omnia que ad pontificis curam pertinent. Et in manu tua et in manu successorum tuorum qui me dilexerint totum meum consilium committo. Et in ciuitate tua Braccarensi nullam potestatem habeam preter uoluntatem tuam et preter uoluntatem successorum tuorum. Et quando habuero Portugalensem terram adquisitam ciuitatem tuam et sedem tuam et ea que ad eam pertinent tibi tuisque successoribus in pace dimittam sine aliqua controuersia. Et de rebus ecclesie Sancte Marie Braccarensis siue de rebus tuis siue de rebus successorum tuorum nichil umquam requiram aut per me aut per meos uicarios sine uoluntate tua aut sine uoluntate successorum tuorum. Et hec dona facio Sancte Marie Braccarensi et tibi tuisque successoribus et clericis tuis pro anima patris mei et pro remedio anime mee et ut tu sis adiutor meus. Et si aliquis homo aut ego aut propinquus meus aut extraneus hoc nostrum donum uiolare aut inrumpere tentauerit a Deo sit excomunicatus et cum Iuda Domini traditore habeat participium et habeat partem cum diabolo et angelis eius et insuper incurrat iram ipsius regine Sancte Marie. Facta fuit karta VI.º Kalendas Iunij Era M. C. LX. VI. Ego Alfonsus infans hoc testamentum manu mea r +oboro.

Qui presentes fuerunt: Petrus ts., Pelagius ts., Suarius ts.

Pelagius archiepiscopus Braccarensis conf., Sancius Nuniz conf., Ermigius Moniz conf., Garsias Suariz conf., Pelagius Ramiriz conf.

Petrus Petriz conf., Ouecus Cendoniz conf., Pelagius Pinioniz conf., Suarius Menendiz conf., Nuno Gutierriz conf.

Magister Bernardus conf., Petrus prior conf., Midus precentor conf., Petrus sacrista conf., Petrus archidiaconus conf., Gomizo archidiacono conf., Midus archidiaconus conf., Romanus Romaniz conf.

Menendus presbiter notauit

http://www.adb.uminho.pt/Default.aspx?t ... lang=pt-PT


Cronologia

Séc. XI - Construção de uma igreja episcopal sob a iniciativa do bispo D. Pedro (1070-1091), sobre os restos de um grande edifício romano e outro da Alta Idade Média;

1089 - Sagração da mesma; 1096 / 1108 - construção da capela de S. Geraldo;

1118 / 1137 - início da reconstrução da Sé sob a iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes;

1135 - Derrocada das torres por acção de terramoto;

1210 - D. Sancho I legou à Sé 2 mil morabitinos;

1212 / 1228 - Reparações na sacristia e claustro e reconstrução da capela de S. Geraldo;

1326 / 1348 - D. Gonçalo Pereira manda construir a capela tumular, conhecida como capela da Glória, junto à de S. Geraldo, bem como pintar o coro;

1374 - D. Lourenço Vicente manda construir, junto da parede norte da Sé, no local onde estavam sepultados os condes D. Henrique e D. Teresa, uma capela, a capela dos reis;

Séc. XV - Data do túmulo do infante D. Afonso de Portugal, filho de D. João I;

1416 / 1467 - D. Fernando da Guerra dotou e restaurou a Biblioteca, bem como a capela de S. Geraldo;

1486 / 1501 - Construção da galilé;

1505 / 1532 - O arcebispo D. Diogo de Sousa procede a melhoramentos no portal axial, retirando-lhe 2 arcadas e o mainel; reconstrução da capela-mor, sob desenho de João de Castilho; construção de retábulo em pedra de ançã; restauro das torres; reconstrução do claustro; restauro da capela de S. Geraldo;

1513 - Construção da capela de Jesus da Misericórdia (N.ª Sra. da Piedade);

Séc. XVII, finais - Construção da sacristia grande;

1704 / 1728 - Reforma ordenada por D. Rodrigo de Moura Teles; remodelação das capelas laterais; remodelação da capela de S. Geraldo; aplicação de talha dourada; execução de janelas para maior entrada de luz; execução de um zimbório no cruzeiro e uma cúpula junto ao coro-alto; reforma das duas torres da fachada;

1721 - Transferência das grades da capela-mor para a galilé;

1737 - Data do cadeiral;

1737 / 1738 - Construção dos órgãos por Frei Simon Fontanes com a colaboração de Marceliano de Araújo;

1755 - Terramoto provoca fendas nas torres;

1758 / 1789 - obras no claustro; destruição do retábulo da capela-mor;

1930 - Criação do Museu de Arte Sacra.

Fonte do Texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9_de_Braga
Editado pela última vez por karlussantus em terça dez 13, 2011 3:52 am, num total de 8 vezes.
Razão: Fotos, Texto e Edição : Karlussantus
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Re: Sé de Braga

Mensagempor Duarte » quarta jan 12, 2011 11:37 am

Sé é marca do património europeu

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O Cabido da Sé de Braga aposta na promoção internacional deste monumento, beneficiando do facto de a Catedral figurar na lista inicial da ‘Marca do Património Europeu’, uma iniciativa da União Europeia (UE) que irá ganhar notoriedade a partir de agora.
No final do colóquio ‘O túmulo de D. Afonso de Portugal da Sé de Braga’, o deão do Cabido, Pio Alves de Sousa, reconheceu que a “distinção” comunitária “não tem sido muito divulgada” e que “tem havido um certo impasse na consolidação deste projecto”.

Seja como for, a Sé bracarense é um dos três monumentos portugueses que fazem parte da lista de 64 sítios que, de acordo com os peritos da UE, simbolizam os ideais e a história da Europa. O Convento de Jesus em Setúbal, da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra também são marcas europeias, tal como o património imaterial da abolição da pena de morte em Portugal.

A ‘Marca do Património Europeu’ diverge de outras iniciativas relacionadas com o património cultural como a lista do património mundial da UNESCO e os ‘itinerários culturais’ do Conselho da Europa, ao distinguir sítios com um papel-chave na história europeia, seleccionados segundo o seu valor simbólico e não em critérios estéticos ou de qualidade arquitectónica.
Para Pio Alves de Sousa, o selo ‘Marca do Património Europeu‘ “é mais um elemento que nos responsabiliza a todos, é mais um elemento que nos abre à comunidade internacional”.

Em Outubro do ano passado, a comissão da cultura e educação do Parlamento Europeu aprovou o relatório sobre a ‘Marca do Património Europeu’, na sequência da proposta da Comissão Europeia em Março.

Bem-estar, sentimento de pertença, coexistência na diversidade, democracia, liberdade, coesão, simbolismo e educação são os valores fundamentais da ‘Marca’ .
O deão assume a importância da inclusão da Sé de Braga na lista inicial da ‘Marca’, tendo em conta que “o turismo cultural de qualidade é uma necessidade urgente” nestes tempos de dificuldades financeiras.

Cabido candidata obras de 800 mil euros a projecto ‘Rota das Catedrais’

O Cabido da Sé de Braga assina, ainda este mês, com a Direcção Regional de Cultura do Norte, o protocolo adicional ao projecto ‘Rota das Catedrais’. O deão do Cabido, Pio Alves de Sousa, revelou ontem que a concretização, na Catedral bracarense, do acordo de cooperação assinado em 2009 entre o Governo e a Conferência Episcopal Portuguesa prevê obras de conservação e restauro no valor de 800 mil euros.

O responsável do Cabido informou que a lista de obras consideradas prioritárias é extensa. No entanto, a candidatura ao financiamento comunitário previsto no projecto ‘Rota das Catedrais’ diz apenas respeito ao estudo de avaliação da degradação da fachada principal da Sé, à mudança do túmulo de D. Afonso e da pia baptismal, à revisão geral das coberturas da Catedral e à conservação e restauro dos dois órgãos de tubos do coro alto.

De acordo com o protocolo a assinar com a Direcção Regional de Cultura, o Cabido bracarense assume as comparticipações de 20 por cento no restauro da pia baptismal e dos órgãos.
A ‘Rota das Catedrais’ apresenta-se como uma operação integrada de requalificação de 25 templos portugueses, com financiamento do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

@CM



Sé de Braga reconhecida Marca do Património Europeu

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A Sé de Braga é um dos quatro sítios portugueses que integra a “Marca do Património Europeu”, iniciativa da Comissão Europeia que pretende dar «visibilidade a monumentos que celebram e simbolizam a integração, os ideais e a história da Europa». Para o Deão do Cabido da Sé, a distinção confere à catedral maior responsabilidade perante os visitantes, mas também uma abertura à comunidade internacional. O assunto foi abordado ontem pelo cónego Pio Alves de Sousa, no último dia do colóquio que analisou o túmulo de D. Afonso de Portugal na Sé de Braga, objecto de um estudo interdisciplinar por parte do Instituto dos Museus e da Conservação.

@DM
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Re: Sé de Braga

Mensagempor Brc20 » segunda dez 12, 2011 6:55 pm

Venho aqui colocar a excelente colecção de fotografias da Sé tiradas por César Figueiredo - http://cesarfigueiredo.blogspot.com/.


http://cesarfigueiredo.blogspot.com/2011/11/serie-fotogafica-espiritos-de-pedra.html
http://cesarfigueiredo.blogspot.com/201 ... ra_28.html






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Excelente conjunto!
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Re: Sé de Braga

Mensagempor Meireles88 » segunda dez 12, 2011 9:17 pm

Caramba deixaram tirar fotos lá dentro? Até me espanta! Pergunto o que foi necessário para deixarem! E acho ridículo não deixarem tirar fotos lá dentro! Vêm os turistas e só ouves os gajos lá dentro aos berros "NO FOTO NO FOTO!" Só lhes falta bater nas pessoas -.-
http://www.mariomeireles.net

www.aasdsv.com -> Associação dos Amigos de São Domingos/São Vítor
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Re: Sé de Braga

Mensagempor karlussantus » terça dez 13, 2011 1:34 am

Editada e divulgada no Facebook, penso que será melhor apagar as imagens das mensagens, para não ficar muito pesado, que dizem?
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Re: Sé de Braga

Mensagempor karlussantus » segunda jan 09, 2012 6:41 pm

Divulguei no Braga On, e também no Facebook.
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Re: Sé de Braga

Mensagempor Mr Strangelet » domingo jan 22, 2012 10:37 pm

Meireles88 Escreveu:Caramba deixaram tirar fotos lá dentro? Até me espanta! Pergunto o que foi necessário para deixarem! E acho ridículo não deixarem tirar fotos lá dentro! Vêm os turistas e só ouves os gajos lá dentro aos berros "NO FOTO NO FOTO!" Só lhes falta bater nas pessoas -.-


Um dia foram tão mal educados comigo, que tenho vergonha se fizerem o mesmo a todos os turistas.
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Re: Sé de Braga

Mensagempor karlussantus » segunda jan 23, 2012 12:14 am

O que fizeram?
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Re: Sé de Braga

Mensagempor Mr Strangelet » segunda jan 23, 2012 3:49 pm

Vieram-me falar de forma completamente rude e mal educada, a armar grande estardalhaço. O pior é que já doutra vez que por lá estava, vi uma cena parecida com outra pessoa.
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Re: Sé de Braga

Mensagempor AntonioPinto » segunda jan 23, 2012 4:59 pm

Nao sabem lidar com pessoas :D
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Re: Sé de Braga

Mensagempor Crisanto » sábado Oct 19, 2013 10:09 am

Excelente topic!!

Esta é a minha primeira mensagem neste fórum. Sou d'A Corunha -Espanha- e peço desculpas pelo meu português...

A minha pergunta é:

Sabemos que em 1882 ainda havia capelães na capela de Nossa Senhora da Glória a rezar no coro, e também sabemos que por volta de 1917 já não existiam essas capelanias. Alguém sabe quando é que foram extintas?

Muito obrigado e os meus melhores cumprimentos,

Crisanto
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Re: Sé de Braga

Mensagempor Esteves » sexta fev 28, 2014 12:04 pm

Mr Strangelet Escreveu:Vieram-me falar de forma completamente rude e mal educada, a armar grande estardalhaço. O pior é que já doutra vez que por lá estava, vi uma cena parecida com outra pessoa.


Também passei por uma experiência semelhante, enfim não se pode fazer nada em relação a pessoas que não possuem um pouco de sensibilidade... Apesar disso, a Sé não deixa de ser um sítio lindíssimo e recomendo a toda a gente passar por lá.
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