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Ciência - Discussão Geral  

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Mensagempor Mr Strangelet » terça Oct 27, 2009 12:00 pm

Imagem muito interessante!

A mancha azul parece-me simplesmente alguma sobrexposição da fotografia.
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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » quarta Oct 28, 2009 1:29 pm

CiênciaHoje Escreveu:Provas de que as missões Apollo foram à Lua
2009-10-27
Por Carlos F. Oliveira

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Rochas distribuídas por centros de investigação mundiais eram lunares

Existem muitas provas de que realmente o Homem foi à Lua em 1969. Neste texto apresentaremos somente alguns exemplos. Esses exemplos estarão por ordem crescente de importância; ou seja, as provas no final deste texto serão mais cruciais que as primeiras.

Existem centenas de horas de gravações em filme, com várias horas consecutivas em microgravidade, impossíveis de fazer na Terra em 1969. Além disso, também existem cerca de 17 mil fotografias tiradas em solo lunar. E, por fim, existem milhares de horas de dados de telemetria. Tudo isto (filmes, fotos, telemetria) foi avaliado por inúmeros peritos internacionais, incluindo das “nações inimigas”, como a URSS, Alemanha de Leste, e China, que tinham todo o interesse em humilhar os EUA e provar uma conspiração. Todos eles provaram a veracidade dos dados.

Note-se que quem diz que tudo isto é uma conspiração, são pessoas que não sabem do que falam: nunca avaliaram qualquer prova, nem têm equipamento para o fazer. Já os diversos especialistas espalhados pelo mundo, incluindo aqueles pertencendo aos Governos “inimigos” têm equipamento para provar a veracidade ou a fraude. E todos eles, sem excepção, provam a veracidade dos eventos.

Por outro lado, cerca de 500 mil pessoas estiveram directamente envolvidas no esforço das missões Apollo. Por qualquer coisinha há logo pessoas a virem para a TV contarem segredos. É preciso um esforço enorme para imaginar que 500 mil pessoas estão a mentir e nenhuma dá “com a língua nos dentes”.


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O Homem foi à Lua em 1969

Outra prova de que fomos à Lua, mesmo sendo circunstancial, são todos os avanços tecnológicos com que lidamos diariamente. O esforço para as missões Apollo contribuiu e muito para o desenvolvimento tecnológico que se seguiu e ainda hoje utilizamos tecnologias que foram pensadas para essas missões. Desde sapatilhas, passando pela medicina, e acabando nos computadores, as vantagens foram imensas. Sem as missões Apollo não teríamos várias dessas tecnologias actualmente. Leiam mais sobre isto, neste artigo: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=34000&op=all

Milhares de astrónomos amadores e profissionais, espalhados por todo o mundo estiveram atentos a tudo o que se passava nos módulos lunares. Puderam ouvir as comunicações, e puderam assim comprovar que elas vinham da direcção certa (da Lua), e que tinham um atraso natural derivado do tempo que a radiação leva da Lua à Terra – devido à distância e facilmente explicada em aulas de Introdução à Astronomia.

Puderam também avistar os módulos de comando das missões Apollo nas suas viagens, e reportaram essas detecções. Estes muitos milhares de astrónomos, sobretudo amadores, não tinham qualquer vantagem em dizer que as missões Apollo foram reais; pelo contrário, se dissessem o contrário é que teriam logo “tempo de antena”. Mas todos eles puderam comprovar a veracidade das missões.

Qualquer pessoa pode ser um astrónomo amador, e ao sê-lo vai aprender conhecimentos básicos (e alguns complexos) na astronomia e áreas subjacentes. Isso é o suficiente para perceber a veracidade dos eventos. Novamente, quem tem dúvidas são todos aqueles que não têm nem sequer esses conhecimentos básicos.

A missão Apollo 11 deixou reflectores na Lua. Esses reflectores permitem calcular com extrema precisão a distância Terra-Lua através de um laser. Todos os dias se trabalha com eles, e se prova que os reflectores se encontram na Lua. Curiosamente, o observatório da minha Universidade faz isso. Quem tem dúvidas da existência desses reflectores na Lua levados pela missão Apollo 11, basta virem aqui ao observatório e comprovarem a existência do laser, e até poderão calcular a distância a que a Lua se encontra nesse momento.


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Os astronautas levantaram pó com as botas

A sonda Lunar Reconnaissance Orbiter, que está em órbita da Lua, tirou fotografias aos locais onde as 6 missões pousaram. Note-se que os módulos lunares pousaram na Lua. Mas só a parte de cima dos módulos (com os astronautas) eram ejectados em direcção ao módulo de comando (que se encontrava em órbita da Lua). A parte de baixo dos módulos lunares continuou na Lua. Nas fotos tiradas pela Lunar Reconnaissance Orbiter, não só se vê as partes de baixo dos módulos lunares, mas até se vê as sombras que eles produzem na Lua! Isto deveria provar, sem margem para dúvidas, que os módulos lunares foram à Lua.

Cientistas indianos ligados à sonda Chandrayaan-1 já publicamente disseram que comprovaram a ida do Homem à Lua, pelo menos na Apollo 15. A sonda Indiana enviou fotografias não só da parte de baixo do módulo lunar, mas até das pegadas dos astronautas dessa missão. Se fosse uma “conspiração Americana”, os Indianos já teriam vindo a público desmentir os Americanos.

Durante as missões Apollo também se trouxeram coisas da Lua, que não seria possível trazer se não tivéssemos ido lá. Uma delas foi a câmara da sonda Surveyor 3 que tinha sido enviada cerca de 3 anos antes e que foi trazida pela tripulação da Apollo 12. Esta câmara levou à surpreendente descoberta de que a bactéria Streptococcus mitis tinha sido enviada para a Lua por engano e lá tinha sobrevivido em condições extremas durante quase 3 anos.

A sonda não tripulada Luna 15 foi enviada pelos Soviéticos para pousar na Lua, recolher pedras e solo lunar, e retornar à Terra com essas amostras lunares. Isso seria feito a 21 de Julho de 1969 e um dos grandes objectivos seria retirar publicidade ao facto dos Americanos estarem a pôr humanos na Lua (Armstrong andou na Lua a 20 de Julho), já que a Luna 15 seria a primeira missão a retornar da Lua com amostras lunares. No entanto, a missão fracassou porque a Luna 15 espatifou-se na Lua a 21 de Julho de 1969, poucas horas depois de Armstrong e Aldrin terem deixado a superfície lunar.

A missão Luna 15 foi importante para a Apollo 11 por vários motivos: os cientistas soviéticos tiveram que fazer uma correcção à órbita da Luna 15 de modo a ter absoluta certeza que ela não colidiria com a Apollo 11 – provando a sua existência; os cientistas Ingleses (do observatório Jodrell Bank) provaram, ao estudarem a origem das transmissões, que a Luna 15 estava em órbita lunar e que a Apollo 11 estava na Lua; com a Luna 15 a orbitar a Lua, os cientistas soviéticos provaram que os Americanos estavam mesmo na Lua, a caminhar sobre a sua superfície.

Uma das maiores provas é a forma como a poeira se comporta nos vídeos lunares. Na Apollo 15, 16, e 17 vê-se o carro lunar a levantar bastante pó da superfície lunar. E em todas as missões vê-se os astronautas a levantarem pó com as botas, enquanto andam na superfície lunar. Esse pó é levantado bastante alto (mais alto que na Terra devido à gravidade lunar ser mais fraca), e cai bastante depressa para a superfície através de um movimento parabólico, já que não há atmosfera que o suporte acima da superfície por mais tempo.

A poeira cai depressa devido à falta de resistência do ar, mas cai mais lentamente que uma rocha na Terra devido à gravidade menor. Era impossível em 1969 recriar ambas as características (falta de resistência do ar e baixa gravidade) na Terra simultaneamente. Nos dias de hoje, já é possível fazê-lo com programas especiais de computador que permitem um extraordinário design gráfico, mas não era possível há 40 anos atrás.


Imagem
Existem 17 mil fotografias tiradas em solo lunar

Talvez a maior prova de que o Homem foi à Lua sejam os cerca de 382 kgs de rochas lunares que os astronautas trouxeram de volta à Terra. As rochas lunares foram distribuídas por numerosos centros de investigação em todo o mundo, incluindo Portugal. Após um sem número de análises, sobretudo químicas e geológicas, conclusões foram tiradas e milhares de artigos científicos foram escritos a esse respeito. Todos eles, repito, todos eles confirmam que as rochas vieram da Lua.

As rochas lunares são únicas e diferenciam-se bastante bem das terrestres: (1) praticamente não têm água na sua estrutura cristalina e formaram-se na total ausência de água, enquanto a água é comum nas rochas terrestres; (2) a maioria das rochas na superfície lunar são ígneas (em resultado de lava) – basaltos nas planícies lunares e anortosito nas terras altas lunares –, enquanto a maior parte das rochas na superfície terrestre são sedimentares (requerem água e vento para a sua formação e até a morte de organismos vivos); (3) encontraram-se partículas de vidro nas rochas lunares que foram produzidas por uma explosiva actividade vulcânica e impactos de meteoritos há 3 mil milhões de anos atrás. A água existente na Terra limpa esse vidro vulcânico em apenas alguns milhões de anos. O facto de existir nessas rochas, prova que elas são da Lua; (4) devido à ausência atmosférica, as partes exteriores das rochas lunares estão carregadas de hélio-3, um isótopo raro na Terra; (5) poderiam até ser rochas lunares caídas como meteoritos na Terra, mas todos os geólogos do mundo conseguem provar que não o são, já que os meteoritos apresentam sinais de uma passagem tempestuosa pela atmosfera terrestre, o que os deixa bastante quentes e oxidados, além de que depois de atingirem a superfície terrestre também vão sentir os efeitos do ar, vento, água, erosão, etc, terrestres – enquanto as rochas lunares não apresentam nada disto, pelo contrário, até apresentam sinais de não terem estado em contacto com água, ar, ou oxigénio; (6) as rochas lunares apresentam inúmeras crateras fruto de meteoritos, algo que não acontece nas rochas terrestres devido à passagem pela atmosfera da Terra e posterior erosão na superfície – isto é algo que qualquer pessoa pode ver sem ter que ter curso em química ou geologia; (7) os quase 400 kgs de rochas lunares trazidas pelos astronautas são idênticas às recolhidas por 3 missões robóticas Luna – trouxeram de volta à URSS 300 gramas de solo lunar entre 1970 e 1976, ou seja, algumas missões robóticas soviéticas foram após as missões tripuladas americanas, e provaram que o que os americanos trouxeram era real.

Devido a tudo isto, o Doutor David McKay, cientista-chefe do departamento de astrobiologia e ciências planetárias do Johnson Space Center da NASA, diz que seria impossível falsear as rochas lunares e enganar tantos cientistas, terminando a dizer que: “Em vez de falseá-las, seria muito mais fácil ir à Lua apanhá-las!

Concluindo, provas não faltam de que o Homem foi à Lua em 1969. Falsear todas estas provas seria uma tarefa megalómana que não deixaria lugar para erros básicos (do género daqueles que os conspiracionistas advogam). Algumas destas provas seriam impossíveis de falsear em 1969. O plano para ir à Lua antes de 1970, tinha uma probabilidade de acontecer bastante improvável; mas com todo um país a trabalhar para esse objectivo, conseguiu-se. Entre uma probabilidade impossível e outra totalmente improvável, a escolha não é difícil; sobretudo tendo em conta todas as provas a favor da veracidade da existência desse acontecimento improvável.

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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » quarta Oct 28, 2009 1:32 pm

:shock: Eh pá!... O post saiu um pouco longo!... Desculpem! :roll:
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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » quarta Oct 28, 2009 6:44 pm

CiênciaHoje Escreveu:Asteróide explode no céu da Indonésia
NASA diz que potência da explosão foi três vezes superior à da bomba atómica de Hiroshima
2009-10-28



No passado dia 8 de Outubro, o céu da Indonésia pareceu rebentar com uma forte explosão. Causou grande pânico na população da região de Bone, em Sulawesi do Sul. Ontem, a NASA veio a público confirmar que se tratou de um asteróide. Explodiu na atmosfera com uma potência três vezes superior à da bomba atómica lançada em Hiroshima.

O asteróide bateu na atmosfera a uma velocidade de 65 mil quilómetros por hora e explodiu a 20 quilómetros de altitude. O corpo não foi detectado por nenhum telescópio. Se tivesse embatido na Terra, os seus efeitos teriam sido catastróficos.

A página oficial da NASA disponibiliza as informações que foram possíveis recolher acerca deste acontecimento.

Elizabeth Silber e Peter Brown, da Universidade de Western Ontario, Canadá, indicaram que através do registo das ondas de infra-sons produzidas pela explosão foi possível detectar o sítio em que ocorreu bem como a sua magnitude.

Os cientistas explicam que, regra geral, apenas os asteróides com mais de 25 metros de diâmetros podem causar estragos em terra. Como este tinha entre cinco e dez metros foi travado pela atmosfera.

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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » sexta Oct 30, 2009 3:23 pm

CiênciaHoje Escreveu:Missão da ESA com participação portuguesa
Satélite vai mapear a salinidade do mar e monitorizar hidratação do solo
2009-10-29

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SMOS Proba-2 na torre de lançamento
A Agência Espacial Europeia (ESA) lança o satélite SMOS, a 2 de Novembro, que foi desenhado especialmente para avaliar a hidratação dos solos e medir a salinidade dos oceanos. Uma empresa portuguesa participa nesta importante missão. O lançador russo Rockot deverá partir do cosmódromo de Plesetsk à 1:50 (hora de Portugal).

O SMOS, a missão da água, é o primeiro satélite desenhado para mapear a salinidade à superfície do mar e monitorizar a hidratação do solo numa escala global, contribuindo assim para a compreensão do ciclo da água na Terra. O Proba-2 fazer demonstrações em órbita de 17 tecnologias avançadas, no âmbito da observação solar.


Há seis anos que a empresa portuguesa, Deimos Engenharia, trabalha no projecto da ESA, sendo responsável pelo conceito, implementação teste e validação do Protótipo do Processador de Dados de Nível 1 (L1PP – Level 1 Processor Prototype).

O processamento de Nível 1 é responsável por receber os dados em bruto do satélite, calibrar as medições, reconstruir as imagens obtidas e projectá-las no globo terrestre. A empresa participou ainda no simulador de dados para a missão e nos algoritmos de reconstrução de imagem para o Processador Operacional e o Processador em Tempo Real.


Tratamento de dados

Ficará também a seu cargo o tratamento de dados do satélite durante os primeiros seis meses da missão, altura em que quer o instrumento quer os modos de reconstrução da imagem estarão a ser testados. Para esta tarefa, a empresa destacou três dos seus engenheiros para o ESAC (European Space Astronomy Centre), em Villafranca, (Madrid).

O lançamento será transmitido em directo, com imagens de qualidade, a partir das salas de controlo de missão no CNES/Toulouse, em França, de Plesetsk e ainda da estação de terra da ESA, Redu, na Bélgica.
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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » sexta Oct 30, 2009 4:58 pm

CiênciaHoje Escreveu:Corpo celeste mais antigo e distante foi detectado
Astrofísicos acreditam que as estrelas surgiram muito antes do que se pensava até agora
2009-10-29

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O corpo celeste mais antigo corresponde a uma estrela
que explodiu há 13 milhões de anos

Uma estrela gigante com 13 milhões de anos é o corpo celeste mais antigo e distante registado até ao momento. Esta foi detectada por um grupo internacional de astrofísicos, que confirma assim que as estrelas já existiam quando o universo tinha 600 milhões de anos.

Os investigadores analisaram a explosão de raios gama registada a 23 de Abril, que resultou da extinção da estrela mais antiga e longínqua que se conhece, cujo último fulgor chegou à Terra há apenas seis meses.

As explosões de raios gama são dos fenómenos que mais energia libertam no universo e correspondem à explosão de uma estrela gigante no final da sua vida, aquando do esgotamento do seu combustível. Após a sua extinção, dá lugar a um buraco negro ou a uma estrela de neutrões.


Imagem
Alberto Castro-Tirado, do Conselho Superior
de Investigações Científicas de Espanha

Segundo Castro-Tirado, um dos investigadores do projecto, estas descobertas são importantes porque, por detrás desta estrela, "supostamente tem de haver uma galáxia, embora seja tão fraca que, com a tecnologia actual, não se consegue observar", sendo, talvez, apenas perceptível com o sucessor do telescópio espacial Hubble.

A luz da estrela analisada viajou pelo espaço desde a altura em que nem o Sol, nem a Terra existiam. Com isto comprova-se que há 13 milhões de anos estes corpos celestes já habitavam o universo, algo que até ao momento não passava de uma hipótese. Com isto os investigadores concluiram que "a formação dos corpos celestes foi mais rápida do que se pensava", explicou Alberto Fernández Soto, outro dos autores dos dois estudos de onde foram retiradas estas constatações.

Os investigadores acreditam assim que as estrelas da primeira geração, designadas por "população III" e das quais não se conhecem exemplares, surgiram quando o universo tinha entre 200 e 400 milhões de anos.

Os dados analisados para a obtenção destas conclusoes foram obtidos por vários telescópios, colocados em diversos pontos do mundo, entre os quais o da estação espanhola BOOTES-3, situado na Nova Zelândia, e o telescópio Nazionale Galileo, operado por italianos e localizado na ilha espanhola de La Palma.

Os dois estudos publicados na Nature são da autoria de membros do Conselho Superior de Investigações Científicas de Espanha e do Instituto de Física da região de Cantábria.
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Mensagempor pnfernandes » sexta Oct 30, 2009 5:25 pm

Nesta última notícia, penso que haverá um erro... acho que querem dizer 13 mil milhões de anos e não 13 milhões de anos, que não é nada em termos de idade do espaço
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Re:

Mensagempor Bracarensis » sexta Oct 30, 2009 10:16 pm

EFECTIVAMENTE a notícia tem os números ERRADOS!!!

Vejam aqui a mesma notícia mas de outro site:
Astropt.org/blog Escreveu:Cientistas internacionais descobriram a estrela mais antiga alguma vez observada. Explodiu há 13 mil milhões de anos, quando o Sol e a Terra não existiam.

O passado do Universo é possivelmente, uma das maiores dúvidas da Humanidade. Talvez por isso, a descoberta da estrela mais antiga de sempre trás respostas (ou mais perguntas) em relação à história do Universo. Um grupo de cientistas internacional observou o que é a energia enviada pela explosão da estrela mais antiga alguma vez conhecida.

O corpo deve ter terminado a sua vida há 13 mil milhões de anos, mas só nos últimos meses é que foi possível ver essa luz pelos especialistas na Terra. Nessa altura, o Universo tinha apenas 600 milhões de anos, menos do que cinco por cento da sua idade actual. “Estamos a falar de uma estrela antiga, que já não existe. A energia da sua explosão tem estado a viajar durante muito tempo pelo Espaço, desde um período em que o Sol e a Terra ainda não existiam”, refere Javier Gorosabel, do Instituto de Astrofísica de Andalucía del CSIC, Espanha.

Um outro especialista, Alberto Fernandez Soto, refere que este é “o objecto mais antigo alguma vez observado” e que esta descoberta permite saber que “naquela época já havia estrelas, algo que não tinha sido confirmado”, cita o ABC na sua edição online.


A notícia original é daqui.

:good: BOA, pnfernandes!!! Estás atento!!! :D ;)
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Mensagempor Mr Strangelet » sábado Oct 31, 2009 12:01 am

O universo é fantástico. :D É incrível como a terra recebeu a radiação de uma explosão que ocorreu quando ainda nem sequer existia o sistema solar %)

A verdadeira máquina do tempo é o céu!
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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » domingo nov 08, 2009 6:30 pm

Olá. Se alguém está em Braga e quer ver o brilho da ISS (International Space Station) no céu, de acordo com esta tabela do Heavens Above, às 18:40h ela será vista a transitar de Sul-Sudoeste para Sudeste com uma magnitude aparente de -2,7. Terá cerca de metade do brilho daquele ponto muito luminoso que se encontra perto do Sul, no céu, que é Júpiter.

Boa observação!

P.S: - Eu já estou com os binóculos armados e montados em tripé! :D (...e de Anorak vestido - está cá um frio!!!)
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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » domingo nov 08, 2009 6:31 pm

:D É já daqui a dez minutos!!! :D
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Re: Ciência - Discussão Geral

Mensagempor Bracarensis » domingo nov 08, 2009 6:48 pm

:good: ...Já passou! Quase fazia o trânsito por Júpiter! Foi um ou dois graus abaixo! FANTÁSTICO!!!! :D Consegui ter ambos (ISS e Júpiter com as suas 3 luas visiveis hoje - Europa, Io e Ganimedes) no campo de visão dos binóculos em Zoom máximo! (30x50mm)
...e tal como o Heavens Above previu, o ângulo para a reflexão da luz do Sol deixou de estar favorável quando a ISS passou por Sudeste!!! A Matemática é mesmo uma ciência exacta!!! :D

Fiquem bem!
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Mensagempor Mr Strangelet » domingo nov 08, 2009 7:06 pm

Um transito desses consegue-se ver a olho nú, ou é mesmo necessário equipamento?
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Mensagempor Bracarensis » domingo nov 08, 2009 9:44 pm

Magnitude -2.7 dá perfeitamente para se ver a olho nú! Mesmo que fosse -2.0 dava!
Mas observar a trajectória com ums binóculos dá-te a verdadeira noção da velocidade da "coisa". Eu estive a seguir pelo Heavens Above a trajectória da ISS desde que estava sobre o Chile apenas 20 min. antes da hora marcada para Braga. Vê lá bem a velocidade da "bicha".
Enquanto estava à espera já nos binóculos (1 ou 2 minutos antes do trânsito por Braga) tive a oportunidade de ver um avião bem alto a passar no meu campo de visão (e por sinal na mesma direcção em que ia passar a ISS), e deu para notar a diferença de velocidade e de brilho. Mas eu já estava ciente dessa diferença. :D
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Mensagempor AntonioPinto » domingo nov 08, 2009 9:46 pm

da proxima avisa e convida o pessoal para um local... assim vemos todos :D
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