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Theatro Circo - Programação  

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Theatro Circo - Programação

Mensagempor Mr Strangelet » sábado fev 23, 2008 1:31 am

Comentem e divulguem a programação do Theatro Circo ;)
Que espectaculos viram, quais gostavam de ver?

http://www.theatrocirco.com
http://www.teatrocirco.blogspot.com/
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Re: Theatro Circo

Mensagempor CesarGomes » domingo fev 24, 2008 6:49 pm

Após mais de um ano da inauguração, não percebo porque é que o website ainda está em construção...
Não percebo porque é que a cultura bracarense é deixada de lado.
De resto não tenho muito a dizer... Gostava que os bilhetes fossem mais baratos. :-D
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Mr Strangelet » segunda fev 25, 2008 5:32 pm

Eu tenho ideia que o site nos primeiros tempos estava activo...mas já esta em baixo ha tanto tempo...parece abuso :x

Que bandas/grupos/artistas/peças gostavam que cá viessem??
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Re: Theatro Circo

Mensagempor CesarGomes » segunda fev 25, 2008 6:03 pm

Mr Strangelet Escreveu:Eu tenho ideia que o site nos primeiros tempos estava activo...mas já esta em baixo ha tanto tempo...parece abuso :x

Que bandas/grupos/artistas/peças gostavam que cá viessem??


Eu gostava que no theatro circo se realiza-se um concurso para premiar os melhores trabalhos artísticos de palco (música, teatro, dança,...). Era uma espécie do nosso festival da canção da região, mas versão para todas as artes de palco.

Eu gostava que se realiza-se no theatro circo o fantasma da opera, para levar lá a minha cara metade que tanto adora esta peça.
Cantos gregórianos, coros, etc. Mas penso que o melhor local seja a Sé.

De resto não tenho grandes preferências, gosto de olhar o cartaz e se me agradar vou, senão nada feito. Ás vezes gostava de ver alguém, mas depois quando chega a altura já não me apetece, sou um pouco esquisito neste aspecto. :dirol:
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BragaJazz 2008

Mensagempor CesarGomes » sexta fev 29, 2008 10:00 pm

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No próximo mês de Março, tem lugar em Braga o já afamado festival, BragaJazz, com 5 concertos nos dias 6, 7, 8, 14 e 15, no Theatro Circo.
Este festival, que é organizado pelo pelouro da Cultura da autarquia local, abre a 6 de Março, com a Orquestra de Jazz de Matosinhos, tendo como convidado o saxofonista norte-americano Chris Cheek. No dia seguinte toca o trio Bassdrumbone, que utiliza uma instrumentação pouco habitual - trombone, baixo e bateria - o que lhe confere uma sonoridade única. A 8 de Março ouvir-se-à o quinteto Circle Wide, de George Schuller. A 14 de Março, apresenta-se o trio do pianista britânico John Taylor, com Palle Danielsson no contrabaixo e Martin France na bateria. No dia seguinte, e para fechar o festival, é a vez do surpreendente Índigo Trio, que pratica uma das músicas mais originais da actualidade.
Ler mais em http://coiso.wordpress.com/2008/02/24/braga-jazz-2008/
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Mr Strangelet » segunda mar 03, 2008 12:35 am

Eu confesso que nao tenho muitas referencias nem muitos conhecimentos a nivel de Jazz, mas espero ter oportunidade de ir a pelo menos um concerto :)
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Re: Theatro Circo

Mensagempor CesarGomes » segunda mar 03, 2008 7:56 pm

Mr Strangelet Escreveu:Eu confesso que nao tenho muitas referencias nem muitos conhecimentos a nivel de Jazz, mas espero ter oportunidade de ir a pelo menos um concerto :)

Não és o único :oops:
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Re: Theatro Circo

Mensagempor braga37 » terça mar 04, 2008 11:35 am

CesarGomes Escreveu:
Mr Strangelet Escreveu:Eu confesso que nao tenho muitas referencias nem muitos conhecimentos a nivel de Jazz, mas espero ter oportunidade de ir a pelo menos um concerto :)

Não és o único :oops:


x2...

Embora é um estilo de musica que gosto de ouvir, mas fico-me apenas plo ouvir... :P
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Mr Strangelet » quinta mar 06, 2008 10:18 pm

Somos uns incultos :ROFL:
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Pampra » sexta mar 07, 2008 1:34 am

:ROFL: 4 :oops:
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Barbez - Force of Light

Mensagempor braga37 » quinta abr 17, 2008 12:20 pm

Organização: Theatro Circo de Braga

Local: Pequeno Auditório do Theatro Circo de Braga

Data: 19 de Abril (Sábado)

Horário: 22.00h

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Dan Kaufman, mentor dos “Barbez”, faz-se acompanhar nesta breve passagem por Portugal, pelos membros da sua banda de origem, assim como de alguns músicos convidados, para apresentar no Pequeno Auditório do Theatro Circo dia 19 de Abril de 2008, o projecto “Force of Light”.

Com composições originais e letras extraídas de poemas de Paul Celan, o novo trabalho discográfico dos “Barbez”, que surgiu na sequência de um convite do conceituado músico, editor e admirador da obra de Celan, John Zorn, constitui uma homenagem ao grande «poeta do holocausto».

O registo que Kaufman apresenta agora ao vivo é parte da “Radical Jewish Culture”, da editora “Tzadik”, e inclui oito temas que, ao longo de uma hora, revelam inspirações em estilos tão diversos como jazz, avant-gard, neoclássico, klezmer e post-rock, condimentadas por emotivas “spoken words” da obra de Paul Celan.

Reconhecido como um dos grandes poetas do século XX, Paul Celan nasceu em 1920 no seio de uma família judia fortemente atingida pelas atrocidades nazis. Aquando da captura e deportação dos pais para um campo de concentração na Ucrânia, Celan consegue escapar, mas não tarda muito até ser enviado para um campo de trabalhos forçados no sul da Roménia. Passando ainda dois anos em diversos campos do país, Celan acaba por cometer o suicídio em França, afogando-se no rio Sena.

Após vários anos de pesquisa sobre a vida e obra do poeta, Kaufman decide consubstanciar este quarto trabalho discográfico na poesia de Celan que incide, essencialmente sobre os temas da solidão e do holocausto.

Formada em 1997 por elementos provenientes de estilos tão diversos como o jazz, música clássica ou rock, a banda – que em Braga se apresenta com Dan Kaufman (guitarra e voz), Pamelia Kurstin (“theremin”), Peter Hess (clarinetes e percussão), Andrew Jones (baixo e sampler), John Bollinger (bateria) e com um convidado especial – traz ao Pequeno Auditório a já característica colisão do cabaret do velho mundo com Schnittke e The Residents.

Reconhecidos como um nome incontornável na cena musical nova-iorquina, “Barbez”, que já percorreram os Estados Unidos e Europa em várias digressões, destacaram-se ainda em colaborações com músicos como a violoncelista Julia Kent (“Antony & The Johnsons”), o vocalista Nils Frykdahl (“Sleepytime Gorilla Museum”), o baterista Anthony Nozero (“Drums and Tuba”) e a multifacetada Rebecca Moore, entre outros.

(Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Braga)

Bilhetes
Preço: 12 euros
Call Center: 253 203800
Reservas: reservas@theatrocirco.com
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José Mário Branco

Mensagempor braga37 » quinta abr 17, 2008 12:21 pm

Organização: Theatro Circo de Braga

Local: Sala Principal do Theatro Circo de Braga

Data: 24 de Abril (Quinta feira)

Horário: 22.00h
___________________________________________________________

A solo, com a guitarra, José Mário Branco apresenta-se na Sala Principal do Theatro Circo a 24 de Abril de 2008 para dar voz a algumas das mais emblemáticas canções que foi compondo e interpretando ao longo de um percurso de trinta anos.

Expoente da música de intervenção, José Mário Branco, que se afirmou também pela dimensão assumidamente activista, destaca-se actualmente como um dos nomes notáveis da música portuguesa, estatuto conquistado pelo intenso trabalho a solo e pelas inúmeras colaborações que desenvolveu com músicos como José Afonso, Sérgio Godinho, Luís Represas, Fausto ou Camané, entre muitos outros.

Criador de um vasto reportório, José Mário Branco adquiriu grande visibilidade e reconhecimento junto do público com as obras “Ser Solidário”, “Margem de Certa Maneira”, “A Noite” e o emblemático “FMI”, projecto síntese do movimento revolucionário português.

Embora voluntariamente afastado de um quase inevitável mediatismo, José Mário Branco mantém-se, desde há mais de trinta anos, altura em que lançou o seu primeiro trabalho discográfico – “Seis Cantigas de Amigo” – em permanente actividade, dividindo-se por áreas tão diversas como a canção, composição, representação, orquestração, cinema, militância ou cooperativismo.

Após o lançamento de cerca de duas dezenas de álbuns e da produção de inúmeros temas para cinema e teatro, José Mário Branco regressa em 2004 às edições discográficas com “Resistir é Vencer”, mais um projecto de carácter activista consubstanciado por uma homenagem ao povo timorense que, durante décadas resistiu à ocupação por forças militares da Indonésia.

Com uma forte ligação à consciência revolucionária portuguesa e aos diversos movimentos que dela derivaram, o cantor natural do Porto, que se destaca pelas elevadas classificações obtidas em Linguística, licenciatura em que ingressou em 2006 na Universidade Clássica de Lisboa, esteve exilado em França durante os onze anos que precederam a revolução de 25 de Abril de 1974, dando continuidade no estrangeiro à actividade cultural que entretanto havia iniciado em Portugal.

Para além da fundação da cooperativa cultural “Groupe Organon” e do primeiro grupo de teatro amador português em França, com o qual criou e interpretou as peças “A Comuna de Paris”, “O Racismo” e “A Jovem Poesia Inglesa e Americana”, José Mário Branco dedicou-se, ainda durante este período, à realização de centenas de recitais na Inglaterra, Suíça, Bélgica, Holanda, Alemanha e Itália.

Regressado a Portugal, deu seguimento ao diversificado percurso artístico que o caracteriza e que ficou assinalado, a par da composição, interpretação e produção musical, por acontecimentos como a fundação de diversas entidades de produção cultural (Grupo de Acção Cultural, Teatro do Mundo, União Portuguesa de Artistas e Variedades).

(Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Braga)

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Edson Cordeiro - The Woman’s Voice

Mensagempor braga37 » quinta abr 17, 2008 12:22 pm

Organização: Theatro Circo de Braga

Local: Sala Principal do Theatro Circo de Braga

Data: 26 de Abril (Sábado)

Horário: 22.00h

___________________________________________________________

Com um espectro vocal capaz de se adaptar a um reportório que vai da ópera ao “pop contemporâneo”, o cantor de culto brasileiro Edson Cordeiro vem pela primeira vez a Portugal, com passagem pelo Theatro Circo a 26 de Abril de 2008, para um conjunto de espectáculos em que dá a conhecer ao público português a sua inconfundível dimensão de “entertainer”.

Ultrapassando a barreira entre a arte e o “kitsch”, Edson Cordeiro, conhecido na Alemanha como «o homem das três oitavas», traz ao palco da Sala Principal o espectáculo “The Woman’s Voice”, uma viagem pelo mundo, acompanhada pelo piano de Broder Kuhne e por vozes femininas.

Aliando-se um forte sentido de humor e carisma, o cantor e “performer” – que já foi definido como «Freddie Mercury cruzado com Maria Callas, com o resultado filtrado pelo espírito livre de Janis Joplin» – distingue-se pela voz de contratenor e conquistou em 2006 uma nomeação para os “Grammy’s” Latinos, um dos mais prestigiosos prémios no contexto musical internacional.

Já apontado como o contratenor com a voz mais alta da actualidade, Edson Cordeiro recria neste seu mais recente espectáculo alguns dos temas mais emblemáticos das divas da canção que homenageia, designadamente de Edith Piaf, Yma Sumac, Billie Holiday, Shirley Bassey, Madonna e Amália Rodrigues, entre outras.

Nascido em 1967, em São Paulo (Brasil), Edson Cordeiro precocemente demonstrou o seu invulgar talento musical, começando, com apenas seis anos, a cantar na igreja da pequena cidade de Santo André.

Contudo, em 1983, a participação na ópera rock “Amapola”, de Miguel Briamonte, futuro produtor dos seus primeiros álbuns, altera o seu rumo musical.

Após integrar o elenco do musical “Hair”, Edson Cordeiro conhece os palcos internacionais com um projecto desenvolvido a partir de um texto de Moliére.

Com uma significativa experiência de palco acumulada, o cantor, que começou a destacar-se pela originalidade da sua voz e pelo carisma artístico, estreia-se a solo em 1990 na sala Mistura Up com um espectáculo composto por versões de clássicos brasileiros, nomes do rock, como Janis Joplin ou Rolling Stones e peças intemporais de Mozart, despertando, desta forma o interesse de várias editoras.

Despertando as atenções dos críticos e da imprensa, o cantor, que «se expressava em pelo menos cinco línguas e ainda mais idiomas musicais», lança o seu primeiro álbum, “Edson Cordeiro”, em 1992, a que se segue ainda um álbum homónimo em 1994 e “Terceiro Sinal” em 1996, ano que ficou igualmente assinalado pelo início dos digressões pela Europa.

Pouco tempo mais tarde, Edson Cordeiro lança a polémica com uma controversa versão de “Ave Maria”, tema integrante do projecto “Clubbing” que atraiu opiniões reprovadoras de alguns sectores da Igreja Católica.

No início do século XXI, Edson Cordeiro regressa com “Dê-se ao Luxo”, trabalho que inclui as colaborações dos consagrados Ney Matogrosso e Rita Lee. Em 2005, a sua versatilidade permite-lhe a edição de “Contratenor”, álbum inteiramente dedicado ao estilo barroco, consubstanciado na interpretação de peças de Haendel, Bach, Mozart e outros compositores de renome, garantindo, desta forma a prestigiada nomeação para a edição de 2006 dos “Grammy’s” na categoria de “Melhor Álbum Clássico”.

(Fonte: Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Braga)

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A Menina Gotinha de Água

Mensagempor braga37 » sábado abr 26, 2008 12:15 pm

Organização: Arte Total - Centro de Educação pela Arte

Local: Sala Principal do Theatro Circo de Braga


Data: 27 de Abril (Domingo)

Horário: 11.00h


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O Theatro Circo recebe a 27 de Abril, às 11h00, a adaptação do conto “A Menina Gotinha de Água”, uma iniciativa do Pelouro Municipal da Cultura e do “Centro de Educação pela Arte - Arte Total” destinada a evocar o Dia Mundial da Dança. As comemorações prosseguem a 28, 29 e 30 de Abril, com trabalhos desenvolvidos por esta entidade formadora na dança contemporânea.

Baseado no poema de Papiano Carlos, a história de “A Menina Gotinha de Água”, na circunstância narrada através da dança, coloca no centro da acção a menina Gotinha de Água que vivia no fundo do mar e que, um dia, beijada pelo Sol, «como se voasse, começou a subir no ar».
Ora nas nuvens, ora num arco-íris, a Menina Gotinha de Água percorre «vestida de esmeralda luar», ao sabor do vento, as mais variadas e distantes paragens, até que, juntamente com as suas irmãs, se deixa cair espalhando vida ao seu redor.

Recorrendo à dinâmica de um fenómeno natural, neste caso concreto, ao ciclo da água, Papiano Carlos representa em “A Menina Gotinha de Água”, de acordo com José António Gomes, «uma metáfora da própria renovação social».
Com coreografia de Teresa Fabião e Joana Domingues e direcção artística de Cristina Mendanha, o projecto evocativo do Dia Mundial da Dança tem por objectivo sensibilizar as crianças e o público em geral para a acção dos quatro elementos da natureza – água, ar, fogo e terra –, recorrendo para tal à realização de um ateliê que, como parte do evento, permite ao público uma participação efectiva no espectáculo.

Visando a sensibilização e criação de públicos para as artes do espectáculo e a divulgação do processo criativo e formativo da dança, designadamente no género contemporâneo, a “Arte Total”, em articulação com os agrupamentos de escolas, juntas de freguesia e o Pelouro da Cultura do Município de Braga procede ainda, a 28, 29 e 30 de Abril (das 9h30 às 12h00), ao desenvolvimento do programa “Dança na Escola”, constituído por ateliês de dança criativa destinados a crianças do Primeiro Ciclo do Ensino Básico.

Em pleno Dia Mundial da Dança (29), com a iniciativa “Dança Sem Pré”, composta por aulas livres para todas as idades, a “Arte Total” abre as suas portas, das 16h45 às 20h45, a todos aqueles que simplesmente queiram dançar.
A “Arte Total – Centro de Educação pela Arte”, instalado no Centro Cultural do Carandá, é uma instituição especializada na educação artística, tendo sido criada em 1992 com o objectivo primeiro de formar uma estrutura dedicada às áreas da dança, música e artes plásticas.

O Dia Mundial da Dança, instituído a 29 de Abril, data do nascimento de Jean-Georges Noverre, criador do “ballet” moderno, foi evocado pela primeira vez em 1982 pelo Comité Internacional de Dança da Unesco.
Apesar de intrínseca à cultura humana, a dança não se apresenta como prioridade oficial, sendo, como tal, objectivos da evocação do Dia Mundial da Dança o aumento da atenção para a sua importância entre o público em geral.
Pretende-se que seja igualmente um incentivo às instâncias de poder de todo o mundo para que disponibilizem espaço adequado à prática da dança em todos os sistemas de educação, seja infantil ou superior.
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Edson Cordeiro - The Woman’s Voice

Mensagempor braga37 » sábado abr 26, 2008 12:16 pm

Organização: Theatro Circo de Braga

Local: Sala Principal do Theatro Circo de Braga


Data: 26 de Abril (Sábado)

Horário: 22.00h


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Com um espectro vocal capaz de se adaptar a um reportório que vai da ópera ao “pop contemporâneo”, o cantor de culto brasileiro Edson Cordeiro vem pela primeira vez a Portugal, com passagem pelo Theatro Circo a 26 de Abril de 2008, para um conjunto de espectáculos em que dá a conhecer ao público português a sua inconfundível dimensão de “entertainer”.

Ultrapassando a barreira entre a arte e o “kitsch”, Edson Cordeiro, conhecido na Alemanha como «o homem das três oitavas», traz ao palco da Sala Principal o espectáculo “The Woman’s Voice”, uma viagem pelo mundo, acompanhada pelo piano de Broder Kuhne e por vozes femininas.

Aliando-se um forte sentido de humor e carisma, o cantor e “performer” – que já foi definido como «Freddie Mercury cruzado com Maria Callas, com o resultado filtrado pelo espírito livre de Janis Joplin» – distingue-se pela voz de contratenor e conquistou em 2006 uma nomeação para os “Grammy’s” Latinos, um dos mais prestigiosos prémios no contexto musical internacional.

Já apontado como o contratenor com a voz mais alta da actualidade, Edson Cordeiro recria neste seu mais recente espectáculo alguns dos temas mais emblemáticos das divas da canção que homenageia, designadamente de Edith Piaf, Yma Sumac, Billie Holiday, Shirley Bassey, Madonna e Amália Rodrigues, entre outras.

Nascido em 1967, em São Paulo (Brasil), Edson Cordeiro precocemente demonstrou o seu invulgar talento musical, começando, com apenas seis anos, a cantar na igreja da pequena cidade de Santo André.

Contudo, em 1983, a participação na ópera rock “Amapola”, de Miguel Briamonte, futuro produtor dos seus primeiros álbuns, altera o seu rumo musical.

Após integrar o elenco do musical “Hair”, Edson Cordeiro conhece os palcos internacionais com um projecto desenvolvido a partir de um texto de Moliére.

Com uma significativa experiência de palco acumulada, o cantor, que começou a destacar-se pela originalidade da sua voz e pelo carisma artístico, estreia-se a solo em 1990 na sala Mistura Up com um espectáculo composto por versões de clássicos brasileiros, nomes do rock, como Janis Joplin ou Rolling Stones e peças intemporais de Mozart, despertando, desta forma o interesse de várias editoras.

Despertando as atenções dos críticos e da imprensa, o cantor, que «se expressava em pelo menos cinco línguas e ainda mais idiomas musicais», lança o seu primeiro álbum, “Edson Cordeiro”, em 1992, a que se segue ainda um álbum homónimo em 1994 e “Terceiro Sinal” em 1996, ano que ficou igualmente assinalado pelo início dos digressões pela Europa.

Pouco tempo mais tarde, Edson Cordeiro lança a polémica com uma controversa versão de “Ave Maria”, tema integrante do projecto “Clubbing” que atraiu opiniões reprovadoras de alguns sectores da Igreja Católica.

No início do século XXI, Edson Cordeiro regressa com “Dê-se ao Luxo”, trabalho que inclui as colaborações dos consagrados Ney Matogrosso e Rita Lee. Em 2005, a sua versatilidade permite-lhe a edição de “Contratenor”, álbum inteiramente dedicado ao estilo barroco, consubstanciado na interpretação de peças de Haendel, Bach, Mozart e outros compositores de renome, garantindo, desta forma a prestigiada nomeação para a edição de 2006 dos “Grammy’s” na categoria de “Melhor Álbum Clássico”.
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