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Theatro Circo  

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Theatro Circo

Mensagempor karlussantus » domingo fev 21, 2010 8:27 pm

Descrição:
Fundado em 1914 (1911-14)
Capacidade inicial 1500 lugares.
Recebeu profundas obras de restauro e requalificação de 1999 a 2006
Actualmente possui:
-Sala principal, capacidade para 899 lugares sentados
-Pequeno Auditório, capacidade para 236 lugares
-Sala de ensaios
-Salão Nobre


Site oficial: http://www.theatrocirco.com/



Imagens do exterior



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Obras de Prolongamento do Túnel, que vão ampliar em 250 metros a zona pedonal ao longo da Avenida da Liberdade, criando assim uma praça em frente ao Theatro Circo.
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Actualização - Aspecto final após a conclusão das obras

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Sala Principal



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Pormenores da Sala Principal



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Pequeno Auditório



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Salão Nobre



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Zonas de acesso



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Pormenores



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Breve introdução histórica
Instituída, a sociedade comprou parte da cerca do Convento dos Remédios e avançou para o concurso da obra, entregue ao arquitecto João de Moura Coutinho de Almeida de’Eça. Desta forma, a edificação começou em 1911 e terminou em 1914, ficando o Theatro Circo com capacidade para 1500 pessoas e afirmando-se de imediato como dos maiores e mais belos teatros portugueses.


Resumo das obras de Restauro
Em 1999, o Theatro Circo foi submetido a profundas obras de restauro e requalificação, numa decisão do Executivo Autárquico que dá sequência a um protocolo estabelecido entre a Câmara Municipal de Braga e o Ministério da Cultura, co-financiado pelo FEDER.

A requalificação, constituída pelo restauro de todo o imóvel com total respeito pela sua arquitectura e pelo reforço e consolidação da estrutura e sua segurança, teve por objectivo a reconversão do Theatro Circo num grande complexo cultural, capacitado com a mais actual e completa tecnologia cénica e sonora, capaz de responder às necessidades da arte contemporânea nas suas mais variadas dimensões.

Para além da sala principal, com lotação de 899 lugares, o equipamento foi complementado com duas novas salas: um pequeno auditório com 236 lugares e uma sala de ensaios. Foi ainda aumentada a sua capacidade nas zonas de apoio com a dotação de novos camarins e armazéns. A requalificação incluiu ainda a reposição da traça original do Salão Nobre, libertado agora das alterações que foi sofrendo ao longo dos anos.

Todo este processo culminou a 27 de Outubro de 2006 com a reabertura do Theatro Circo, num momento de celebração marcado pela actuação da Orquestra Sinfónica Nacional Checa, que devolveu à cidade uma sala de imponência invulgar e de beleza arquitectónica difícil de suplantar por qualquer outra sala, portuguesa ou europeia.

Mais informação em: http://www.theatrocirco.com/theatro/historia.php


Descrição DGEMN

Teatro Circo de Braga

IPA
Monumento

Nº IPA
PT010303420055

Designação
Teatro Circo de Braga

Localização
Braga, Braga, São José de São Lázaro

Acesso
Av. da Liberdade; R. Gonçalo Sampaio

Protecção
Incluído no conjunto dos imóveis da Avenida da Liberdade (v. PT010303410050)

Enquadramento
Urbano, adossado, no gaveto da Rua Gonçalo Sampaio com a Avenida da Liberdade, uma das principais avenidas da cidade, muito movimentada e com bastante trânsito automóvel. Integra uma frente constituída por alguns exemplares de arquitectura civil ecléctica.

Descrição
Planta rectangular, composta por dois corpos adjacentes. Volumes escalonados de dominante horizontal, com coberturas diferenciadas em telhado de quatro águas. Fachadas de dois registos, rebocadas e pintadas de rosa, percorridas por embasamento avançado e rematadas por cornija encimada e platibanda de granito. Fachada principal voltada a E., de cinco panos, sendo os do extremo recuados, ao nível do registo superior. É marcada, ao centro, por pano pétreo, com três portas de arco pleno encimadas por varanda corrida, assente em grandes mísulas, com guarda em ferro forjado, para onde abrem outras três portas entre colunas jónicas, com grinaldas, que suportam possante cornija, limitada por dois mascarões, com friso decorado com motivos fitomórficos e a inscrição, e sobrepujada por platibanda coroada por urnas, limidada por pirâmides de degraus. Os panos laterais, pétreos no primeiro registo, são rasgados, inferiormente, por três portas de arco pleno e, superiormente, por dois janelões rectangulares com peitoril e motivo decorativo na verga, e nos extremos duas janelas de sacada com varanda em balustrada de granito, sendo a do extremo S., de maiores dimensões, fazendo a união dos dois corpos. Fachada lateral S., marcada centralmente por três portas de arco pleno encimadas por varanda de ferro forjado, entre conjuntos de portas de arco pleno e janelas rectangulares, de peitoril, com motivo decorativo na verga. INTERIOR com grande vestíbulo central, rebocado e pintado de rosa, branco e dourado, com colunas de mármore, grandes portais envidraçados e tecto em caixotões, estucados e pintados de branco, rosa e dourado, estabelecendo a comunicação com salões, bar, camarins e a plateia, no primeiro piso, e os camarotes, nos pisos superiores, através de escadas de mármore preto e guardas de metal e madeira. O auditório, circundado por três andadas de balcões com guardas de ferro forjado, sobre colunas de ferro fundido, cerra-se numa majestosa cúpula cujos tramos estucados e pintados com motivos geometrizantes, definem no arranque janelas em luneta.

Descrição Complementar
INSCRIÇÕES: Inscrição relevada no friso da fachada principal; decoração fitomórfica; bronze; tipo de letra: capital quadrada; leitura: TEATRO CIRCO.

Utilização Inicial
Cultural: teatro

Utilização Actual
Cultural: teatro

Propriedade
Pública: municipal

Afectação
Sem afectação

Época Construção
Séc. 20

Arquitecto | Construtor | Autor
Arquitectos: João de Moura Coutinho, Sérgio Borges; Escultores: Zeferino Conto, Narciso Costa (mascarões da fachada principal); Sérgio Borges (2000); Pintores Viriato Silva, Domingos Costa, Benvindo Ceia.

Cronologia
1907, 25 Fevereiro - Sessão de vereação da Câmara Municipal de Braga para aprovação dum projecto de cedência dos edifícios, cerca e dependências do Convento dos Remédios, para se abrir uma larga avenida; 19 Setembro - o Presidente da Câmara, perante o Delegado do Tesouro, tomou posse do Convento com todas as dependências; 20 Novembro - principiou-se a demolição do mirante do convento, voltado à então designada Rua das Águas; 16 Dezembro - fez-se a arrematação dos materiais do Convento; a Sociedade do Teatro Circo, que já estava constituída, arrematou a maior parte; 1911 - início da obra de construção do Teatro Circo, segundo o projecto do Arquitecto João de Moura Coutinho; 1915 - conclusão da obra, possuindo na altura capacidade para 1500 pessoas; 21 Abril - inauguração com a apresentação da opereta «Rainha das Rosas», da Companhia de Teatro Éden, sob a direcção de Luiz Galhardo, sendo Palmira Bastos a actriz principal; 22 Abril - são descerradas duas placas de mármore em homenagem à actriz Palmira Bastos e ao Arquitecto Moura Coutinho; 27 Junho - inauguração do cinematógrafo com o filme «Aventuras de Catalina»; 1919, Agosto / 1920, Fevereiro - período de encerramento para obras destinadas à transformação da sala de espectáculos; 1922 - cantou-se pela primeira vez ópera no Teatro Circo; 1925, Janeiro - termina o contrato de arrendamento concedido por seis anos, o Teatro Circo volta a ser administrado directamente; 1927, Outubro - o Conselho de Administração da Sociedade deixa a sua exploração directa e passa-a a José Luís da Costa, empresário do Teatro da Póvoa de Varzim; 1928 - estreia-se o cinema português com as fitas «Fátima Milagrosa» e o «O Primo Basílio»; 1930, Outubro - é apresentado, pela primeira vez, cinema falado com a fita «O Cantor Louco»; 1933 - o teatro passa a ser explorado por José Luís da Costa, empresário do Teatro Garrett, da Póvoa do Varzim;1935, 21 Abril - grandes festas comemorativas do 20º aniversário; 1940, 21 Abril - comemoração das bodas de prata com um espectáculo em que tomou parte, como tenor, D. Ascenso de Siqueira Freire; 1943 / 1950 - período em que a prosperidade do Teatro Circo atinge o auge, procedendo-se, em conformidade, a grandes obras de beneficiação e embelezamento; 1958 - o relatório apresentado em Assembleia Geral testemunha a existência de uma crise, em parte devida à instalação da TV nos cafés; 1974, 5 Outubro - é inaugurada no Teatro Circo uma sala de cinema «Estúdio»; 1983, 16 Fevereiro - o conjunto da Avenida da Liberdade, no qual se insere o teatro tem homologação superior como IIP; 1984, Julho - instala-se, em Braga, a CENA, Companhia Profissional de Teatro de Braga; 1987 - é celebrado acordo para cedência à CENA do espaço do salão nobre do Teatro Circo; 1988 - a Câmara Municipal de Braga adquire o edifício do Teatro Circo pelo montante de 300.000 contos; 2000 - iniciam-se as obras, dirigidas pelo arquitecto Sérgio Borges, orçadas em 2 milhões e 600 mil contos: resultam da comparticipação de fundos da União Europeia e do Ministério da Cultura, esta última ao abrigo do Programa "Rede Nacional de Teatros e Cine--Teatros" e "Rede Municipal de Espaços Culturais"; 2006, 27 Outubro - inauguração do teatro após obras de remodelação.

Tipologia
Arquitectura civil cultural ecléctica e revivalista. Teatro de planta rectangular, composta por dois corpos adjacentes. Fachada principal com portal constituído por três portas de arco pleno, varanda com colunas e três portas rectangulares, friso e cornija esculturados e platibanda decorada por mascarões. Interior com sala de planta circular (circo), com uma lotação de 1200 lugares distribuídos por plateia (446), de coxias longitudinais, e 3 balcões com guardas de ferro forjado sobre colunas de ferro fundido (1º balcão - 110 lugares + 10 camarotes; 2º balcão - 70 lugares + 20 camarotes; e 3º balcão - 28 camarotes). Palco à italiana, com boca de cena em arco ligeiramente abatido. Boca de cena debruada com decoração neo-barroca. Cobertura da sala em cúpula.

Características Particulares
Salienta-se o desenho da sua fachada de grande qualidade. No interior destacam-se os elementos decorativos que preenchem os espaços, sejam as colunas, o revestimento das paredes, os pavimentos e a organização das coberturas. Ressalta no auditório a grandiosidade do espaço, a organização ritmada dos balcões profusamente decorados, a boca de cena debruada com decoração neo-barroca e a cúpula com estruturação avivada por estuques, brancos e dourados, e pinturas murais. Sala integrada na Rede Nacional de Teatros e Cine-Teatros.

Dados Técnicos
Paredes autoportantes.

Materiais
Estrutura e elementos decorativos em granito; paredes rebocadas e estucada; colunas do átrio, escadas e pavimentos, em mármore; portas e janelas, de madeira; grades das varandas, dos balcões e frisas, colunas do auditório, em ferro; inscrição do friso da fachada principal em bronze; cobertura exterior em telha marselha.

Bibliografia
FEIO, Alberto, Coisas Memoráveis de Braga, Braga, 1984; MACEDO, Ana Maria Costa, Teatro Circo: oito décadas de um projecto colectivo na cidade de Braga, in Mínia, nº 3, Braga, 1995, pp. 109 - 132; PASSOS, José Manuel da Silva, O Bilhete Postal Ilustrado e a História Urbana de Braga, Lisboa, 1996; COSTA, Luís, Recordando o arquitecto João de Moura Coutinho, in Entre Aspas, Diário do Minho, 2 Fev. 998; OLIVEIRA, Eduardo Pires de, Braga. Percurso e memórias de granito e oiro, Braga, 1999,; Teatro Circo «ensaia» renovação completa, in Correio do Minho, Braga, 29 Nov. 2000; VI Encontro Nacional de Programadores Culturais (resumo das comunicações de João Aidos "Equipamentos - radiografia do país" e "A Rede Nacional e Municipal de Equipamentos Culturais"), Aveiro, Associação Portuguesa de Programadores Culturais, Março 2003 (policopiado); LIMA, José Carlos, Construção do novo Theatro Crico foi uma loucura que valeu a pena, in Diário do Minho, 27 Outubro 2006.

Documentação Gráfica
DGEMN: DSID

Documentação Fotográfica
DGEMN: DSID; IPAE

Documentação Administrativa
Não definido

Intervenção Realizada
Sociedade do Teatro Circo: 1919 / 1920 - obras de transformação da sala de espectáculos; CMB: 2000 - 1ª fase do projecto de remodelação e requalificação, com restauro e salvaguarda dos elementos considerados mais significativos na caracterização do imóvel, designadamente as áreas públicas, o salão nobre, a sala grande, a cobertura e as duas fachadas mais expostas, mantendo a decoração existente.

Observações

Autor e Data
António Dinis 2000 / Filomena Bandeira 2002

Actualização
Não definido
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Mensagempor karlussantus » domingo fev 21, 2010 8:32 pm

Como já tenho alguns tópicos completos feitos no skyscrapercity, resolvi colocar aqui nesta zona do forum.
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Mensagempor braga37 » domingo fev 21, 2010 8:40 pm

Boas karlussantus!

Já existe um tópico sobre o Teatro Circo... aqui:

viewtopic.php?f=33&t=1802&hilit=Theatro+Circo

Junta os posts! O teu tá mt completo! ;)

Fica bem!
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Re: Theatro Circo

Mensagempor DoctorDre » domingo fev 21, 2010 10:47 pm

Boa Karlus!

Só comentar que próximamente vamos ter excelentes grandes espectáculos:

A bela adormecida

Carmen

Magic of the Dance

Pena os preços... faz-me escolher apenas um destes espectáculos :(
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Mensagempor Brc20 » segunda fev 22, 2010 12:02 am

A programação do TC tem continuado muito fraca!
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Re:

Mensagempor karlussantus » segunda fev 22, 2010 12:09 am

braga37 Escreveu:Boas karlussantus!

Já existe um tópico sobre o Teatro Circo... aqui:

viewtopic.php?f=33&t=1802&hilit=Theatro+Circo

Junta os posts! O teu tá mt completo! ;)

Fica bem!


Eu penso que o ideal é colocar logo na mensagem de abertura a descrição geral, e as melhores fotos, para ficar como que o cartão de visita do fórum, para cada um dos locais, não sei bem como fazer?

Eu coloquei a resenha histórica do IPPAR para o Theatro Circo, como faço com o texto?
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Re:

Mensagempor karlussantus » segunda fev 22, 2010 12:10 am

Brc20 Escreveu:A programação do TC tem continuado muito fraca!


A BELA ADORMECIDA
A BELA ADORMECIDA, baseado no conto de Charles Perrault “La Belle au bois Dormant” bem ao estilo francês do século XVIII, é considerado um dos bailados que maior interesse desperta junto do grande público. Dançado por todas as companhias do mundo, esta obra-prima de Tchaikovsky é sem dúvida uma das mais belas páginas do ilustre compositor russo. A relação da música de Tchaikovsky com a coreografia de Petipa é de tal forma perfeita que seria difícil imaginar outra leitura da partitura. Por isso, música e coreografia numa simbiose genial, fizeram com que esta peça fosse considerada a obra emblemática da dança clássica.

A companhia, MOSCOW BALLET “La Classique”, é constituída por solistas de grandes teatros como o Bolshoi, Mariinsky, Kiev e Perm. São estrelas do bailado russo como Evgenia Novikova, Dmitry Smirnov, Albina Dmitrieva, Igor Stetsiour-Mova, Iana Kazantseva, Denis Pivovarov e Andrey Laypin, entre outros, que compõem o seu elenco de artistas internacionais. A companhia sobe, periodicamente, aos palcos de grandes teatros em Itália e no Reino Unido, com representações que se estendem por diversos meses. As tournées abrangem ainda países como Alemanha, Espanha, Holanda, França, Egipto, Tailândia, China, Nova Zelândia, Austrália e Estados Unidos da América. Será um prazer receber em estreia absoluta em Portugal uma das companhias mais internacionais da actualidade.



Deve ser dum bom nível mundial, o problema é que em Portugal e no concelho as pessoas não estão muito familiarizadas com este tipo de espectáculos.
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Mensagempor Brc20 » segunda fev 22, 2010 8:22 pm

Karlus estas companhias que trazem estes bailados não têm nada a ver com uma verdadeira programação, elas apresentam-se num país e correm as suas maiores cidades e salas; mas não me digas que isso tem a ver com programação e um programador! Olha para a «Casa da Música» e vê o que é uma programação de nível mundial. Mesmo os coliseus têm um cartaz impressionante, porque não tenta o Theatro Circo trazer alguns daqueles eventos/concertos promovidos por empresas privadas para Braga? Não rentabilizaria a sala? Não percebo esta total falta de lógica do TC...
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Mensagempor karlussantus » segunda fev 22, 2010 8:26 pm

Acho que pior ainda é o PEB! Com o auditório e a grande nave, nunca ouço falar daquilo!

O TC no inicio tinha lotação esgotada, agora não sei como anda aquilo.
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Brc20 » quarta set 01, 2010 3:59 pm



Theatro Circo reabre com aposta no cinema

Braga

2010-08-31
autor-Marlene Cerqueira


Está desfeito o mistério em torno da sucessão de Paulo Brandão no Theatro Circo. Ilda Carneiro, vereadora da Cultura e presidente do Conselho de Administração da emblemática casa de espectáculos, anunciou ontem que “em vez de ter um programador, o Theatro Circo vai passar a trabalhar com consultores de programação”.

A coordenação da programação fica a cargo de Hugo Loureiro, que já integrava a equipa que trabalhou com Paulo Brandão.
Para consultores, o Theatro Circo convidou três personalidades: o músico Budda, para as áreas pop, rock e alternativas; António Cartaxo, para a música clássica; e Regina Guimarães para o cinema.
Precisamente o cinema é a grande aposta do Theatro Circo na temporada que agora se inicia.



Cinema regressa em Outubro

Como o ‘Correio do Minho’ já tinha avançado, o cinema está de regresso ao Theatro Circo em Outubro, sabendo-se agora que retoma com dois ciclos: ‘Médio Orientes/Orientes Extremos’ e ‘Feminino Singular, Feminino Plural’.

Regina Guimarães, artista multifacetada, frisou que “uma casa destas sem cinema não faz sentido nenhum”.
A consultora de programação para a área de cinema avançou que o objectivo é programar cinema de qualidade e cinema de referência.
“É importante haver uma programação que não tem de estar em cima da actualidade, que não seja devedora dos ritmos da propaganda e da novidade” ;, referiu.



Theatro Circo ecléctico aberto à cidade

Ilda Carneiro e a nova equipa deram nota da programação até ao final do ano e foi anunciado que o objectivo é, doravante, passar a apresentar a programação de seis em seis meses, para que o público possa atempadamente escolher os espectáculos que lhe interessam.
A vereadora e presidente do Conselho de Administração realçou ainda que o objectivo primeiro do Theatro Circo é “abrir-se mais”, participando “na criação de uma ideia de cidade aberta, que se afirma pela sua diversidade cultural”.


“Vamos virar o Theatro Circo e a sua programação para a formação de públicos e para a cidade”, sublinhou Ilda Carneiro, prometendo uma programação diversificada, que vai ao encontro dos diferentes gostos, das diferentes populações. “Uma programação ecléctica”, prometeu.
Dando ênfase à formação e educação de públicos, o Theatro Circo terá particular atenção na calendarização de espectáculos para o público infantil (nomeadamente nas férias escolares) e juvenil.

Estão também já a decorrer diversas oficinas, concretamente em contexto do projecto Bragacult.
A vereadora lembrou ainda que tem sido a câmara municipal, através de contrato-programa, quem tem financiado o grosso da programação. A aposta vira-se agora para projectos em rede —nomeadamente Acto5, Culturbe, Regeneração Urbana/Projecto Musa, e Quadrilátero Urbano.


Correio do Minho

Quatro programadores para o Theatro Circo
Cinema regressa à centenária sala de de Braga

Ontem
NUNO CERQUEIRA

Paulo Brandão deu lugar a quatro programadores no Theatro Circo. A novidade da programação da centenária casa de espectáculos bracarense, ontem apresentada, é o regresso do cinema, área em que Regina Guimarães assume o papel de consultora.

Rui Madeira, já pertencente aos quadros do Conselho de Administração do Theatro Circo (TC), mantém-se ligado e com responsabilidades acrescidas, como consultor numa das "mães" das artes de palco, o teatro.

Na música, que o TC faz questão de dividir em duas temáticas, o guitarrista bracarense dos Monstro Mau, Buda, entra na equipa de consultores como "expert" da música pop/rock e António Cartaxo na vertente da música clássica. Já a portuense Regina Guimarães assume o regresso do cinema, cabendo a Hugo Almeida o papel de coordenador da programação geral da emblemática casa de Braga.

"Esta é a fórmula encontrada para uma melhor programação, pois, com um só programador há uma certa tendência para apresentar aquilo de que se gosta. Desta forma, com vários consultores, fica garantida a diversidade na programação apresentada", explicou a vereadora da Cultura, Ilda Carneiro.

A responsável reconheceu que a cultura em Braga "ainda não está no patamar que devia", acrescentando que com esta transformação se espera conseguir uma maior ligação dos bracarenses ao TC. "
Temos de trabalhar para isso. O Theatro Circo tem como objectivo aumentar a qualidade e dar acesso maior à cultura. Por isso, vamos tentar virar muito a programação para a formação de públicos e também para a cidade", referiu.

"Temos procurado outras receitas para o Theatro Circo e esta programação vai ser sustentada nas candidaturas a diferentes projectos co-financiados", sublinhou a vereadora. Já no quadro da programação, além dos vários espectáculos que passam pelo bailado, concertos e teatro, destaca-se o regresso do cinema ao TC, a partir de 15 de Outubro. O arranque é com o "Filme do Desassossego".

De destacar, ainda, a comemoração do aniversário do TC, a 26 de Outubro. A portas vão abrir a todos e as velas serão sopradas ao som de Cristina Branco. Muito virado para o público bracarense, a programação tem agendada os concertos dos Mão Morta e Peixe:avião, com a estreia do novo álbum "Madrugada", a 9 de Outubro.


Jornal de Notícias



Equipa de consultores
Nova equipa de programação do Theatro Circo quer abrir a sala à cidade de Braga

31.08.2010 - 08:12 Por Samuel Silva


O Theatro Circo (TC) quer atrair novos públicos e, para isso, vai diversificar a sua oferta a partir de Setembro. A programação da sala de espectáculos de Braga vai passar a ser definida por uma equipa de consultores que apostam no cinema e no serviço educativo.

Depois das férias, o TC regressa ao activo no fim-de-semana de 10 e 11 de Setembro Depois das férias, o TC regressa ao activo no fim-de-semana de 10 e 11 de Setembro

"Vamos tentar virar a programação para a formação de públicos e para a cidade", assume a vereadora da Cultura da Câmara de Braga, Ilda Carneiro. A programação do TC para os próximos quatro meses reflecte essa proposta, escolhendo projectos com base local, como as bandas Mão Morta e Peixe:Avião e o musical Cigarra. O teatro bracarense passa também a ter uma oferta de serviço educativo, com ciclos de concertos comentados, ateliers artísticos e uma maior aposta na programação para um público infantil.

Depois das férias, o TC regressa ao activo no fim-de-semana de 10 e 11 de Setembro, apresentando Nortada, de Olga Roriz, e o concerto da cabo-verdiana Mayra Andrade. A presença feminina é acentuada na nova programação, com destaque para a britânica Anne Clark, que actua a 26 de Novembro. Também na área da música, o Circo será palco, a 19 de Outubro, do concerto de celebração dos 75 anos de Terry Riley, considerado o pai do minimalismo.

A programação para os próximos meses já é da responsabilidade da nova equipa de gestão da sala de espectáculos. O TC estava sem estrutura de programação desde Março, quando Paulo Brandão, o homem que liderou a sala de Braga desde a sua reabertura em 2006, chegou a acordo para a sua saída. A nova equipa é coordenada por Hugo Loureiro, que foi um dos mais directos colaboradores de Brandão. Será apoiado por vários consultores: Budda, baixista da banda bracarense Mundo Cão, responsável pela música pop; António Cartaxo, que programará a música clássica; e Regina Guimarães, que fica responsável pelo cinema. O regresso do cinema é uma das principais novidades da programação do TC, que vai realizar duas sessões semanais de cinema de autor.


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Re: Theatro Circo

Mensagempor Duarte » quarta dez 22, 2010 8:14 pm

Cortes na Cultura unem Braga e Galiza

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Para dar conteúdo cultural à proximidade entre o Norte de Portugal e a Galiza, o Theatro Circo celebrou um protocolo de intercâmbio de espectáculos na áreas do teatro e da dança com a Axencia Galega de Industrias Culturais (AGADIC).

O acordo estabelece a presença da Companhia de Teatro de Braga em Santiago de Compostela, com o espectáculo ‘Concerto à la Carte’, em meados de Janeiro, e a representação, na sala do Theatro Circo, da peça ‘Salomé’, produção do Centro Dramático Galego.
Rui Madeira, administrador do Theatro Circo, apresentou ontem o acordo com a AGADIC como um assumir dos cortes de financiamento da programação que afectam as estruturas cultu- rais de Portugal e da Galiza.

Theatro Circo e AGADIC assumem, nesta permuta de espectáculos, os custos com alojamento e alimentação, não havendo direito ao pagamento de cachets.
Mercedes Suarez, directora do Centro Coreográfico Galego, destacou que a redução dos apoios públicos à actividade cultural nesta região espanhola atingirá os 50 por cento no próximo ano.
Sobre as potencialidades do intercâmbio entre o Theatro Circo e a AGADIC nesta área, salientou que “a dança, a mais esquecida das artes cénicas, não tem problemas de idioma”.

Os subscritores do protocolo de intercâmbio calendarizaram apenas espectáculos até Março de 2011.
Rui Madeira alegou que o protocolo funcionará com adendas ao longo do ano, assumindo “as dificuldades e a precariedade” com que vivem os agentes culturais. “O que assistimos em Portugal é que não há políticas para a Cultura”, lamentou o administrador do Theatro Circo
A AGADIC foi criada em 2008 como agência pública da Consellería de Cultura com o objectivo de impulsionar e consolidar o tecido empresarial no sector cultural galego.
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Duarte » terça mar 01, 2011 9:52 pm

Pois bem, parece que o TC Café vai reabrir! :)

Olhem o que o BA acabou de receber no facebook:
http://www.facebook.com/event.php?eid=193998637287125

Também, pudera! Agora com uma rua daquelas e em frente o shopping mais fashion de Braga :D
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Duarte » quarta dez 28, 2011 4:28 pm

Mais público no Theatro Circo em 2011

Praticamente encerrado o ano 2011, o Theatro Circo apresentou, esta quarta-feira, alguns números num balanço do ano. o total, pela casa de espectáculos centenária bracarense, passaram 63135 espectadores. O que significa, desde a reabertura em 2006, 2011 foi o ano com mais espectadores.

Espectadores esses, segundo Rui Madeira, que procuram mais espectáculos de bandas ou companhias portuguesas. Daí que a aposta para 2012, e em tempos de crise e emparelhado entre dois grandes eventos na região (as Capitais Europeias da Juventude, Braga, e da Cultura, em Guimarães), será na produção nacional.

"Vamos reforçar a ideia de aposta na criação artística nacional com ligações à Europa e aos países Lusofonos", destacou Rui Madeira, do conselho de administração do Theatro Circo (TC), que frisou ainda que o ano de 2012 vai ser de "dificuldades económicas" para as casas de espectáculos devido ao aumento do IVA.

"Vamos tentar suportar algum desse aumento. A questão é quem pagará este aumento de IVA às casas de espectáculos", disse Rui Madeira, que partilhou ainda que será em 2013 que se sentirá a "ressaca cultural" temendo ao mesmo tempo o encerramento de muitos casas de espectáculo pelo país. O orçamento para 2012 para o TC é de um milhão e 500 mil euros.

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Re: Theatro Circo

Mensagempor Linguas » quarta dez 28, 2011 4:43 pm

63135? Equivale à sala principal cheia 70 vezes. Pensei que estivesse pior a esse nível. Se bem que, com 218 espectáculos ao longo do ano é 1/3 de ocupação (ou um bocado mais, se pensarmos que alguns dos espectáculos foram na segunda sala).
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Re: Theatro Circo

Mensagempor Mr Strangelet » quarta dez 28, 2011 5:06 pm

O Theatro Circo, em Braga, anunciou que vai suportar o aumento do IVA para espetáculos em 2012 não aumentando o preço dos bilhetes 28-12-2011




O Theatro Circo, em Braga, anunciou que vai suportar o aumento do IVA para espetáculos em 2012 não aumentando o preço dos bilhetes e apresentou uma programação alternativa à Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012 centrada na produção nacional.

Para o ano de 2012 o Theatro Circo tem um orçamento de cerca de um milhão e 500 mil euros com a Câmara Municipal de Braga a financiar a estrutura com um milhão de euros anualmente.


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