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Reabilitação Urbana de Braga  

Espaço para a discussão do urbanismo e novos projectos.

Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor CesarGomes » terça Oct 27, 2015 11:07 pm

Eu queria era um kfq...
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor Duarte » quarta Oct 28, 2015 12:38 am

CesarGomes Escreveu:Eu queria era um kfq...


Talvez no Nova Arcada juntamente com um Subway (que já houve no centro mas entretanto fechou..).
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor AntonioPinto » quinta mar 10, 2016 10:01 am

Braga com 4 MD e 3 BK.
Está a crescer!! E se forem como eu, cresce para os lados tb!
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor apocalypto » sexta jan 06, 2017 12:35 am

Foi hoje anunciada a reabilitação da rua nova de sta cruz.

Dúvidas:

A rua já tem gás canalizado? Se não tem, vai ficar por fazer para depois voltarem a esburacar? E a ligação à rua D.Pedro V? E a reabilitação da D.Pedro V?
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor karlussantus » sábado jan 07, 2017 6:52 pm

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Na próxima Segunda-feira, dia 9 de Janeiro, inicia-se uma intervenção para a reabilitação da Rua Nova de Santa Cruz e artérias adjacentes. Desenvolvida por fases, a obra, no valor total de 458 mil euros, vai possibilitar a ampliação do espaço de circulação pedonal e integrar uma via clicável em ambos os sentidos. O projecto será apresentado amanhã, dia 6 de Janeiro, aos moradores e comerciantes da zona, numa sessão na Escola Francisco Sanches, às 21h00, que irá contar com as presenças de Firmino Marques e Miguel Bandeira, vereadores da Câmara Municipal de Braga.

Irá proceder-se à repavimentação integral da via, à renovação da rede pública de águas pluviais e à renovação do coberto arbóreo existente, bem como à criação de mais coberto em novas áreas. O trânsito automóvel será separado do estacionamento, da circulação de peões e da ciclovia através de revestimentos diferentes. Pretende-se com esta reabilitação melhorar a circulação nesta zona, essencial à relação entre a Cidade e o Polo Universitário da Universidade do Minho.

Nesse sentido, o passeio principal, contiguo ao estacionamento, será sobrelevado em relação à rua, descendo em rampa o espaço de estacionamento até à superfície pavimentada.

O passeio localizado no lado oposto da rua fica ao nível da via ciclável. Este nivelamento entre o espaço destinado à via ciclável e o espaço destinado à circulação permitirá uma funcionalidade acrescida nos momentos de cruzamentos entre veículos dos transportes colectivos, pesados ou ligeiros ao ampliar momentaneamente em largura.

No extremo oposto da rua, na área adjacente à rotunda de acesso à Universidade do Minho, o passeio será alargado de modo a melhorar os espaços de esplanadas necessários, extensões naturais dos muitos estabelecimentos de restauração e bebidas existentes naquela zona.

Complementando este alargamento prevê-se a plantação de coberto arbóreo de modo a melhorar o sombreamento dos espaços públicos. Esta arborização pretende também criar uma relação de escala mais confortável entre a altura dos edifícios e a largura da via e garantir um enquadramento paisagístico cuidado naquele troço da rua, dada a utilização mais lúdica da área. Aqui, a plataforma do passeio não estará de nível com o arruamento, mas elevado de modo a garantir segurança aos utentes deste espaço em relação à circulação automóvel.

A Rua da Fábrica será igualmente objecto de intervenção de reabilitação e ampliação. Nesta rua prevê-se a redefinição das condições de estacionamento automóvel, novas larguras de passeios e melhoramento de espaços fronteiros a alguns comércios de restauração e bebidas existentes no local.

Na Rua da Fábrica do Pêlo também se propõe a reabilitação dos pavimentos e redefinição dos espaços fronteiros ao edifício de equipamento infantil existente no local, de modo a melhorar as paragens pontuais frente ao referido edifício.

Em virtude do posicionamento geográfico e das funcionalidades e actividades nas áreas circundantes, a Rua Nova de Santa Cruz e artérias adjacentes têm importância vital, sendo que essa importância ganhou novos contornos ao assumir-se como a via preferencial de acesso e saída para a Universidade.

https://www.cm-braga.pt/pt/0201/home/no ... tem-1-5062" onclick="window.open(this.href);return false;

Tenho que ver o projeto em concreto que ainda não conheço. Pelo texto, parece-me que terá algumas melhorias para a mobilidade suave, contudo aparenta manter demasiada função de circulação automóvel (ligeira e pesada), não confundir com função de acesso. Muitos dos apologistas das bicicletas confundem estas duas funções. Enquanto que a função de circulação tem que ser "banida" dos centros das nossas cidades, a função de acesso é a última a ser removida. Esta apenas é retirada quando "chegamos" à área pedonal, ou de coexistência (mobilidade suave), aqui há apenas acesso condicionado a moradores e comerciantes, e serviços públicos (municipais, emergência, ...)

De um modo geral, a dimensão mínima de ambos os passeios devia ser de 1,5 metros, sendo que a área de circulação, contemplando o contrafluxo de bicicletas, devia ser de 4m a 4,5m. O restante espaço sempre que suficiente contemplaria ilhas de estacionamento. Contar ainda com paragens de transportes públicos e outras áreas, sendo que apenas devia ter um sentido de circulação na maioria do eixo.
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor Meireles88 » sábado jan 07, 2017 7:14 pm

Vai ser plataforma única entre a Rotunda da UM e o cruzamento da rua da Fábrica. Sem segregação física. Os passeios e a via ciclável em contrafluxo serão em betuminoso colorido. O estacionamento julgo que também. A parte de circulação automóvel será em alcatrão.

Foi isto que foi dito.

Se fosse desnivelado então o contrafluxo já não poderia ser ao nível do passeio. Isso é desaconselhado por todos os manuais e guias da especialidade.

TP's mantêm dois sentidos de circulação.

Quanto à Função de Circulação VS Acesso etc, bem, acho que não percebeste que estás a usar um conceito caducado. Segundo esse conceito era impensável requalificar, por exemplo, Trafalgar Square da forma que o fizeram. Mas, numa ótica de promoção dos modos ativos e TP's há uma nova maneira de classificar as vias, não só quanto à função de ligação, mas também de lugar. Fica aqui um cheirinho com o exemplo da Trafalgar Square que tinha a classificação Ia e passou a Va. Bom, na classificação antiga digamos que passou de uma "Arterial Street" para uma "Non-Arterial Road/Way". Se Londres consegue porquê que Braga não consegue? Temos mais população, mais ligações externas, ou mais tráfego que Londres?!? Não me parece.

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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor karlussantus » domingo fev 05, 2017 11:25 pm

Meireles88 Escreveu:Vai ser plataforma única entre a Rotunda da UM e o cruzamento da rua da Fábrica. Sem segregação física. Os passeios e a via ciclável em contrafluxo serão em betuminoso colorido. O estacionamento julgo que também. A parte de circulação automóvel será em alcatrão.

Foi isto que foi dito.

Se fosse desnivelado então o contrafluxo já não poderia ser ao nível do passeio. Isso é desaconselhado por todos os manuais e guias da especialidade.

TP's mantêm dois sentidos de circulação.

Quanto à Função de Circulação VS Acesso etc, bem, acho que não percebeste que estás a usar um conceito caducado. Segundo esse conceito era impensável requalificar, por exemplo, Trafalgar Square da forma que o fizeram. Mas, numa ótica de promoção dos modos ativos e TP's há uma nova maneira de classificar as vias, não só quanto à função de ligação, mas também de lugar. Fica aqui um cheirinho com o exemplo da Trafalgar Square que tinha a classificação Ia e passou a Va. Bom, na classificação antiga digamos que passou de uma "Arterial Street" para uma "Non-Arterial Road/Way". Se Londres consegue porquê que Braga não consegue? Temos mais população, mais ligações externas, ou mais tráfego que Londres?!? Não me parece.

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Não Meireles, na verdade estás a referir-te às matrizes, que adicionaram o conceito de "espaço publico/acesso", quando dantes apenas se tinha em consideração a hierarquia funcional da via/ligação.
E estás a confundir isso, com a função de circulação automóvel e a função de acesso dos automóveis. Um automóvel que está apenas de passagem num local está numa função de circulação, enquanto que um automóvel que pretende estacionar ou está a iniciar movimento, está na função de acesso. Esta segunda função, é muito mais compatível com os modos suaves, e só deve ser retirada em último recurso (área pedonal/coexistência modos suaves). Enquanto que a função de circulação é incompatível e deve ser removida de eixos, como o que se está a discutir.

Quanto ao exemplo, não me parece o mais feliz. Primeiro, porque estamos a falar de uma rua e não de uma praça. Segundo, porque se eu estava a referir que a função de ligação devia sofrer um corte maior, argumentas como se eu estivesse a defender o oposto. Terceiro, porque em Braga já se provou que conseguimos, nas várias intervenções bem sucedidas no sentido de retirar os automóveis de diversas ruas, Rua do Souto, Rua dos Capelistas, Rua do Castelo...
Já para não falar da diferença das cidades em questão.
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor Meireles88 » segunda fev 06, 2017 9:28 am

Carlos estou a referir-me a uma nova hierarquia das Ruas em detrimento de uma hierarquia das vias de trânsito automóvel. Essa é a grande diferença: Pessoas e Todos os modos VS automóveis. Não estou a confundir não, é o que é lecionado agora. É a nova maneira de ver as cidades. Aliás, a hierarquia funcional aplica-se muito bem a cidades novas, criadas de raiz, não se aplica a cidades já consolidadas.

O problema é esse, estás a centrar-te no automóvel e tudo o resto não interessa.

A Avenida Padre Júlio Fragata é em plena zona residencial. Corta movimentos pendulares curtos.

E tu falas muito dessa coisa de quem está de passagem e não sei com base em quê, uma vez que, e passo a citar o estudo de mobilidade do quadrilátero: "78,5% das deslocações feitas em Braga são internas ao Concelho. Destas, 61% são feitas de automóvel."

O exemplo é só o da via de atravessamento nacional que deixou de ser e se transformou em praça. É só esse. E é Londres.

Conseguiste? Deste cabo do TP nessas ruas! Hoje as pessoas têm que andar 1000 metros para apanhar o autocarro de regresso! Sucesso? Que sucesso é esse em que se aumentou o número de automóveis a circular?
As diferenças são grandes, mas se consegues numa cidade como Londres, consegues numa cidade como Braga. O contrário pode não ser verdade.
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor karlussantus » terça fev 07, 2017 2:39 am

Acabo de dizer que se utilizam as matrizes (“link”/”place”), e dizes que eu apenas ligo ao "link" para automóveis...
Mas, estas matrizes não são anti automóveis. Como se estes fossem o problema, e os modos suaves e os transportes públicos a solução para tudo.

Quando estamos na "inner city", é evidente que o "link" dos automóveis quase nem deve ser considerado, enquanto que o "place" e o "link" para TP e modos suaves têm que assumir preponderância.
Porém, por vezes o "place" não tem qualquer interesse, e é prejudicial à cidade e à região. Assim como modos suaves em alguns locais são prejudiciais à cidade e à região.

Não é por termos ciclistas nas vias de circulação das Estradas Nacionais, Circulares Urbanas e Auto-estradas, que estamos mais evoluídos. Na verdade correm um risco enorme, e são um empecilho, às vias especializadas na função de circulação automóvel, ligeira e pesada.
Também os Transportes Públicos não têm que estar presentes em todos os locais. Por vezes, eles são um entrave ao bom espaço público (place).

Além disso, a hierarquia funcional das vias continua a existir (link).


Outra coisa, é o conceito de um automóvel em "Função de Acesso vs Função Circulação". É que nem todo o tráfego presente numa rua, é referente à circulação (link).


Quando falas em "pessoas e todos os modos vs automoveis"... Na verdade, eu vejo no automobilista, também a pessoa, o ciclista, o residente e o utilizador de transportes públicos. Porque a pessoa tem movimentos em que deve escolher um modo suave ou sustentável, e tem movimentos superiores a 3km e 5km em que deve escolher o automóvel.
Um residente de uma cidade como Braga, não tem que estar sitiado na cidade, sem acesso ao automóvel, ou a vários quilómetros de uma via que dê prioridade aos automóveis. O mesmo para os grandes pólos de atractividade regional que temos. Da mesma forma, um residente de Braga não pode ter os entraves à circulação dos modos suaves e TPs que actualmente existem, e estar condenado a usar o automóvel em pequenas deslocações.

Quanto aos casos em concreto.
Na Rua Nova de Santa Cruz e da Rua D. Pedro V, parece-me que defendes um "place" inferior, e um "link" para TP superior, ao que eu defendo. Na minha opinião, estas ruas deviam ser de sentido único, zona 30km/h e com apenas fluxo e contrafluxo para modos suaves.

No caso da nossa área pedonal/coexistência, quando tu e presumo que os TUB, consideram um insucesso o Largo Barão de São Martinho, Rua do Castelo, Rua do Souto, Rua D. Diogo de Sousa, Rua D. Gualdim Pais,…, porque os TUB não podem lá passar (área de apenas 500m por 300m)... Estão a querer retirar preponderância ao "place", em beneficio do "link" dos TPs.

Os transportes públicos não têm que ser tratados como modos suaves, que não o são. E quando os TUB, querem passar pela Rua do Souto, Largo Barão de São Martinho, Capelistas, Campo da Vinha, e nos dois sentidos na Rua D. Pedro V e na Nova de Santa Cruz, estão a prejudicar o espaço público da cidade. E na minha opinião, estão a prejudicar a cidade de Braga, porque ponderando benefício/prejuízo, entendo que o prejuízo é muito superior. Como disse, entendo que os TUB existem para servir a cidade, e não o contrário.

Por fim, no caso da Circular de Braga eu defendo um "link" superior, ao que defendes. Na impossibilidade de a construir noutro local, e após o abandono da Circular Externa. Esta tornou-se ainda mais preponderante, contudo tem que ser corrigida e requalificada para cruzar o meio urbano. Com a solução que defendo, entendo que isso é conseguido.
Desta forma, aproveitam-se os milhões investidos em todos os cruzamentos desnivelados, e o facto de todas as zonas residenciais que a ladeiam, estarem construídas de "costas voltadas" para a mesma. Os transportes públicos e modos suaves têm a barreira retirada, e uma praça é criada, onde o espaço público, e o eixo Centro-UM são prioritários.

Em relação aos valores que apresentaste, não me viste em lado algum a defender que as deslocações de curta distância, com recurso a automóvel são baixas. É evidente que têm que ser diminuídas. Mas nem todas as intraconcelhias são deslocações inferiores a 3km e 5km, e há uma diferença significativa na quota dos modos de transporte quando nos referimos à área urbana central, áreas urbanas, concelho e total.
Para se conseguir a diminuição do modo automóvel, não se tem que “destruir” a circular de Braga, que como diz no relatório do Quadrilátero, tem dupla função de “distribuição no contexto da cidade e de atravessamento no contexto regional”.
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor Meireles88 » quinta fev 09, 2017 5:09 pm

Par ate clarificar eu aqui falo a título pessoal, não presumas coisas.

Claramente que o teu discurso inicial é de outro século e não bate a bota com a perdigota.

Dizer que os modos suaves são um empecilho numa Avenida que atravessa a cidade, em pleno coração, é falar com a cabeça no automóvel e o resto que se lixe. Par muitos não há alternativa àquela via que permite velocidades excessivas e deve ser requalificada, convidando os tráfegos Vila-Verde - Porto a serem efetuados por Poente e não por aqui.

Existe de facto um "place" importantíssimo nesta zona, chama-se centro histórico. Sim, porque o centro histórico não se confina à zona pedonal. Tens a capela de São Victor-o-velho, a casa das Goladas, as Sete Fontes, a Confiança e muitas outras atratividades em torno desta via que tornam o "place" muito, mas muito mais importante que o "link". É por isso necessária uma requalificação desta via por forma a torná-la mais atrativa para quem anda a pé, de bicicleta e de transporte público.

Não é prejudicial à região porque aqui os tráfegos de ligação à região são baixissimos. Isso percebe-se por aqui: ""78,5% das deslocações feitas em Braga são internas ao Concelho. Destas, 61% são feitas de automóvel." Tens muitas deslocações internas ao concelho, o que te leva a concluir que poucas são inter-concelhias. Se fores ver, das inter-concelhias são poucas as que necessitam de passar neste local.

Tu preferes ter estacionamento na rua ao invés de transporte público. Só isso basta para perceber o teu raciocínio "car-center" e a tua preferência por uma cidade igual à que temos e à que tem vindo a ser construída.

Queres retirar os TP's da ligação histórica UM-Centro via D.Pedro V é querer acabar com os TUB em Braga, não fossem exatamente essas as linhas com melhor desempenho da rede.

É demasiado fácil andar de carro na cidade. É só facilidades. Não se pára nos cruzamentos, anda-se em excesso de velocidade, tem-se vias rápidas a atravessar a cidade, a matar a economia. Os carros atravessarem (link) matam o comércio e a qualidade de vida das pessoas que ali moram à volta. Aliás há uma ligação direta entre os elevados fluxos de automóveis e casos de demência dos residentes junto a esses fluxos.

A pedonalização do centro histórico é uma medida excessiva e que onera a fixação de população nessa área.

Tens muitos exemplos por essa Europa fora de remoção de automóveis dos centros, no entanto nenhuma comete o erro de remover os TP's, aliás existe até um aumento das frequências de TP's. Isso porque só assim consegues manter a competitividade dos centros.

Não defendo a destruição da circular porque não há uma circular. Defendo que os tráfegos devem ser canalizados para Poente (Infias - Av. António Macedo) e "convidar" quem vem de Sul a passar pela cidade também por poente. Só com isto o tráfego inter-concelhio baixaria imenso. Porque não tens pessoas que "atravessam" Braga e que têm a necessidade de passar por ali. Só o fazem porque neste momento parece mais rápido. Como os técnicos do Quadrilátero me disseram, os tráfegos de automóveis particulares que atualmente atravessam devem ser convidados a escolher outro percurso que não aquele. É uma questão de desenho de Infias e de Celeirós. Os que pretendem vir para o centro da cidade terão que ter um parque de estacionamento à entrada da cidade que os permita apanhar um TP que seja muito mais sustentável para a cidade e muito mais amigo da mesma. Tal como é feito em toda a Europa e tal como está a começar a ser feito em muitas cidades Portuguesas.

Enterrar o problema não resolve. Ter uma via a convidar a velocidades excessivas não resolve nada.

Que praça em cima? Tudo continuaria igual em cima, existem todos os fluxos que hoje em dia já existem. Mais milhões para enterrar? Não obrigado. É altura de fazer diferente, resolver os problemas de forma diferente, de forma inteligente, que garanta que a cidade possa ser usufruída por todos. À Europeu e não à Americano. Já para não falar que enterrar toda aquela zona era um convite à inundação, ao aumento da insegurança, ao aumento da poluição, um convite ao aumento do uso do automóvel. Parece-me que não são esses os objetivos.

Os cruzamentos desnivelados são um erro na parte urbana. Matam a cidade e a sua qualidade de vida. São um convite ao uso do carro. Braga é pequena para tanto carro e para tanta via e lugar de estacionamento a convidar o seu uso excessivo. Ou se altera isso ou nunca conseguiremos crescer de forma sustentada, equilibrada e contínua o uso do TP e da bicicleta.

E a força que Braga tem a nível regional nunca estará em causa. Se assim fosse muitas cidades já tinham perdido a sua força por essa europa fora, e a verdade é que ganharam ainda mais força.
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor karlussantus » segunda fev 13, 2017 4:36 am

Meireles88 Escreveu:Par ate clarificar eu aqui falo a título pessoal, não presumas coisas.

Claramente que o teu discurso inicial é de outro século e não bate a bota com a perdigota.


Presume-se, face ao projeto de BRT que defendem...

O discurso é claro e com argumentos.
Ao invés do uso de generalidades, que estão na moda. Às quais juntam meia dúzia de argumentos mal utilizados, quando passam à aplicação prática.

Meireles88 Escreveu:Dizer que os modos suaves são um empecilho numa Avenida que atravessa a cidade, em pleno coração, é falar com a cabeça no automóvel e o resto que se lixe. Par muitos não há alternativa àquela via que permite velocidades excessivas e deve ser requalificada, convidando os tráfegos Vila-Verde - Porto a serem efetuados por Poente e não por aqui.
...
Não defendo a destruição da circular porque não há uma circular. Defendo que os tráfegos devem ser canalizados para Poente (Infias - Av. António Macedo) e "convidar" quem vem de Sul a passar pela cidade também por poente. Só com isto o tráfego inter-concelhio baixaria imenso. Porque não tens pessoas que "atravessam" Braga e que têm a necessidade de passar por ali. Só o fazem porque neste momento parece mais rápido. Como os técnicos do Quadrilátero me disseram, os tráfegos de automóveis particulares que atualmente atravessam devem ser convidados a escolher outro percurso que não aquele. É uma questão de desenho de Infias e de Celeirós. Os que pretendem vir para o centro da cidade terão que ter um parque de estacionamento à entrada da cidade que os permita apanhar um TP que seja muito mais sustentável para a cidade e muito mais amigo da mesma. Tal como é feito em toda a Europa e tal como está a começar a ser feito em muitas cidades Portuguesas.

Enterrar o problema não resolve. Ter uma via a convidar a velocidades excessivas não resolve nada.

Que praça em cima? Tudo continuaria igual em cima, existem todos os fluxos que hoje em dia já existem. Mais milhões para enterrar? Não obrigado. É altura de fazer diferente, resolver os problemas de forma diferente, de forma inteligente, que garanta que a cidade possa ser usufruída por todos. À Europeu e não à Americano. Já para não falar que enterrar toda aquela zona era um convite à inundação, ao aumento da insegurança, ao aumento da poluição, um convite ao aumento do uso do automóvel. Parece-me que não são esses os objetivos.


:arrow: O argumento da localização
Por causa da localização, estão a confundir o que diz respeito ao centro da cidade (inner city), com o que cruza a cidade. Estão a confundir eixos estruturantes regionais, de distribuição e interligação, com todos os restantes eixos que dizem respeito à cidade. Não é pela VCI e a CRIL passarem pela área urbana consolidada de Lisboa e Porto que estas devam ser requalificadas para Avenidas da cidade. O mesmo se aplica a qualquer circular e auto-estrada europeia que cruze meio urbano, Roterdão, Antuérpia, Utrech, Charleroi
Também não é pela A3 passar sobre Celeirós em viaduto que esta deve ser transformada, numa via local do centro de Celeirós. :ROFL:

Há circular, e os técnicos do quadrilátero defendiam mais uma circular a Braga (consultar pág. 62/428), um conjunto de 3 novas variantes, com custos enormes, por considerarem que a circular interna está saturada e desempenha dupla função, mas repetindo... a Circular de Braga tem um traçado demasiado central, é a que temos, não vamos ter outra. Há que requalificá-la para cruzar o meio urbano.
Colocar-lhe semáforos, cruzamentos, criar "place", "link" modos suaves, significa, obrigar o tráfego regional, e de distribuição, a entrar na "inner city". Isto deteriora a função "link" da circular, ao mesmo tempo prejudica o "place" e "link" modos suaves e TP na superfície do cruzamento, e no eixo UM-Centro.
Atira ainda os automobilistas para outras ruas, pois passam a ter "link" idêntico, isto sem falar em congestionamentos. Por isso as cidades europeias referência que possuem circulares, ou auto-estradas, nestes locais de conflito, devolvem a superfície à cidade. Essen (Alemanha), Duisburg (Alemanha), Bochum (Alemanha), 2, Dusseldorf (Alemanha), Charleroi(Bélgica) etc…
Posso colocar centenas de cidades europeias, não é modelo americano, é o modelo correto, isso sim.

Como também já disse, ao contrário do que alguns pensam, nem sempre “place” e “link” para modos suaves e TP é positivo. Precisamente o caso da circular.
A quem já percebeu isto, posso transmitir mais argumentos, no sentido de minimizar outros efeitos negativos da Circular, potenciando os positivos.

:arrow: O argumento da alternativa por Celeirós-Infiais
Quanto aos movimentos que têm obrigatoriamente que passar por ali (Nó de Infias até ao Nó do MinhoCenter), são vários, por exemplo:
-habitantes que residem em São Vítor/Vale de Lamaçães e vale de Gualtar/Este, cerca de 60.000, quando se deslocam para outras zonas do município a mais de 3km e 5km, ou para fora do município (Guimarães, Famalicão, Aeroporto, Porto);
-quem vive no eixo estruturante da nacional para Chaves (Povoa de Lanhoso e Vieira do Minho), quando se dirigem para as AE's, para a região (Barcelos, Famalicão, Aeroporto, Porto), ou para outras zonas do município de Braga que não o vale de Gualtar/Este.
-quem vive a sul, oeste e norte do município e pretende aceder ao Hospital, à UM, à zona este de Braga, ao eixo estruturante da nacional para Chaves.
-quem vive na região, todos os municípios a norte, oeste e sul de Braga, que pretendem aceder ao Hospital, à UM, à zona este de Braga, ao eixo estruturante da nacional para Chaves.
Podemos ainda incluir todo o tráfego regional e municipal (+5km) com destino ao BragaParque que deve entrar diretamente nos parques subterrâneos sem degradar a superfície.
Repetindo, este tráfego, é obrigado a degradar a sua viagem, e é obrigado a degradar um cruzamento e um eixo que se pretende de excelência.
Toda a cidade e região de Braga é afetada, sendo esta a área mais prejudicada.

Meireles88 Escreveu:Não é prejudicial à região porque aqui os tráfegos de ligação à região são baixissimos. Isso percebe-se por aqui: ""78,5% das deslocações feitas em Braga são internas ao Concelho. Destas, 61% são feitas de automóvel." Tens muitas deslocações internas ao concelho, o que te leva a concluir que poucas são inter-concelhias. Se fores ver, das inter-concelhias são poucas as que necessitam de passar neste local.

Os 78,5% são um valor relativo e com relação ao total do concelho, basicamente, nada diz...
Basta o valor absoluto ser 300.000, e 10% do total passarem por ali como movimentos inter-concelhios, mais 10% de movimentos intra-concelhios superiores a 3km e 5km, e temos um volume de 60.000 (20%). Como podemos constatar na apresentação do estudo da UM, os números estavam em concordância com os 72.000 do quadrilátero, os quais se prolongavam por toda a circular sempre em crescendo até atingirem o máximo naquela área. Também na hora de ponta da manhã e da tarde o tráfego é enorme.

:arrow: Interfaces e BRT
Meireles88 Escreveu:Os que pretendem vir para o centro da cidade terão que ter um parque de estacionamento à entrada da cidade que os permita apanhar um TP que seja muito mais sustentável para a cidade e muito mais amigo da mesma. Tal como é feito em toda a Europa e tal como está a começar a ser feito em muitas cidades Portuguesas.


Quanto aos interfaces para quem vem de fora e pretende ir para o centro, estamos de acordo nessa generalidade, o problema está mais uma vez, na aplicação prática. Defender interfaces no Fojo e Mazagão/E.Leclerc, é estar a dizer que a tal cidade central de Braga, tem 7 a 8 km de diâmetro, como se Braga fosse da dimensão de Amsterdão.
Qual o problema disto?
Defendem que se prejudique o "link" de eixos estruturantes para automóveis, desde o Fojo, passando pela Circular, como se toda a gente que está no Fojo ou em Mazagão/E.Eleclerc tivesse como destino o centro da cidade. Estão a atingir muito tráfego, que nada quer com o centro.
Além disso, o tráfego que tem relação com o centro, tem uma oferta de um BRT de alta frequência, o que implica custos, para oferecerem uma velocidade comercial baixa, demorando uns 20 minutos a chegar do Fojo ao centro... Isto num projeto de 150 a 250 milhões...

:arrow: Em que ruas se deve beneficiar "Place" e "Link" para modos suaves e TPs
Meireles88 Escreveu:Existe de facto um "place" importantíssimo nesta zona, chama-se centro histórico. Sim, porque o centro histórico não se confina à zona pedonal. Tens a capela de São Victor-o-velho, a casa das Goladas, as Sete Fontes, a Confiança e muitas outras atratividades em torno desta via que tornam o "place" muito, mas muito mais importante que o "link". É por isso necessária uma requalificação desta via por forma a torná-la mais atrativa para quem anda a pé, de bicicleta e de transporte público.


Existe, o "place" e o "link" para modos suaves e TP, do eixo histórico, que se quer calmo sem o tráfego de atravessamento da circular.
Ao mesmo tempo, todo o tráfego da circular, que sairia da superfície, não quer, nem precisa de "place", só precisa de "link".
A circular não tem comércio de rua, tem meia dúzia de bombas de gasolina ao longo dos seus 14km. Não tem estacionamento, não tem saídas e entradas para prédios, com excepção da via de desaceleração/aceleração que ficaria precisamente na área da Praça de superfície.

Meireles88 Escreveu:É demasiado fácil andar de carro na cidade. É só facilidades. Não se pára nos cruzamentos, anda-se em excesso de velocidade, tem-se vias rápidas a atravessar a cidade, a matar a economia. Os carros atravessarem (link) matam o comércio e a qualidade de vida das pessoas que ali moram à volta. Aliás há uma ligação direta entre os elevados fluxos de automóveis e casos de demência dos residentes junto a esses fluxos.


Na cidade. Rodovia(Piscinas-Santos da Cunha), Avenida da Liberdade, Rua do Caires, bairros residenciais quer no centro quer na cidade alargada... As EN que estão “dentro” da circular, a EN 103 em Gualtar, todas elas podem sofrer requalificações, diminuindo a primazia ao automóvel. Mas não confundir esta "inner city" e vias locais, com a infraestrutura estruturante de distribuição e de ligação regional, na qual se deve privilegiar o "link".

Meireles88 Escreveu:Os cruzamentos desnivelados são um erro na parte urbana. Matam a cidade e a sua qualidade de vida. São um convite ao uso do carro. Braga é pequena para tanto carro e para tanta via e lugar de estacionamento a convidar o seu uso excessivo. Ou se altera isso ou nunca conseguiremos crescer de forma sustentada, equilibrada e contínua o uso do TP e da bicicleta.

E a força que Braga tem a nível regional nunca estará em causa. Se assim fosse muitas cidades já tinham perdido a sua força por essa europa fora, e a verdade é que ganharam ainda mais força.

Errado, os cruzamentos desnivelados são um erro quando ligam a ruas e avenidas da "inner city". Nestas é que devemos preterir o "link" automóvel, em favor da prioridade aos restantes modos e ao "place".
Como já disse, são centenas as cidades europeias que retiram troços das circulares e auto-estradas, da superfície, mantendo o "link" no subsolo. Beneficiando o "place" e o "link" dos restantes modos naquela área da cidade. Simples
Braga perde força, porque os seus habitantes e serviços passam a estar 10 minutos mais afastados da região. Mas não é só Braga é toda a AM Braga, porque vários movimentos de quem reside nos municípios envolventes também ficam afetados.

:arrow: Eixo Centro - Universidade do Minho
Meireles88 Escreveu:Tu preferes ter estacionamento na rua ao invés de transporte público. Só isso basta para perceber o teu raciocínio "car-center" e a tua preferência por uma cidade igual à que temos e à que tem vindo a ser construída.

Queres retirar os TP's da ligação histórica UM-Centro via D.Pedro V é querer acabar com os TUB em Braga, não fossem exatamente essas as linhas com melhor desempenho da rede.


Os utilizadores dos TUB que não têm destino/origem à Rua D. Pedro V e Nova de Santa Cruz, têm um "link" superior pela rodovia, maior velocidade comercial, maior conforto, menos conflitos. Por isso defendo que as principais linhas, as lineares, desse eixo, passem pela Rodovia e derivem para o centro via Rua da Restauração ou Martins Sarmento.
Os TP's podem passar na rua, a 30km/h e com várias medidas de acalmia, desfavorável ao "link" dos TP.
As cidades europeias e os seus técnicos sabendo disto, não procuram levar os TPs a todos os arruamentos do centro, onde se privilegia o “place” e o “link” dos modos suaves, qualquer pessoa pode recorrer ao Google Maps, e rapidamente verificar, que as paragens de TP das cidades europeias, se concentram nos arruamentos principais do centro.

:arrow: Área pedonal/coexistência
Meireles88 Escreveu:A pedonalização do centro histórico é uma medida excessiva e que onera a fixação de população nessa área.

Tens muitos exemplos por essa Europa fora de remoção de automóveis dos centros, no entanto nenhuma comete o erro de remover os TP's, aliás existe até um aumento das frequências de TP's. Isso porque só assim consegues manter a competitividade dos centros.


Praticamente todas as cidades têm zonas pedonais/coexistencia onde só os modos suaves entram, e moradores, comerciantes, serviços municpais e urgência entram de forma condicionada. Nessas áreas não há estacionamento. Um transporte público a passar até 250 metros, é perfeitamente aceitável.
A zona pedonal/coexistência deve estar confinada às áreas mais nobres onde podem surgir diversos serviços que utilizem esse nível máximo de "place" para modos suaves. Não me parece excessiva neste momento, falta é a promoção dos modos suaves e TPs na restante cidade.
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor Meireles88 » quarta mar 01, 2017 12:12 pm

Carlos o que defendes é criar maior atratividade ao uso do automóvel: Modelo americano.

As cidades que dás como exemplo não possuem vias com velocidades praticadas acima de 50 km/h a atravessar a zona mais densa da cidade. Isso não existe em nenhum lado da europa. Lamento, estás errado.

E em Braga é o que tens. Zonas densas com vias de tráfego demasiado elevado e com velocidades demasiado elevadas que se deslocam em raios demasiado pequenos da cidade.

Os 7 km que falas tem uma densidade populacional acima de 6000 habitantes/km2. Chega-te este argumento?

Tu dizes que coisas que estão mais que provadas e são utilizadas na revisão da literatura que estão erradas. Não te basta dizer, tens que demonstrar.

Estás errado com a questão da perda da força regional. Em Amesterdão também usavam esse argumento. Hoje é a cidade com maior atratividade na Holanda. E em todas as cidades que mudaram se verifica isso. Menor atratividade do automóvel (menos vias rápidas, menos estacionamento, sem viadutos e tuneis urbanos), maior serviço de TP e condições de circulação em bicicleta e as cidades mudaram e hoje são melhores.

Não vou voltar a dizer tudo aquilo que já disse.
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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor MiguelPortela » quinta abr 13, 2017 5:49 pm

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Re: Reabilitação Urbana de Braga

Mensagempor RAM » domingo abr 23, 2017 9:51 pm

Ontem passei na Rua Nova de Santa Cruz e já se vê alguma coisa...
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